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<title>Bagagem Matena - Portal Sempre Materna</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br</link>
<description>Notas recentes de Bagagem Matena.</description>
<language>pt-br</language>
<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 17:20:18 GMT</pubDate>
<item>
<title>Vacinação contra paralisia infantil  - Crianças menores de cinco anos devem ser imunizadas</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/vacinacao-contra-paralisia-infantil-</link>
<description><![CDATA[ <P>Termina nesta sexta-feira, 25 de junho, a primeira fase da campanha de vacinação contra a paralisia infantil, em todo o Estado de São Paulo. A meta da Secretaria de Estado da Saúde é imunizar 2,9 milhões de crianças menores de cinco anos, o que representa 95% do total de paulistas nesta faixa etária. Segundo o último balanço disponibilizado pelos municípios, até o último dia 17 de junho haviam sido vacinadas 2,5 milhões de crianças.</P>
<P>Os postos de saúde de todo o Estado funcionam das 8h às 17h, mas em razão do jogo da seleção brasileira pela Copa do Mundo algumas prefeituras poderão alterar o horário de atendimento na sexta-feira. Por isso, é recomendável que as pessoas entrem em contato com o serviço de saúde municipal para se informar.</P>
<P>Ao todo 53,4 mil profissionais de saúde, 4,2 mil veículos e cinco barcos foram mobilizados para a campánha. A segunda etapa da vacinação ocorrerá em 14 de agosto, quando novamente as crianças menores de cinco anos deverão ser levadas aos postos. </P>
<P>Além da vacina contra a poliomielite, as crianças que forem às Unidades Básicas de Saúde poderão colocar em dia sua caderneta de vacinação. Estarão disponíveis vacinas como a Tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e hemófilo B), Tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite. </P>
<P>Desde 1988 o Estado de São Paulo não registra casos de paralisia infantil, mas a vacinação de crianças continua sendo importante porque o vírus da pólio ainda circula em países da África e da Ásia, representando, portanto, uma ameaça à população mundial. </P>
<P>“É muito importante que todas as crianças menores de cinco anos tomem a vacina Sabin, que garante proteção eficaz contra a poliomielite”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata. </P>
<P>Causada pelo poliovírus selvagem, a poliomielite é caracterizada por febre, mal-estar, cefaléia e pode causar paralisia. A vacina é segura e os efeitos colaterais são extremamente raros.</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<item>
<title>Novo estudo comprova que o cálcio melhora a saúde das crianças </title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/novo-estudo-comprova-que-o-calcio-melhora-a-saude-das-criancas-</link>
<description><![CDATA[ <P>Um estudo publicado recentemente na revista americana Bone constatou que uma maior ingestão de cálcio pode melhorar significativamente a saúde das crianças.&amp;nbsp;</P>
<P>Os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Sul (EUA) analisaram o consumo de cálcio de 3.800 crianças. Aquelas com consumo insuficiente do mineral antes do início do estudo, quando submetidas a uma ingestão adequada, apresentaram um aumento em torno de 25 vezes no conteúdo mineral ósseo. </P>
<P>“O leite e seus derivados são ricos em cálcio, sendo extremamente importantes para o crescimento e fortalecimento dos ossos nas crianças e adolescentes” disse Michael Huncharek MD, diretor do Meta-Analysis Research Group e autor do estudo da Universidade. Essas descobertas mostram que, para aquelas crianças que apresentam ingestão inadequada de cálcio, o aumento do nutriente na dieta tem um grande impacto no desenvolvimento dos ossos além de prevenir doenças no futuro. </P>
<P>A nutricionista Andrea Andrade da consultoria RG Nutri (SP) alerta: “A saúde óssea deve receber atenção já na infância. O consumo de três porções de leite por dia fornece às crianças não somente o cálcio de que precisam, mas também outros nutrientes essenciais como potássio, fósforo e proteínas”. </P>
<P>Mas, é importante lembrar que a Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de idade. </P>
<P><STRONG>Composição do leite:</STRONG> </P>
<P>Composição do leite (quantidade por 100g).<BR>Nutrientes&amp;nbsp;Vaca&amp;nbsp;&amp;nbsp;<BR>Água (g)&amp;nbsp;88,0&amp;nbsp;&amp;nbsp;<BR>Energia (kcal)&amp;nbsp;61,0&amp;nbsp;&amp;nbsp;<BR>Proteínas (g)&amp;nbsp;3,2&amp;nbsp;&amp;nbsp;<BR>Lipídeos (g)&amp;nbsp;3,4&amp;nbsp;&amp;nbsp;<BR>Lactose (g)&amp;nbsp;4,7&amp;nbsp;&amp;nbsp;<BR>Minerais (g)&amp;nbsp;0,72</P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Delivery Sempre Materna</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/delivery-sempre-materna</link>
<description><![CDATA[ <P>Dores nas costas na gestação, preocupações e dúvidas com o parto, dificuldades na amamentação, nos cuidados com a higiene, no preparo das papinhas, depressão pós-parto... Naquele momento que parece não ter solução a Sempre Materna bate à porta da sua casa.</P>
<P>Pesquisas ressaltam a fragilidade e insegurança da mulher no início da gravidez e a importância de um suporte profissional, além do tempo de internação, para aprender a lidar e cuidar do recém-nascido nos primeiros dias após a alta hospitalar. &amp;nbsp; </P>
<P>Precisa de ajuda? Disque Sempre Materna e solicite uma de nossas profissionais. Psicólogas, obstetrizes, enfermeiras pediátricas, fisioterapeutas e nutricionistas fazem parte da equipe para um atendimento vip e pioneiro, no conforto do seu lar. “Muitas de nossas clientes relataram que na maternidade tudo parecia fácil. Mas, em casa, ficaram perdidas na hora do banho, higienização do coto, amamentação e até troca de fralda. Com o atendimento delivery&amp;nbsp; levamos a técnica, o conforto e a tranquilidade ao encontro das novas mamães”, comenta Keila Cristiuma Robles, jornalista e diretora executiva da marca Sempre Materna. <BR></P>
<P>Para ser a “melhor mãe do mundo” vale tudo. Há quem prefira se preparar com antecedência e sair com o certificado do curso de gestantes em mãos. “Queremos atender também futuras mamães que por ordens médicas precisam de repouso, casais que não encontram tempo na agenda para desfrutar dos inúmeros serviços oferecidos para essa mágica fase da vida e até mesmo àqueles que preferem um serviço individualizado. Ter a oportunidade de aprender, no ritmo e necessidade do casal, mostrou-se fundamental para quem vive numa cidade tão intensa como São Paulo”, completa Robles.</P>
<P>Não perca tempo, para conhecer essa novidade, agende sua consulta. O horário e o local do atendimento você decide. </P>
<P><STRONG>Serviço:</STRONG><BR><STRONG>DELIVERY SEMPRE MATERNA</STRONG> - Consultoria Individual em: Psicologia, Fisioterapia, Nutrição, Enfermagem Obstétrica e Enfermagem Pediátrica.<BR>Mais Informações: (11) 3881-0002 ou pelo site: <A href="http://www.semprematerna.com.br">www.semprematerna.com.br</A></P>
<P>&amp;nbsp;</P>
<P>&amp;nbsp;<BR>&amp;nbsp;</P>
<P>&amp;nbsp;</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 28 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Marcas da cesárea</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/marcas-da-cesarea</link>
<description><![CDATA[ <P>O Brasil tem o título de campeão mundial de cesarianas realizadas por planos de saúde. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2008, as cesáreas representaram 85% dos partos feitos por meio dos convênios. O porcentual é alto,&amp;nbsp; se considerando os 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). <BR>Esse índice registrado pelo setor de saúde suplementar eleva o total de cesarianas realizadas no Brasil para 43%,&amp;nbsp; se incluso os setores público e privado. Já, se fosse levado em conta somente o percentual do sistema público de saúde, de 26%, o país estaria próximo ao que é recomendado pela OMS e aos níveis de países desenvolvidos, como Holanda (14%) e Estados Unidos (26%).<BR>Epidemia entre as mulheres brancas, a cesárea alcançou até mesmo as índias, no Brasil. Embora o parto normal ainda seja predominante (87%) entre as indianas, as cesarianas são cada vez mais frequentes, principalmente quando o nascimento ocorre num hospital. No ano passado, de todos os partos realizados na rede pública, 34% foram por cesariana, neste grupo populacional.</P>
<P><STRONG>Recuperação</STRONG></P>
<P>Com tempo de recuperação que varia de mulher para mulher, a cesariana dá um trabalho e tanto para o organismo. O cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, explica que são muitas camadas de tecido para cicatrizar, do útero até a parede do abdômen. Depois do parto, a abertura feita pelo bisturi demora pelo menos quatro semanas para cicatrizar e um mês para se definir. “Na maioria das mulheres, a cicatriz fica imperceptível, no prazo de seis meses a um ano após o parto. Mas em algumas pacientes, dependendo da propensão do organismo, a cicatriz da cesárea pode inflamar e se tornar um quelóide ou uma cicatriz hipertrófica”, explica o cirurgião plástico.<BR>Na cesariana, o corte é feito em um local onde não há tensão muscular. Por esse motivo, a mulher só vai desenvolver o quelóide caso tenha disponibilidade genética ou algum outro fator que agrave a cicatriz. Segundo o membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, quelóide é uma cicatrização exagerada e volumosa que pode acontecer em algumas partes do corpo como barriga, tórax, braços e lóbulos da orelha. “As pesquisas começam a chegar à conclusão de que o quelóide pode ser um processo genético ou espontâneo. Já a cicatriz hipertrófica é apenas um engrossamento da cicatriz comum.”</P>
<P><STRONG>Como tratar o problema?</STRONG></P>
<P>A fim de sentir bem e elevar a autoestima algumas mulheres optam pela correção da cicatriz de cesariana. “Dificilmente esse procedimento terá impedimento clínico, mas é preciso aguardar alguns meses antes de indicar um tratamento cirúrgico, pois algumas cicatrizes hipertróficas são classificadas como queloideanas, mas com o tempo melhoram espontaneamente”, conta Dr. Ruben. <BR>Outra maneira de fazer a correção do problema estético é com a&amp;nbsp; ressecção da cicatriz e, 48 horas depois, aplicar o processo de betaterapia - um tipo de radioterapia. “É importante ressaltar que não se deve corrigir qualquer cicatriz antes de seis meses de sua evolução, pois existe risco de ser desnecessário ou até piorar sua aparência nesta fase”, destaca o especialista.<BR>Se nenhum dos métodos acima agradar, há ainda a infiltração de corticóide através de injeção, cremes ou fitas. Conforme o cirurgião plástico, existem trabalhos que utilizam laser para retirar o quelóide. Entretanto, a massagem frequente também pode trazer resultados. “O número de mulheres que consegue acabar com a cicatriz da cesárea é de 60% a 70%, mas tudo depende da resposta do corpo ao tratamento, que pode não ser o retorno desejado, em 30% dos casos”, diz.</P>
<P><STRONG>Cuidados extras</STRONG></P>
<P>O local da cirurgia merece atenção. É importante não pegar sol, pois os raios solares estimulam a irritação da cicatriz. Também é preciso deixar a região em repouso. Já os curativos podem ser feitos fita micropore ou com silicone. Assim, após quatro semanas, já é possível observar os resultados da cicatrização. <BR>“Mesmo diante de todos os cuidados, é preciso esclarecer a paciente que&amp;nbsp; uma cicatriz nunca desaparece, pois este é um fenômeno da natureza que caracteriza uma resposta a uma agressão no tecido da pele. Ocorre que algumas pessoas desenvolvem cicatrizes de tão boa qualidade que são pouco perceptíveis”, conclui Penteado.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 11 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/marcas-da-cesarea</guid>
</item>
<item>
<title>O papel das mães na educação dos pequenos - A mulher mil e uma utilidades precisa também se preocupar com a personalidade dos filhos</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/o-papel-das-maes-na-educacao-dos-pequenos</link>
<description><![CDATA[ <P>Maio é popularmente conhecido como o mês da mães e, apesar de ter o cargo todos os dias, o mês convida essas mulheres a pensar em suas responsabilidades e no futuro de seus pequenos, principalmente quando o assunto é educação.</P>
<P>Além de escolher uma boa escola, preocupar-se com o cuidador, não deixar faltar nada para os filhos, há outra participação tão importante para as mamães. De acordo com o mestre em psicologia da infância e da adolescência, Caio Feijó, o papel das mães na educação dos filhos é insubstituível. “No processo educativo dos filhos, o afeto materno é fundamental para o desenvolvimento da personalidade. Até os cinco ou seis anos formamos a personalidade das crianças, depois só conseguimos alterar comportamentos. E as mães são peça-chave neste período”.</P>
<P>O especialista ressalva também que as mães são como modelos para os filhos e para a sociedade, detêm extraordinárias características afetivas e a uma inesgotável capacidade de adaptação às exigências da vida.&amp;nbsp; Além disso, a mulher precisa lidar com o ritmo da vida moderna. “Estou falando do desdobramento feminino: mãe, esposa, filha e profissional. A mulher tem uma capacidade extraordinária em acumular responsabilidades sem perder a ternura, a capacidade criativa e a motivação maternal”, conclui Feijó.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 10 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<item>
<title>O futuro financeiro de seu filho</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/o-futuro-financeiro-de-seu-filho</link>
<description><![CDATA[ <P>Quando o bebê nasce, começa a preocupação dos pais em garantir o seu futuro, tanto financeiro quanto emocional. Colégio, faculdade, cursos técnicos e de idiomas, carro, apartamento, etc. são caros e exigem um grande investimento. Para esclarecer algumas dúvidas a relações internacionais, Paula Sá que auxilia os investidores da empresa WinTrade, explica um pouco sobre os investimentos na Bolsa de Valores. </P>
<P>Existem várias opções de investimento, como imóveis, caderneta de poupança e previdência privada, mas poucos sabem que criar uma carteira de ações, pensando no longo prazo, pode ser uma ótima escolha para turbinar os investimentos dos filhos e garantir boa rentabilidade. Há alguns exemplos interessantes sobre isto, como de quem comprou ações da Petrobras PN&amp;nbsp; no início de 2000 e as manteve, sem nenhum aporte (investimento extra) até o final de 2009, mesmo com a crise imobiliária de 2008, conseguiu acumular um ganho de 934%. Ou seja, quem comprou R$ 1.000,00 saiu com R$ 10.339,20.</P>
<P><STRONG><EM><FONT size=3>Como começar</FONT></EM></STRONG></P>
<P>Antes de iniciar os investimentos é melhor se preparar, buscar informações sobre como funciona o pregão, ler notícias e, quem sabe, até participar de cursos online e presenciais. Depois disso, é necessário procurar uma corretora e realizar a abertura de uma conta, que pode ser, inclusive, no nome do seu filho. A corretora é habilitada a intermediar suas operações com a Bolsa, além de oferecer uma série de ferramentas que o auxiliarão na tomada de decisões.</P>
<P><STRONG><FONT size=3><EM>Pé no chão</EM></FONT></STRONG></P>
<P>E como estamos falando de algo para longo prazo, é aconselhável ser conservador. O investidor com este perfil tende a buscar ações de empresas consolidadas, que não sofram fortes oscilações na Bolsa e que são conhecidas como Blue Chips. Até porque, quando você compra uma ação, se torna sócio da empresa e você não seria sócio de qualquer uma, certo? </P>
<P>Outro detalhe importante e muito questionado é sobre o valor inicial do investimento. Primeiro é preciso considerar todos os custos inerentes à operação, como taxa de corretagem e custódia. Eles não devem representar mais do que 2% do que for investido, caso contrário a ação terá que subir muito para a carteira começar a ter algum retorno. </P>
<P>Outra dica é realizar um primeiro aporte de maior valor e depois, uma manutenção mensal com uma quantia que caiba no bolso. Assim, com disciplina, você estará formando uma poupança na Bolsa e minimizando os efeitos da volatilidade (as variações de preços no mercado).</P>
<P>Para resumir nossa conversa, tenho certeza de que você concordará que garantir o futuro dos filhos, desde o dia em que eles nascem, é a melhor escolha que qualquer pai e mãe podem fazer. Pense nisso!<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 07 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/o-futuro-financeiro-de-seu-filho</guid>
</item>
<item>
<title>Acostume seu filho com a babá</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/acostume-seu-filho-com-a-baba</link>
<description><![CDATA[ <P>O fim da licença-maternidade é um momento temido por muitas mamães. Deixar o bebê com outra pessoa para voltar ao trabalho é uma situação difícil e deve ser cercada de cuidados para evitar traumas na criança. Para ajudar nesse momento de transição, o neonatologista e pediatra do Hospital Albert Einstein e do Instituto Saúde Plena, Jorge Huberman, dá algumas dicas: </P>
<P>- Para que o bebê se acostume com uma nova pessoa, procure fazer a transição enquanto você estiver por perto. O ideal é que, antes de deixá-lo sozinho com a babá, a profissional passe algumas horas com vocês dois durante vários dias. Se isso não for possível, fique pelo menos duas horas junto com os dois, antes de sair, para que a criança conheça esta nova pessoa; </P>
<P>- Durante o primeiro encontro, a babá e a criança devem se conhecer gradualmente. Segure o bebê no colo e fique conversando com a babá. Procure perceber se o bebê se sente à vontade na presença dela, mas não deixe que durante esta etapa a babá tente brincar com ele. Espere até que ele olhe para ela ou comece a brincar sozinho e demonstre estar despreocupado; </P>
<P>- Deixe então que a babá comece a conversar com o bebê enquanto ele ainda estiver no seu colo. Não permita ainda que ela se aproxime dele ou tente tocá-lo; </P>
<P>- Se o bebê demonstrar que está se sentindo à vontade durante a sua conversa com a babá, coloque-o no chão e dê a ele o brinquedo favorito, ainda afastado da babá. Convide-a então para lentamente se aproximar e começar a brincar com o mesmo brinquedo. Se você notar que o bebê está gostando da presença dela, pode começar a se afastar gradualmente; </P>
<P>- Observe o que acontece se você sair da sala. Se o bebê não notar que você se retirou é porque a apresentação ocorreu conforme o desejado;</P>
<P>- Mesmo que o bebê comece a chorar, quando você sair, é provável que ele acabe se distraindo em poucos minutos. Telefone da rua e certifique-se de que ele está bem;</P>
<P>- Lembre-se: para que o bebê se acostume com a babá é necessário dar um tempo para que ele se habitue à profissional, possa reagir a ela e criar algum laço enquanto você ainda está no mesmo ambiente;</P>
<P>O pediatra explica que os passos descritos acima também podem ser utilizados quando a mamãe quiser aproximar o bebê de um adulto que não convive muito com a criança, como, por exemplo, parentes ou amigos que cuidarão do bebê por algumas horas. “Os adultos tendem a ‘sufocar’ os bebês desta idade, se aproximando rapidamente, conversando muito ou querendo logo tirá-los do colo da mãe. Nesses casos, a mãe deve e pode interferir, explicando que o bebê precisa de um tempo para se acostumar com a presença de estranhos e que tudo correrá bem se a aproximação for feita gradualmente”, afirma Huberman.</P>
<P><EM><STRONG>Qualidades essenciais a uma babá:</STRONG></EM></P>
<P>- Possuir ética profissional</P>
<P>- Ser limpa e organizada</P>
<P>- Manter o bebê limpo e alimentado</P>
<P>- Gostar de preparar os alimentos do bebê</P>
<P>- Ter prazer em acompanhar o ritmo do bebê</P>
<P>- Ter criatividade e ser divertida. Conversar com o bebê de forma amorosa. O bebê aprende novos vocabulários e se sente amado</P>
<P>- Ter paciência e ser compreensiva. Não se sentir desprezada pelo bebê quando ele chora por falta da mãe. Saber controlar a situação com atenção e carinho</P>
<P>- Acariciar o bebê. O "toque” é importante para transmitir segurança</P>
<P>- Comunicar aos pais o que aconteceu durante um espaço de tempo, como, por exemplo, se o bebê caiu, se está com o intestino solto ou sem fome<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/acostume-seu-filho-com-a-baba</guid>
</item>
<item>
<title>Curso para massagear os bebês</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/curso-para-massagear-os-bebes</link>
<description><![CDATA[ <P>A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) oferece no dia 13 de maio,&amp;nbsp;palestra sobre técnicas de massagem que auxiliam no desenvolvimento de bebês entre dois e sete meses de vida. </P>
<P>O tema será abordado pela professora Maria das Graças Barreto da Silva, docente do Departamento de Enfermagem da Unifesp e coordenadora Grupo Terapêutico de Massagem e Estimulação de Bebês do Centro de Assistência e Educação em Enfermagem (CAENF). </P>
<P>Após a palestra, os pais interessados passarão por uma triagem para participar do curso, com cerca de cinco aulas práticas e teóricas, duração de&amp;nbsp;uma hora e ministradas uma vez por semana. </P>
<P>De acordo com a professora Maria das Graças, alguns pais e bebês podem precisar de mais sessões para desenvolver as noções do toque e também para aumentar a sintonia com o bebê.&amp;nbsp; “Ao massagear ou simplesmente tocar o bebê, os pais podem transmitir respeito, afeto, segurança, tranquilidade e colaborar para seu desenvolvimento sensório-motor. A criança começa a perceber as reações do próprio corpo, sente-se mais confortável e relaxada. A massagem traz vários benefícios, como a redução do choro”, afirma a professora. </P>
<P><STRONG>Serviço:</STRONG><BR><U>Palestra</U> "Massagem para bebês e desenvolvimento neuropsicomotor" <BR><U>Data:</U> 13 de maio de 2010 (quinta-feira)<BR><U>Local:</U> Anfiteatro B – Departamento de Enfermagem/ UNIFESP <BR>Rua Napoleão de Barros, 754 - Térreo<BR><U>Horário:</U> 9h30 <BR><U>Valor: </U>Grátis<BR><U>Inscrições para a palestra:</U> (11) 5084-4698 - com Cristina (das 8h30 às 15h) </P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/curso-para-massagear-os-bebes</guid>
</item>
<item>
<title>Distúrbios Alimentares</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/disturbios-alimentares</link>
<description><![CDATA[ <P>A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), por meio do Ambulatório de Distúrbios do Apetite - Disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria - está com matrículas abertas para atendimento de crianças e jovens, entre 0 e 19 anos, com distúrbios alimentares.</P>
<P>A proposta do trabalho é diagnosticar, tratar e acompanhar os pacientes que apresentam queixas de apetite, ensinando toda a família a adquirir hábitos saudáveis. O atendimento é feito por equipe multiprofissional composta por pediatra-nutrólogo, psicólogo, fonoaudiólogo, nutricionista e odontopediatra.&amp;nbsp; </P>
<P>No primeiro dia de consulta, o paciente passa pela avaliação médica e nutricional e, no segundo dia, por atendimento com psicólogo.&amp;nbsp; O tempo de tratamento varia de acordo com cada caso. </P>
<P>Segundo a coordenadora do Setor de Psicologia da Disciplina de Nutrologia, Dra Denise Bellotto, os distúrbios alimentares são muito comuns “Recusar-se a comer, comer em quantidade insuficiente, aceitar apenas determinados tipos de alimentos são alguns exemplos”, explica a especialista. </P>
<P>No dia-a-dia das o desinteresse pela alimentação acontece com freqüência, principalmente entre as crianças. Negação ao experimentar novos alimentos, dificuldade no desmame, não comer frutas, verduras e legumes, substituir as refeições por leite e derivados e consumir guloseimas em excesso são os principais sintomas. “Também existem outros tipos de queixas associadas aos distúrbios como preguiça de mastigar, recusa de engolir alguns alimentos, principalmente carne, e grande intervalo de tempo para fazer a refeição”, finaliza Anne Lise Dias Brasil, responsável pelo Setor de Distúrbios do Apetite.</P>
<P>O Ambulatório de Distúrbios Alimentares fica na Rua Morcote, 84, Vila Clementino, São Paulo. As matrículas podem ser feitas todas as quartas-feiras, entre 12h30 e 17 horas. </P>
<P>As consultas podem ser agendadas pessoalmente ou pelo telefone (011) 5571-9189.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/disturbios-alimentares</guid>
</item>
<item>
<title>Nascimento de celebridade</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/nascimento-de-celebridade</link>
<description><![CDATA[ <P>A unidade Itaim dos Hospitais e Maternidades São Luiz acaba de lançar o nascimento via web. Pioneiros na técnica, todos os partos realizados na maternidade poderão ser assistidos de “camarote’ de qualquer lugar do mundo, basta um computador com internet.</P>
<P>Já se foi a época em que só o papai participava do parto. Com o apoio da tecnologia, atualmente o primeiro choro é em banda larga. Até mesmo quem tem “horror” a sangue, pode assistir, pois a exposição é feita com respeito à ética e também aos olhos do telespectador. A visão é privilegiada, mamãe, papai e bebê são os personagens principais.</P>
<P>“Em geral, os familiares ou amigos que não podem estar presentes no momento do parto ficam bastante ansiosos por notícias ou informações. Com esse serviço, o São Luiz possibilita a essas pessoas, estejam elas em outra cidade, Estado ou país, a oportunidade de acompanhar, em tempo real, a chegada do bebê tão esperado”, explica a ginecologista e coordenadora clínica da unidade Itaim do Hospital e Maternidade São Luiz, Marcia Maria da Costa.</P>
<P>O serviço é opcional e gratuito, para participar, basta os pais assinarem o termo de adesão antes do parto. E pronto, ainda no nascimento, o bebê vira celebridade. </P>
<P>É importante lembrar que a senha para o acesso das imagens será cedida somente para o casal “grávido”. Portanto, serão eles os responsáveis por divulgar para amigos e familiares. </P>
<P>O objetivo do São Luiz é fazer com que todos os entequeridos da nova família participem desse momento único e emocionante que é o nascimento. É a maternidade pensando no conforto das pacientes! </P>
<P><BR><STRONG>Estreia</STRONG></P>
<P>O primeiro casal a participar no parto via web foi mamãe Tatyane Faleiros Gonçalves e o papai Daniel Kuntz Gonçalves. O bebê celebridade foi o lindo Enzo.</P>
<P>Para começar em grande estilo, a transmissão foi internacional. Enquanto&amp;nbsp;Daniel e Tatyana estavam na sala de parto, com a companhia da equipe médica e do vovô de primeira viagem. A família estava em um quarto da maternidade, em frente ao computador, ansioso pela chegada do pequeno.</P>
<P>Enquanto isso, na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, amigos de Tatyane também reunidos, de olho na telinha. E não para por aí, a titia de Enzo, que mora na Espanha também estava antenada.</P>
<P>Alguns momentos de espera, expectativa, alegria e nervosismo dos familiares e em poucos minutos lá estava Enzo. Às 11h09min, com 3,240 Kg, de olhinhos abertos ao lado de seus pais. Ele aproveitou para deitar com sua mamãe e dar uma mamadinha. “Aqui no São Luiz é comum logo após o nascimento o bebê ter o primeiro contato pele a pele com a mãe. Alguns até arriscam a primeira sucção”, explica Dra. Marcia.</P>
<P>Nesse momento, é praticamente impossível segurar a emoção. “É como se estivéssemos tendo o filho junto com eles. Haja coração, é muita expectativa, mas que valeu a pena quando vi o rostinho de Enzo”, comenta a amiga da mamãe, Priscila Antunes, direto de Piracicaba.</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/nascimento-de-celebridade</guid>
</item>
<item>
<title>Rotina acelerada aumenta casos de endometriose</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/rotina-acelerada-endometriose</link>
<description><![CDATA[ <P>É fato que o ritmo, cada vez mais veloz, do dia a dia compromete a qualidade de vida de todos. Inúmeros problemas já foram comprovados como, o estresse, perda de memória e depressão. Com as mulheres as consequências dessa rotina parecem ser ainda mais graves graças às doenças exclusivas. </P>
<P>O ginecologista e obstetra, Aléssio Calil Mathais, aponta o novo estilo de vida como grande responsável pelo aumento de casos da endometriose. “Hoje, a tendência mundial é que a mulher se case e engravide mais tarde e tenha menos filhos. Em consequência destes comportamentos, ela fica mais exposta aos ciclos menstruais, o que a torna mais suscetível a doenças”, explica o especialista.</P>
<P>Mesmo antes de ser totalmente desvendada pela medicina, a patologia relacionada ao ciclo menstrual e ao sistema imunológico atinge 10% das mulheres em idade fértil. Acima dos 35 anos é encontrada com mais frequência. Mas, pelo menos, 20% não sabem que estão doentes, já que os sintomas não são tão aparentes. </P>
<P>A doença é caracterizada pelo implante de células endometriais fora do útero. “O nome vem da palavra endométrio, camada que reveste o interior do útero e eliminada durante a menstruação. O problema começa quando, por algum motivo, o endométrio se encontra fora do útero,” diz Mathias.</P>
<P>O problema só pode ser diagnosticado com a ajuda das pacientes. Dores durante a relação sexual, cólicas menstruais que não melhoram com medicação e aumentam com o passar do tempo, são alguns sinais. As análises ginecológicas não podem ficar fora dessa investigação. “O exame do abdome pode revelar se há aumento abdominal ou dores localizadas. O do colo do útero pode detectar a doença no colo e/ou na parede vaginal. O toque ginecológico avalia possíveis aumentos nos ovários, dores atrás do útero e eventuais nódulos”, detalha o médico.</P>
<P>O tratamento da endometriose pode ser clínico ou cirúrgico, depende da intenção da paciente. Se a mulher deseja engravidar o método terapêutico indicado é mais brando, normalmente com&amp;nbsp; anticoncepcionais. Para quem quiser se livrar de vez da dor, os remédios que paralisam as funções do ovário são a solução.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Palestra para mamães e babás</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/palestra-para-mamaes-e-babas</link>
<description><![CDATA[ <P>A chegada do novo herdeiro provoca diversas modificações no lar e no dia a dia das mamães. Acostumar-se com todas essas mudanças e cuidar do recém-nascido não é tarefa fácil. Para suprir essas e outras necessidades o serviço de babá é sempre boa saída.&amp;nbsp;&amp;nbsp; </P>
<P>Mas, o que se espera dessa profissional? Quais os critérios de avaliação para contratar uma “companheira” para o pequeno? Essas e outras dúvidas são comuns, principalmente para as famílias com o primeiro bebê. Afinal, a babá é praticamente da família, já que o pequeno passa grande parte do tempo com ela.</P>
<P>A fim de clarear esse relacionamento, a terapeuta de família, Roberta Palermo, faz palestra gratuita nesta quarta-feira, dia 10, às 19h, no Espaço Sandice, em Moema.</P>
<P>Durante o evento será possível aprender em dobro. De um lado as mamães terão dicas para encontrar uma boa babá, ajuda-lá a se adaptar à rotina familiar e conhecer a legislação trabalhista. Do outro, o cuidador encontrará dicas para trabalhar bem, lidar com conflitos e transmitir segurança aos pais.</P>
<P>A terapeuta usará o livro de sua autoria - Babá/Mãe – Manual de instruções, para esclarecer o papel de cada uma. "As famílias contam com a participação de profissional para cuidar da criança. E as mães estão desesperadas por soluções práticas para o dia a dia com a babá, por isso, é tão importante esclarecer esses papéis", afirma a autora. <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Imperatividade infantil</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/imperatividade-infantil-saiba-como-lidar-com-esse-comportamento</link>
<description><![CDATA[ <P>Algumas crianças se destacam aos olhos dos pais por sua personalidade e determinação. Mas, ainda pequenos, agir de forma tão independente, de forma a causar influência a todos os outros que o cercam e expressar suas opiniões sobre qualquer assunto é saudável? <BR><BR>A Coordenadora do Colégio Itatiaia, Cláudia Razuk esclarece que em primeiro lugar, os pais devem sentar e avaliar a rotina da casa e da criança e listar as situações em que ela poderá opinar e decidir. E deixar claro que a decisão final será dos pais. <BR><BR>“Há necessidade de criar esse hábito desde cedo, sempre através de muitas conversas. No início, e dependendo da idade, a criança participa de decisões simples e corriqueiras e, com o passar do tempo e crescimento da confiança de que está se saindo bem em suas decisões diárias, vai se abrindo o leque, dando a ela mais corda”, afirma Cláudia. <BR><BR>Mas, a dúvida de muitos pais é: e quando o limite será necessário? Segundo a coordenadora, quando a criança tentar tomar uma decisão errada, é hora de calma para tentar fazê-la perceber o erro. “Neste momento, lançar outras alternativas que se aproximem da sua ideia e objetivo inicial, funciona como uma forma de negociação”. <BR><BR>Filhos que crescem autônomos, seguros de si e cheios de vontades precisam superar algumas situações sozinhos, sempre observados e orientados pelos pais quando necessário. Mesmo que possuam uma personalidade dominante, podem aprender a usá-la a seu favor para desenvolver seu crescimento e conhecimento. <BR><BR>E para que isso seja possível, é essencial o alicerce familiar por trás de tudo. É ali que a criança aprende os valores, as regras, para que respeitem os adultos e sejam respeitados, cercados sempre de muito amor e cada vez mais preparados para o mundo que o espera.</P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Dia da mulher também é saúde - Mutirão de saúde da mulher acontece nesta sexta-feira (12) e sábado (13)
</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/dia-da-mulher-tambem-e-saude</link>
<description><![CDATA[ <P>Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Departamento de Ginecologia da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) com apoio da Bayer Schering Pharma (BSP), realizará um mutirão de saúde da mulher nesta sexta-feira (12) e sábado (13).</P>
<P>O mutirão oferece exames de mamografia, papanicolaou, medição de glicemia, peso, altura, circunferência abdominal e aferição da pressão. “Para se prevenirem de uma série de doenças, as mulheres precisam realizar exames anualmente, e este evento irá contribuir principalmente com aquelas que não dispõem de tempo para cuidar da própria saúde”, afirma o coordenador do mutirão e Chefe do Departamento de Ginecologia da UNIFESP, Prof. Dr. Afonso Nazario.</P>
<P>O apoio da Bayer Schering Pharma - laboratório que acompanha a evolução da mulher, com pesquisas e desenvolvimento de tratamentos do universo feminino - faz parte da programação da “2ª Semana Bayer Schering Pharma da Mulher e os 50 anos da pílula”. <BR>&amp;nbsp;<BR>Gratuito, o evento será realizado das 8 às 16h nas unidades Casa da Mama – Rua Botucatu, 527 – Vila Clementino – e no Núcleo de Prevenção – Rua Borges Lagoa, 380. As inscrições são limitadas e podem ser feitas pelo telefone (11)5579-3321 – ramal 01.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Vovó Reciclada, Sem Interferência</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/vovo-reciclada-sem-interferencia</link>
<description><![CDATA[ <P>O Clube da Vovó Sempre Materna é o local ideal para as vovós que buscam reciclar seus conhecimentos. Afinal, do filho ao neto muita coisa mudou e é preciso ficar antenada para participar da chegada do bebê.</P>
<P>A sogra é motivo de piadas em todos os idiomas. Mas, aqui no Brasil, piadinhas à parte, é fato que com a vida profissional agitada dos pais, o apoio das vovós (mães ou sogras) é fundamental. Pesquisa realizada pela revista Sempre Materna comprova que aproximadamente 40% dos pais deixam seus filhos com as avós após a licença-maternidade.</P>
<P>Para evitar confusões, desentendimentos e preservar o bom convívio familiar, respeitar os limites é o melhor caminho. Palpites, nem pensar! A dica é ser uma avó do século XXI. Para isso, nada melhor do que uma boa reciclagem. O Clube da Vovó,&amp;nbsp; Sempre Materna, já é sucesso. O objetivo é formar avós modernas, jovens de idade e espírito, fundamentais no cenário da nova família que aumentou com a chegada de um bebê. </P>
<P>Compartilhar a maternidade: esta é a oportunidade que todos têm quando recebem a notícia de que um bebê está a caminho. Portanto, é preciso estar preparada para auxiliar o casal e reconhecer que todos precisam reciclar conhecimentos e técnicas sobre qualquer que seja o assunto e com a gravidez não é diferente. </P>
<P>Sem as dores de um trabalho de parto, é fato que a vovó terá nos braços um ser pequeno e indefeso que vai precisar dos seus cuidados, amor e atenção. Mas, também é preciso entender que a nova família precisa de um tempo de adaptação, por esse motivo os aspectos emocionais são abordados para que não haja interferência na vida do casal.</P>
<P>&amp;nbsp;Não menos importante é o fato de que elas vão recordar os momentos inesquecíveis da gestação de seus filhos e surpreenderem-se com os avanços da medicina, da indústria e, principalmente, com as emoções sem fim que estão por vir! </P>
<P align=center><STRONG>Programação Clube da Vovó Sempre Materna</STRONG></P>
<P>- Avó ontem e hoje <BR>- Pós-parto como ajudar?<BR>- Entendendo a Depressão Pós-Parto<BR>- Banho do bebê<BR>- Cuidados com o coto umbilical<BR>- Troca de Fraldas<BR>- O sono do bebê, ensinando-o a ter rotina<BR>- Amamentação: Como Ajudar<BR>- Alimentação natural e artificial<BR>- Como lidar e ajudar o casal que se transformou em uma família<BR>- Estimulação do bebê<BR>- Segurança em Casa e no Trânsito<BR>- Primeiros Socorros<BR>- Brinquedos<BR>- Audição e linguagem<BR>- Massagem <BR>- Desenvolvimento do bebê: dentes, andar,visão ,tirar do berço,tirar fralda etc.<BR>- Psicologia da Vovó: A mãe com açúcar que nos dias de hoje também deve educar e por limites</P>
<P><STRONG>Serviço:<BR></STRONG>Clube da Vovó Sempre Materna<BR>Informação e Inscrições: (11) 3881-0002<BR>Carga Horária: 06 horas<BR>Valor do Curso: R$ 150,00</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>A importância dos exames periódicos para as mulheres - Checar suas condições físicas é a melhor forma de evitar problemas maiores</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/a-importancia-dos-exames-periodicos-para-as-mulheres</link>
<description><![CDATA[ <P>Fazer exames periódicos sempre é recomendação dos médicos para todas as idades. Quando o assunto é câncer a sugestão é ainda mais especial, já que as chances de cura são maiores quando o diagnóstico é ainda precoce. Nesse caso, doenças como câncer de mama - maior causa de morte por câncer entre mulheres - e tumores de útero podem ser tratadas de maneira eficaz.</P>
<P>A ginecologista Dra. Sueli Raposo, do Delboni Auriemo/DASA, orienta que as mulheres chequem sempre suas condições físicas, para evitar problemas maiores. “Assim como os homens, as mulheres devem cuidar de sua saúde. O ideal é consultar um ginecologista pelo menos uma vez ao ano”, conta.</P>
<P>Dentre alguns métodos diagnósticos das doenças, os mais eficientes são a mamografia e a citologia oncótica (papanicolau). “Os procedimentos, que devem ser realizados em mulheres a partir da primeira menstruação consistem na avaliação das mamas e na presença de alterações no tecido do colo do útero”, diz a médica. </P>
<P>Confira algumas dicas de exames de acordo com a faixa etária:</P>
<P><STRONG>Para todas as idades </STRONG><BR>- Consultar o ginecologista, pelo menos uma vez ao ano<BR>- Conferir sempre a pressão arterial<BR>- Controlar o peso. A obesidade deve ser combatida, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares e também alguns tipos de câncer<BR>- Praticar exercícios<BR>- Não fumar<BR>- Atualizar a carteirinha de vacinação<BR>- Tomar a vacina contra Hepatite B e HPV antes do início da vida sexual</P>
<P><STRONG>Aos 20 anos: </STRONG><BR>- Controle de colesterol, triglicérides, glicemia, creatinina e urina <BR>- Papanicolau e colposcopia anualmente. Dependendo do resultado o ginecologista poderá pedir com mais frequência<BR>- Ultrassom pélvico ou transvaginal<BR>- Avaliação de pintas (manchas no corpo)<BR>- Realizar exames para prevenção de doenças hematológicas como anemias, hepáticas e cardíacas<BR>- Usar camisinha para prevenção de DSTs como HIV, hepatites B e C, HPV, clamídia, gonorréia, sífilis, herpes, cancro mole e donovanose</P>
<P><STRONG>Aos 30 anos:</STRONG><BR>- Procurar um oftalmologista, <BR>- Fazer Us de tiróide e dosagens hormonais (Tsh eT4l)<BR>- As que possuem antecedentes familiares de câncer de mama ou ovário devem fazer a primeira mamografia aos 35 anos</P>
<P><STRONG>Aos 40 anos:<BR></STRONG>-&amp;nbsp; A mamografia dever ser realizada anualmente, já que o pico de incidência de câncer de mama é entre 47 e 52 anos<BR>- Repetir o ultrassom da tiróide e fazer as dosagens hormonais<BR>- Exames clínicos anualmente com dosagem de glicemia, colesterol, triglicérides e verificar a pressão arterial</P>
<P><STRONG>Aos 50 anos ou mais:</STRONG><BR>- Manter todos os tópicos acima <BR>- Investigar neoplastias. <BR>- Fazer avaliação cardiológica<BR>A incidência de câncer de colo uterino diminui após a menopausa, mas aumenta o risco de câncer de ovário e endométrio. O rastreamento pode ser feito pelo ultrassom transvaginal e alguns marcadores tumorais.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>50 anos da pílula anticoncepcional - Como o método contraceptivo influenciou a tomada de decisões pessoais e profissionais pelas mulheres</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/50-anos-da-pilula-anticoncepcional</link>
<description><![CDATA[ <P>Em uma sociedade contemporânea em que a mulher exerce diversos papéis, seja como profissional, administradora do lar, estudante, solteira, esposa ou mãe, as influências comportamentais e a moda feminina que marcaram as décadas anteriores são visíveis no dia a dia. Com um ritmo de vida dinâmico, a mulher atual, a exemplo de alguns ícones femininos do passado, vive em constante busca por independência. Neste contexto, o surgimento da pílula anticoncepcional, no início da década de 60, permitiu que a mulher passasse a controlar sua fertilidade, conquistasse liberdade sexual com segurança e praticidade e, mais recentemente, aliasse a contracepção a outros benefícios propiciados pela pílula.</P>
<P>Estudo realizado pelo Instituto Guttmacher, organização de saúde sexual dos Estados Unidos, revela que 80 milhões de mulheres utilizam a pílula anticoncepcional no mundo. O maior percentual de consumidoras reside na Europa e nos Estados Unidos e utilizam o método para planejar o tamanho da família, se dedicar aos estudos e à carreira. O estudo revela ainda que, na América Central e do Sul, cerca de 16 milhões de mulheres utilizam a pílula anticoncepcional, sendo que as brasileiras usam os contraceptivos orais durante um período maior – entre dois e cinco anos -, enquanto as mexicanas utilizam o método por apenas um ano sem interrupção. “Normalmente, as mulheres realizam uma pausa no uso da pílula por razões culturais, no entanto, não é um procedimento recomendado, justamente por haver a possibilidade de ocorrer uma gestação não planejada neste período”, afirma o Prof. Dr. Afonso Nazario, Chefe do Departamento de Ginecologia da UNIFESP. O levantamento do Instituto Guttmacher mostra também que a taxa de contracepção na América Central e do Sul aumentou consideravelmente, de 15% em 1969, para mais de 70% em 2000. </P>
<P>O atual índice elevado de utilização da pílula anticoncepcional contrasta com o período de seu lançamento, ocorrido quando o cenário mundial pregava uma conduta moral de castidade feminina - na época o método era receitado apenas para as mulheres casadas e com autorização dos maridos. A primeira pílula, lançada nos Estados Unidos, possuía formulação com altas doses de hormônio, que gerava alguns efeitos colaterais, e assim não conquistou as usuárias. Em 1961 importante empresa do mercado farmacêutico lança a primeira pílula disponibilizada em países da Europa, Austrália e Brasil, com formulação seis vezes maior que a quantidade de princípio ativo dos contraceptivos atuais.</P>
<P>No auge dos anos 70, surge a chamada segunda geração de pílulas, com redução significativa da quantidade de hormônios usados nas primeiras versões. No final dos anos 90 é inaugurada a terceira geração da pílula anticoncepcional, com formulações de baixas doses e princípios ativos mais modernos que proporcionam outros benefícios além da contracepção. </P>
<P>Paralelo ao surgimento da pílula, as mulheres iniciaram uma revolução silenciosa e discreta. A taxa de fecundidade brasileira decresce da média nacional de 6,3 filhos em 1960 para 5,8 filhos em 1970, chegando ao patamar de 2,3 filhos em 2000. A região Sudeste foi a que registrou o menor índice de fecundidade, 2,1 filhos por mulher, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<BR>&amp;nbsp;<BR>“Com a opção de controlar a fertilidade, a mulher pode escolher o momento ideal para ingressar no mercado de trabalho em busca de sua independência financeira ou ampliação dos bens de consumo de toda a família”, afirma Flavio Gikovate, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor. </P>
<P>A expansão do ensino nas décadas de 60 e 70 permitiu que as mulheres aumentassem sua escolaridade e, com isso, passassem a pensar no desenvolvimento de uma carreira. “A pílula anticoncepcional surgiu em um momento já favorável para o início da ‘revolução de costumes’, período em que a sexualidade humana ganhou importância própria, desvinculando-a da necessidade de reprodução e permitindo que as mulheres pensassem em relações sexuais sem o pavor da gestação”, ressalta Gikovate.&amp;nbsp; </P>
<P>De acordo com os indicadores da Fundação Carlos Chagas, a participação da mulher no mercado de trabalho ou procurando emprego em 1976 era de 28,8%. Já em 2007, este índice representou um total de 43,6%. Em 2009, dados atualizados do IBGE revelam que o trabalho feminino já corresponde a 45,1% da população empregada no País. </P>
<P>Observe como a evolução feminina no mercado de trabalho impactou os índices de fecundidade nas últimas décadas: </P>
<P>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">Ano<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">População brasileira&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (em milhões)*<o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">População economicamente ativa feminina*<o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">Taxa de fecundidade brasileira*<o:p></o:p></FONT></B></P></TD></TR>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">Década de 70<o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">93.139.037<o:p></o:p></FONT></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">28,8%<o:p></o:p></FONT></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">5,8 filhos<o:p></o:p></FONT></P></TD></TR>
<TR style="mso-yfti-irow: 2">
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #a8dfe0; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" noWrap prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #a8dfe0; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">Década de 80<o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #d8d8d8; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #d8d8d8; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">119.002.706<o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #d8d8d8; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #d8d8d8; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">33,5%<o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #d8d8d8; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #d8d8d8; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">4,4 filhos<o:p></o:p></FONT></P></TD></TR>
<TR style="mso-yfti-irow: 3">
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #a8dfe0; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" noWrap prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #a8dfe0; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">Década de 90<o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">146.825.475 <o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">35,5% <o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">2,9 filhos <o:p></o:p></FONT></P></TD></TR>
<TR style="mso-yfti-irow: 4">
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #a8dfe0; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" noWrap prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #a8dfe0; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">2000<o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #d8d8d8; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #d8d8d8; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">169.799.170<o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #d8d8d8; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #d8d8d8; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">-<o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: #e0dfe3; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #d8d8d8; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: #e0dfe3; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #d8d8d8; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">2,3 filhos <o:p></o:p></FONT></P></TD></TR>
<TR style="mso-yfti-irow: 5; mso-yfti-lastrow: yes">
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #a8dfe0; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" noWrap prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: #a8dfe0; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><B><FONT face="Times New Roman">&amp;nbsp;2007<o:p></o:p></FONT></B></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: white; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: white; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">183.987.291<o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: white; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: white; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">43,6% <o:p></o:p></FONT></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 25%; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: white; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: #e0dfe3; PADDING-TOP: 0cm" width="25%" prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 25%; padding-right: 5.4pt; background: white; border-top: #e0dfe3; border-right: #e0dfe3; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman">1,95 filho<o:p></o:p></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal><I><FONT size=3><FONT face="Times New Roman">* População recenseada no Brasil e taxa de fecundidade brasileira – dados do IBGE<o:p></o:p></FONT></FONT></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 2.2pt 0pt 0cm" class=MsoNormal><I><FONT size=3><FONT face="Times New Roman">* População economicamente ativa feminina – dados da Fundação Carlos Chagas<o:p></o:p></FONT></FONT></I></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/50-anos-da-pilula-anticoncepcional</guid>
</item>
<item>
<title>A importância da relação médico-paciente no período gestacional - Já é sabido que a gestação é caracterizada por um período de intensas transformações e emoções, mas alguns casos podem ser revertidos

</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/importancia-relacao-medico-paciente-periodo-gestacional</link>
<description><![CDATA[ <P>Sentimentos de medo, insegurança, impotência e perda do controle acompanham a gestante, já que ela vive um período desconhecido, carregado de fantasias, expectativas, desejos e projetos e quase nunca sabe explicar o que está acontecendo com ela e com o bebê.</P>
<P>Uma das formas possíveis de se controlar a angústia e a ansiedade causadas pelo desconhecido é à busca de informações, que é considerada pela psicologia como um recurso de enfrentamento bastante saudável.</P>
<P>Hoje em dia temos inúmeras maneiras de encontrar as informações que desejamos, mas é no contato com o médico que se encontra o conforto real. É ele que conhece a mãe, é ele que irá acompanhar cada passo da gestação, é ele que tem o poder da informação e do conhecimento.</P>
<P>Daí a importância do momento de escolha do médico, que deve ser feita com calma e sem pressa.</P>
<P>É fundamental que a gestante procure alguém que ela confie e que busque informações sobre esse profissional. Deve observar se sente tranqüila e acolhida na relação com ele, sem desconfortos ou incertezas.</P>
<P>Infelizmente, muitos médicos não entendem qual a sua real importância na vida dos pacientes. Muitos se deixam contaminar pela vaidade e acabam esquecendo que muitas daquelas dúvidas que parecem bobeira e que estão tirando o sono da futura mamãe, poderiam ser sanadas com um simples momento de atenção ou uma palavra esclarecedora.</P>
<P>A figura do médico é fundamental para amenizar os sintomas psíquicos causados pela dúvida e insegurança, pois é ele o responsável pela manutenção do bem-estar da paciente durante toda a gestação e parto, orientando e desmistificando as fantasias tão comuns nessa situação.</P>
<P>É fundamental que o médico consiga dar uma atenção diferenciada para cada paciente, considerando as singularidades, construindo uma relação de ajuda diante das angústias e carências afetivas, compreendendo e respeitando as dificuldades do momento psico-afetivo vivido pela paciente e seus familiares.</P>
<P>O médico deve manter-se calcado na ética e na prática terapêutica, mas uma dose de relação humana é fundamental.<BR>A humanização é hoje em dia a base da relação médico-paciente que deve ser preenchida com empatia, confiança, respeito mútuo e bi-direcionamento afetivo norteando a prática e otimizando essa relação promovendo um encontro verdadeiro, gerando tranqüilidade e acolhimento.</P>
<P><STRONG>Alessandra Robles Lopes</STRONG><BR>CRP 06/51523-0<BR>Psicóloga Clínica e Hospitalar<BR>Fone: 3846-72-65 (consultório) / 9637-30-73<BR>e-mail: <A href="maito:alessandrarobles@hotmail.com" tooltip="linkalert-tip">alessandrarobles@hotmail.com</A> / <A href="mailto:psiclinicaesaude@uol.com.br">psiclinicaesaude@uol.com.br</A></P>
<P></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/importancia-relacao-medico-paciente-periodo-gestacional</guid>
</item>
<item>
<title>Doença Renal Infantil é assunto sério </title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/doenca-renal-infantil-e-assunto-serio-</link>
<description><![CDATA[ <P>A doença renal crônica em crianças é assunto da segunda edição do Simpósio Internacional de Nefro-Urologia Pediátrica, o Nephrokids, organizado pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e pela disciplina de Urologia da FMUSP.&amp;nbsp;</P>
<P>O evento será nos dias 04 e 06 de março no Hospital das Clínicas, em São Paulo. O tema “Inserindo a prevenção da progressão da doença renal no cotidiano da Nefro-Urologia Pediátrica”, abordará a importância da prevenção, diagnóstico e tratamento adequado para a doença infantil.</P>
<P>Estima-se que a patologia em fase avançada atinja cerca de 700 crianças no Brasil. Como é silenciosa e não apresenta sintomas específicos nas fases iniciais, o diagnóstico precoce da doença é mais complicado. Dados científicos mostram que 20% dos casos são encaminhados tardiamente para tratamento. </P>
<P>A médica responsável pela Unidade de Nefrologia Pediátrica do Instituto da Criança da FMUSP e professora livre-docente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Vera Koch, explica. “Como chegam em estágio muito avançado da doença, as crianças e suas famílias acabam sendo surpreendidas pela necessidade abrupta da realização transplante renal precedido ou não de algum tipo de diálise sem ter a chance de um tratamento nas fases mais precoces da doença”. </P>
<P>Pesquisa realizada pelo Johns Hopkins Children’s Center, nos EUA, demonstrou que a doença renal, até mesmo em estágio leve ou moderado, afeta diretamente a qualidade de vida. Segundo os autores, crianças com doença renal crônica têm prejuízos, físicos, emocionais, intelectuais e sociais e, portanto, precisam de apoio em todos os aspectos.</P>
<P>Atualmente, os casos diagnosticados são mais comuns em pacientes com doenças associadas, como problemas oncológicos e cardiopatias, e em crianças provenientes de fertilização in vitro ou que passaram por sofrimentos intra-utero, resultando na má-formação dos rins. Mas, vale destacar que 15% dos casos são diagnosticados com menos de um ano de vida e mais de 50% até os cinco anos de idade. A Infecção urinária de repetição é considerada importante sintoma para o diagnóstico.</P>
<P>&amp;nbsp;&amp;nbsp; <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/doenca-renal-infantil-e-assunto-serio-</guid>
</item>
<item>
<title>Pós Parto: o organismo voltando à forma antiga - O bebê acabou de nascer e seu corpo já começa a trabalhar para o aparelho reprodutor voltar a ser o que era antes da gravidez o organismo voltando à forma antiga</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/pos-parto-organismo-voltando-forma-antiga</link>
<description><![CDATA[ <P>O puerpério (pós-parto) é o período no qual as modificações ocorridas no organismo materno durante a gestação irão retornar ao estado pré-gravídico. Esta fase começa imediatamente após a expulsão total da placenta e das membranas ovulares (a “bolsa” que continha o líquido amniótico) e pode durar muitos meses. “A fase do puerpério sempre deve ser acompanhada pelo obstetra. Ele poderá identificar qualquer problema que esteja ocorrendo, esclarecer as dúvidas e decidir o período correto para iniciar a contracepção”, afirma o ginecologista e obstetra Paulo Augusto Amador Pereira. Veja a seguir o que é esperado acontecer no pós-parto de acordo com o médico:</P>
<H3>ÚTERO</H3>
<P>Após a expulsão da placenta, o útero contrai muito e esse é um importante mecanismo para interromper o sangramento que ocorre quando a placenta se solta. Nesta fase, o útero contraído se encontra no nível da cicatriz umbilical. Em situação normal, ele continuará a regredir e ao redor do 12º dia pós-parto deverá estar nivelado com a sínfise púbica. Essa recuperação pode ser mais lenta em gestantes cujo útero sofreu uma grande distensão (por exemplo: gestação gemelar, feto muito grande, excesso de líquido amniótico), nas pacientes que não amamentam, nas pacientes submetidas à cesárea e se houver infecção uterina.</P>
<H3>COLO DO ÚTERO</H3>
<P>Nos casos de parto vaginal, o colo do útero estará fechado ao redor do 5º dia pós-parto em primíparas (primeiro parto) e ao redor do 10º dia nas multíparas (mais do que um parto).</P>
<H3>VAGINA</H3>
<P>No pós-parto imediato, a vagina encontra-se edemaciada, congesta e com grande relaxamento de suas paredes, alterações que regridem após os dois primeiros dias. A alteração mais importante é a atrofia da mucosa vaginal resultante do hipoestrogenismo, é a chamada crise vaginal, que inicia sua recuperação por volta do 25º dia, fato comum às que tiveram parto vaginal ou cesárea. O retorno da lubrificação vaginal à normalidade é individual e habitualmente retardado nas mulheres que amamentam. Embora a rugosidade da mucosa retorne gradativamente, sua redução é evidente a cada parto.</P>
<H3>VULVA E PERÍNEO</H3>
<P>Apresentam-se edemaciadas e congestas, retornando à normalidade rapidamente, lacerações pequenas são freqüentes e cicatrizam espontaneamente. No caso de parto vaginal, a ocorrência de botões hemorroidários é freqüente, pela congestão venosa e pela compressão provocada pela passagem do feto no canal de parto. A regressão costuma ser espontânea.</P>
<H3>ASSOALHO PÉLVICO</H3>
<P>A musculatura costuma sofrer distensões e lacerações que podem ocasionar distopias genitais (quando um órgão pélvico não retorna ao seu local de origem, por exemplo, a popularmente conhecida ‘bexiga caída’). Essa ocorrência é evitada com exercícios pré e pós-natal desses grupos de músculos, e com adequada assistência obstétrica ao parto.</P>
<H3>LOQUIAÇÃO</H3>
<P>A lóquia é a secreção eliminada no puerpério e corresponde a sangue, produtos de descamação, exsudatos e transudatos provenientes da ferida placentária (principalmente), do colo do útero e da vagina. A lóquia muda de cor no decorrer do tempo e sua quantidade vai diminuindo, sendo que a maior parte é eliminada nos primeiros cinco dias. Primeiro ela é vermelha (lochia rubra ou cruenta), dura até o quarto dia e diminui de volume com o passar do tempo. Entre o 4º e 10º dia a quantidade sangue diminui e aumenta o número de glóbulos brancos, tornando a secreção mais escurecida (lochia fusca). Após o 10º dia a coloração é amarelada (lochia flava) e progressivamente vai ficando esbranquiçada.</P>
<H3>MENSTRUAÇÃO</H3>
<P>O retorno do ciclo menstrual após o parto é variável, tendendo a ocorrer mais cedo nas mulheres que não amamentam (2º ou 3º mês) e mais tarde nas que amamentam exclusivamente. Algumas mulheres só voltam a menstruar depois do desmame completo.</P>
<H3>FERTILIDADE</H3>
<P>Logo após o parto, a mulher tem probabilidade menor de engravidar, principalmente aquelas que amamentam. Estima-se que o risco de engravidar nos primeiros 6 meses seja de 70% para as que não amamentam e de 10% para as que a amamentação exclusivamente e que ainda não voltaram a menstruar (mas deve-se frisar que esta proteção elevada só é válida diante da associação “aleitamento exclusivo e ausência de menstruação”). A proteção causada pela amamentação se explica pelo fato de que a prolactina, hormônio produzido pela hipófise e que estimula a produção de leite, quando está em níveis elevados é capaz de causar um “bloqueio” nos ovários dificultando a ovulação. Porém, mesmo com a manutenção da lactação, os níveis de prolactina tendem a se normalizar ao redor do sexto mês e com isso o risco de engravidar aumenta.</P>
<P></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/pos-parto-organismo-voltando-forma-antiga</guid>
</item>
<item>
<title>Mais que um professor</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/mais-que-um-professor</link>
<description><![CDATA[ <P>Segundo o educador Eduardo Shinyashiki, especializado em Desenvolvimento Humano nos Estados Unidos, Europa, América do Sul, México e Índia a educação é a base para o desenvolvimento de qualquer nação. Para ele, o professor é peça chave na formação do ser social. “É ele quem vai guiar a produção do conhecimento e o futuro profissional e acadêmico de cada criança”, comenta.</P>
<P>No entanto, uma recente notícia sobre educadores alarmou pais e estudantes. A Secretaria da Educação de São Paulo anunciou que usará professores reprovados em exames para ministrar aulas no ensino básico. O sindicato do setor anunciou ainda que esses profissionais irão para as periferias da capital, onde o desempenho dos alunos é abaixo da média nacional. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego, 80% dos professores ativos no Brasil participam da educação básica, ou seja, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.</P>
<P>“Para solucionar esse problema, é preciso primeiro ter presente que o professor é muito mais que um transmissor de conhecimentos. É ele também que irá estimular a criança a ter características exigidas pelo mercado de trabalho”, ressalta Eduardo.</P>
<P>Para Shinyashiki, diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos, o papel do educador dentro e fora da sala de aula é de extrema importância para os alunos. “O professor é um dos principais líderes da vida de uma criança, é ele que, juntamente com os pais, vai influenciar diretamente no desenvolvimento delas. Ele irá conduzir os alunos rumo ao conhecimento e a sabedoria”, enfatiza ele que ainda complementa: “A escola é o primeiro ambiente que a criança encontra fora da família, e o mestre será uma das pontes mais importantes de transição da infância para a vida adulta. Nesse sentido, o docente deverá ser um bom exemplo e passar a sua melhor característica para os alunos, agindo como um cidadão ético e responsável, ciente de sua missão de transmitir valores para um futuro profissional”.</P>
<P>De acordo com Eduardo Shinyashiki que também é autor do livro Viva Como Você quer Viver, as rápidas mudanças podem afetar alguns setores da sociedade e a educação não está exclusa deste cenário. Para ele, o professor deve enfrentar grandes desafios em sua profissão, além de se especializar para comunicar o conhecimento. “Os grandes professores que se permitem ensinar e transmitir o amor e a dedicação nos marcam de forma positiva, deixam resultados perenes e transmitem de forma inequívoca valores e ideais, promovendo uma verdadeira transformação na vida de cada pessoa”, finaliza ele que tem uma trajetória acadêmica dedicada ao estudo e à pesquisa dos aspectos emocionais, mentais e físicos do ser humano.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/mais-que-um-professor</guid>
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<title>Check in do bebê</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/check-in-do-bebe</link>
<description><![CDATA[ <P>Qualquer passeio no fim de semana é motivo para ocupar uma mala gigantesca das crianças. Portanto, dentro do planejamento da viagem, os acessórios do bebê devem ser prioridade.</P>
<P>Antes de botar o pé na estrada, a mamãe deve se lembrar de tudo que é utilizado dentro de casa, principalmente roupas de banho e de cama. Mamadeira, fralda e brinquedos também são imprescindíveis para garantir a diversão dos pequenos. </P>
<P>Os preparativos começam com a bagagem de mão. “Tem criança que fica inquieta dentro do carro, outras ficam enjoadas com as curvas na estrada, por isso, a mãe tem que estar prevenida para qualquer imprevisto”, explica Tatiana Cassano Hentz, especialista em moda infantil. </P>
<P>A dica é fazer uma lista com tudo o que for necessário para o bem-estar e comodidade das crianças para não deixar nada para trás. Feito isso, coloque nas malas,&amp;nbsp;marque o que já pegou, confira e boa viagem.</P>
<P>Ah, e não se esqueça,&amp;nbsp;tenha sempre em mãos uma máquina fotográfica para registrar todos os momentos com lindas fotos. </P>
<P>Veja as&amp;nbsp;sugestões de Tatiana para uma viagem de sete dias:</P>
<P><STRONG>Bebês</STRONG></P>
<P>04 - biquíni/maiô/sunga<BR>10 - bodies manga curta<BR>10 - shorts de malhas<BR>06 - calças de malha<BR>08 - camisetas<BR>10 - shorts/bermudas<BR>04 - pijamas<BR>02 - conjuntos de frio<BR>60 - fraldas descartáveis<BR>04 - vestidos (meninas)<BR>01 - roupão</P>
<P><STRONG>Meninos</STRONG>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; </P>
<P>14 - camisetas&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; <BR>08 - bermudas<BR>14 - cuecas<BR>03 - pijamas<BR>01 - tênis<BR>04 - meias<BR>02 - chinelos<BR>02 - sandálias<BR>04 - sungas<BR>03 - bonés<BR>01 - conjunto de frio<BR>01 - roupão</P>
<P><STRONG>Meninas</STRONG></P>
<P>08 - vestidos<BR>10 - conjuntos<BR>03 - pijamas<BR>14 - calcinhas<BR>01 - tênis<BR>02 - sandálias<BR>02 - chinelos<BR>04 - biquíni/maiôs<BR>03 - chapéu/boné<BR>01 - conjunto de frio<BR>04 - meias<BR>01 - roupão</P>
<P><STRONG>Praia ou piscina</STRONG></P>
<P>Toalhas<BR>Filtro solar <BR>Repelente<BR>Medicamentos<BR>Shampoo/condicionador/sabonete<BR>Pasta e escova de dentes <BR>Escova de cabelo<BR>Loção pós-sol<BR>Acessórios para cabelo <BR>Creme para assaduras<BR>Lenço umedecido<BR>Fralda de piscina<BR>Bóia para braço<BR>Mamadeiras e chupetas<BR>Brinquedos de praia<BR>Dvds, cds, livros de historinhas e atividades<BR>Guarda sol<BR>Piscininha inflável<BR>Travesseiro da criança</P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>E de repente, o mundo todo que adotar </title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/e-de-repente-o-mundo-todo-que-adotar-</link>
<description><![CDATA[ <P>O Haiti é considerado o país mais pobre da América, onde a população está acostumada a viver de doações. Depois do terremoto do dia 12 de janeiro a situação ficou ainda mais caótica e a nação se transformou em foco de campanhas mundiais de solidariedade. </P>
<P>Roupas, alimentos, dinheiro, médicos, bombeiros, ou seja, tudo que estiver ao alcance para tentar reconstituir esse cenário destruído pela força da natureza, é bem vindo. Mas, a ajuda que mais surpreende fica por conta dos pedidos de adoção das crianças, além de entidades internacionais e Organizações Não Governamentais (ONG’s), inúmeras pessoas procuram os pequenos para dar-lhes nova família.</P>
<P>A embaixada do Haiti no Brasil recebe centenas de solicitações para adoção, desde o terremoto. Franceses, israelenses, americanos e argentinos também já expressaram o mesmo desejo.&amp;nbsp; Porém, segundo a psicóloga, especializada no tratamento de casais com problemas de fertilidade, Luciana Leis, quando o assunto é adoção a atitude vai além da caridade. “A impressão que nos dá é a de que por trás deste gesto, pode até mesmo existir certo ganho de destaque social. A pergunta que fica é se realmente será dado o posto de filho a esta criança”, diz.</P>
<P>Luciana ainda ressalta: “O drama desta população faz com que diversos sentimentos aflorem: pena, tristeza, injustiça e, principalmente, vontade de ajudar, penso que possa estar havendo uma confusão na cabeça destes ‘candidatos a pais’”.</P>
<P>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fez um alerta dizendo que órfãos e crianças abandonadas no Haiti devem ser adotados no exterior, apenas como último recurso. “O objetivo deste comunicado é preservar a saúde mental destas crianças. É muito mais vantajoso para elas encontrar seus familiares (irmãos, tios, avós) do que saírem de seu país de origem para viverem junto a pessoas estranhas” finaliza a psicóloga. <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Espera por medicamentos</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/espera-por-medicamentos</link>
<description><![CDATA[ <P>A espera agonizante pela cura de doenças é vivida por dezenas de mães brasileiras. A esperança dessas famílias está nos remédios que devem ser cedidos pelo governo, mas que nem sempre chegam a tempo. Segundo pesquisa feita pela AFAG – Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves e APMPS – Associação Paulista dos Familiares e Amigos dos Portadores de Mucopolissacaridose, pelo menos 20 crianças portadoras da MPS (mucopolissacaridoses) - doença genética grave - correm risco de morte no país pela falta de medicamentos já prescritos por profissionais médicos e com liminares contra a União ordenando sua entrega. </P>
<P>De acordo com Regina Próspero, presidente da APMPS, toda vez que falta medicação, mesmo já existindo liminar judicial, é necessária nova intimação para que o governo não venha a interromper o tratamento daquele paciente. “No Pará há duas crianças nessas condições; uma em Mato Grosso do Sul; duas em Goiás; três na Paraíba; três no Paraná; uma em Minas Gerais”, enumera ela.</P>
<P>Atualmente, existem diagnosticados aproximadamente 250 casos da doença no País. A urgência é clara, entretanto não corresponde a necessidade. O Supremo Tribunal Federal (STF) espera reduzir as demandas judiciais contra o SUS (Sistema Único de Saúde), por prestações de saúde, e defende a orientação de que os medicamentos requeridos pela sociedade, para tratamento de saúde, devem ser fornecidos pelo Estado. Em São Paulo, as demandas judiciais que envolvem pacientes portadores de MPS estão, conta a advogada Maria Cecília de Oliveira, presidente da AFAG, sendo cumpridas. </P>
<P>&amp;nbsp;Em outubro de 2005, Luiz Inácio Lula da Silva sancionou Lei que explicita o direito ao atendimento integral à saúde de crianças e adolescentes. “Art. 11. É assegurado atendimento integral à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, garantido o acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. (Redação dada pela Lei nº 11.185, de 2005)<BR>§ 1º A criança e o adolescente portadores de deficiência receberão atendimento especializado.<BR>§ 2º Incumbe ao poder público fornecer gratuitamente àqueles que necessitarem os medicamentos, próteses e outros recursos relativos ao tratamento, habilitação ou reabilitação.”</P>
<P>&amp;nbsp;O estatuto da criança e do adolescente também, criado em 1990, também luta pelos direitos dos pequenos, porém, na prática, as soluções ficam atadas pelas ações judiciais e o sofrimento é quem manda na situação. </P>
<P><STRONG>Diagnóstico</STRONG></P>
<P>MPS (mucopolissacaridoses) não&amp;nbsp;é uma doença, mas sim um grupo delas. Enzimas lisossômicas diferentes podem estar deficientes (a depender da enzima a pessoa tem um tipo de MPS). Os lisossomos são estruturas que temos dentro das células e que, de maneira simplificada, “reciclam” os mucopolissacarídeos ou glicosaminoglicanos, espécie de açúcar complexo que existe no interior de todas as células.</P>
<P>Quando há deficiência de uma das enzimas lisossômicas, esta “reciclagem” não ocorre, acontece o acúmulo dos mucopolissacarídeos, lesão das células, aumento do volume dos órgãos (por exemplo, o fígado) e, em muitos casos, mau funcionamento destes órgãos.</P>
<P>De acordo com a literatura médica, os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida ou levar anos para surgir. As pesquisas continuam, mas os tratamentos conhecidos asseguram a melhoria da qualidade de vida de pacientes e familiares.</P>
<P><BR>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/espera-por-medicamentos</guid>
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<title>O bebê chegou: segure a emoção - Aprenda com Claudia Matarazzo, jornalista especializada em etiqueta e comportamento, a maneira mais educada de recepcionar um recém nascido e sua família</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/bebe-chegou-segure-emocao</link>
<description><![CDATA[ <P>Tempo esgotado, a visita acabou! O nascimento é motivo de alegria e festa para amigos e familiares, mas é também momento delicado de adaptação, vá com calma. Por mais carinho e atenção que todos desejam demonstrar aos pais e ao bebê, o excesso pode prejudicá-los.</P>
<P>Visitas à maternidade são limitadas para os mais íntimos, como avós e titios. Porém, se você quer participar da alegria e marcar presença, o ideal é que seja rápido e agradável.</P>
<P>“O tempo da visita não deve ultrapassar 20 minutos, pois, além dos cuidados com o bebê e a amamentação, a mamãe precisa descansar. E lembre-se: é muito bom estar cheiroso, mas cuidado com os perfumes muito fortes, mães e bebês são mais sensíveis a alergias”, explica Claudia Matarazzo.</P>
<P>Presentear é sempre uma gentileza, mas é importante não pecar na escolha. “Flor não é o presente mais indicado para mandar à maternidade. Contudo, se ainda achar essa a melhor forma de demonstrar seu carinho, deixe o vaso no corredor, jamais dentro do quarto. Na verdade, os presentes mais indicados para o RN são as roupinhas e os brinquedos. Lembre-se: para os primeiros dias de vida o bebê já tem roupas, por isso o ideal é comprar tamanhos maiores”, aconselha Claudia.</P>
<P>Ainda de acordo com a jornalista, o tradicional charuto comemorativo não precisa ser abolido. Mas a ala masculina deve respeitar o ambiente e em hipótese alguma acendê-los na maternidade: fumaça e nascimento não combinam.</P>
<P>Segundo a especialista, após a chegada do recém-nascido em casa, ainda é tempo de conter as visitas. “Antes que o bebê complete um mês, ligue, diga que está superfeliz com o nascimento ou faça rápidas visitas. Pode parecer radical, mas não é! Nesse período o RN mama de três em três horas (às vezes, até duas). O tempo da mamada é em torno de 40 minutos e entre trocar e colocar para dormir vão mais 30.</P>
<P>Pronto, sobram duas horas para a mamãe lavar a cabeça, cochilar, preparar a comida ou dar um telefonema”, enfatiza. Mantenha a calma, passado esse tempo todos estarão mais dispostos e poderão curtir mais tempo juntinhos ao lado do bebê.</P>
<H3>FIQUE ATENTO ÀS DICAS E FAÇA SUA PARTE</H3>
<P><STRONG>Crianças e assuntos delicados...</STRONG><BR>Pense duas vezes antes de levar outras crianças para visitar o recém-nascido. Afinal, a maternidade é um ambiente hospitalar. Os irmãos são um caso à parte: podem e devem ser levados para conhecer o novo integrante da família. Mas evite que fiquem brincando pelos corredores.</P>
<P><STRONG>Use o telefone...</STRONG><BR>Telefonemas são ótimos substitutos para as visitas. Mas também não podem ser longos, principalmente na maternidade. Deixe o questionário de quanto ele pesa, quanto mama e com quem se parece para outra hora. Pergunte apenas se ela está feliz e se o bebê passa bem. O resto do relato pode ser feito pela avó ou amigas em outra ocasião.</P>
<P><STRONG>Cuidado com os palpites!</STRONG><BR>Parece um complô: mães de primeira viagem, indubitavelmente, são confundidas com caixinhas de sugestões. Aí é um tal de “está mamando muito”, “a cólica é por causa do feijão”, “está mamando pouco”, “experimente espaçar as mamadas”, “está amarelinho”, “está com frio”, “coma canjica que o leite desce mais forte”… o sortimento é infinito e variado.</P>
<H3>CONSELHOS</H3>
<P><STRONG>Para a mãe:</STRONG> concorde com tudo e peça a orientação<BR>de seu pediatra.</P>
<P><STRONG>Para a visita:</STRONG> faça muita festa, sem ultrapassar os limites.</P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Segurança em primeiro lugar</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/seguranca-em-primeiro-lugar</link>
<description><![CDATA[ <P>O transporte dos pequenos é coisa séria. Um simples passeio&amp;nbsp;à padaria, ao supermercado ou à farmácia pode ser fatal. Dados do Ministério da Saúde comprovam, acidentes no trânsito são uma das principais causas de mortes e ferimentos entre crianças de zero a 14 anos. </P>
<P>Prevenir ainda é o melhor remédio. Muitas das mortes ou graves sequelas provocadas por um&amp;nbsp; acidente de automóvel poderiam ser evitadas com o transporte de crianças no banco traseiro, cinto de segurança e o uso correto de assentos infantis. Pensando nisso, o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) aperfeiçoou a regulamentação do Código de Trânsito Brasileiro com a Resolução nº 277, de 28 de Maio de 2008&amp;nbsp;com regras para garantir a segurança da criançada.</P>
<P>Seguir o regulamento é simples, a lei é estipulada de acordo com a massa corporal do bebê. Os pequenos de até um ano (ou até nove quilos) devem ser transportados em um assento reclinável, com suporte para a cabeça e de costas para o banco dianteiro. Para aqueles com até 18 Kg (de um e quatro anos) o recomendado é a cadeirinha de segurança. Entre 19 e 36 Kg o ideal é usar o assento de elevação, que proporciona a altura necessária para que a criança use o cinto de segurança. A partir dos dez anos de idade, acima de 36 Kg, já é permitido utilizar o cinto de segurança convencional. </P>
<P>Como apenas recomendar não é necessário, a partir de junho deste ano, os motoristas que insistirem em não seguir a lei pagarão por isso. De acordo com o CONTRAN as fiscalizações iniciam após dois anos da nova resolução, tempo suficiente para adaptação de todos.&amp;nbsp;A&amp;nbsp;multa será de R$ 191,54, além de&amp;nbsp;ser considerada gravíssima e comprometer&amp;nbsp;sete pontos na carteira de habilitação. </P>
<P>Porém a ‘dor’ no bolso é significativamente menor do que a causada pelas consequências da falta de consciência dos papais. “A utilização de assentos específicos para segurança das crianças é uma das medidas mais importantes para a redução de mortes e a regra vale para qualquer que seja à distância a ser percorrida”, diz o pediatra, especialista em saúde pública, gestão hospitalar, medicina do trabalho e ambiental, Walter Cordoni Filho .</P>
<P>Outro engano comum que pode custar caro é carregar os pequenos no colo. Dr Walter explica que bebês com 10 quilos, em um acidente de trânsito com o carro a 50 Km/h, teria o peso equivalente a 500 quilos. “É caso impossível segurar a criança que pode ser projetada para frente ou para fora do veículo. Além da possibilidade do pequeno ser esmagado pelo adulto que o segura” conclui. </P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Agarradinhos: mãe e filho mais tempo juntos</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/agarradinhos-mae-e-filho-mais-tempo-juntos</link>
<description><![CDATA[ <P>Ficar 24 horas com o filhote é o que toda mamãe deseja logo após o parto. Nada de e-mail, bronca de chefe, cobrança de cliente e nem mesmo preocupação com horário de expediente durante seis meses. O ano de 2010 já começou com o pé direito no quesito maternidade. </P>
<P>Desde o dia 25 de janeiro está em vigor o Programa Empresa Cidadã, pela Lei nº. 11.770/08, regulamentada pelo Decreto nº. 7.052, de 23/12/2009. A partir de então, os empresários tem a oportunidade de aumentar de 120 para 180 dias a licença-maternidade de suas empregadas e ainda abater porcentagens no Imposto de Renda. A finalidade é que todos saiam beneficiados.&amp;nbsp; </P>
<P>Mais tempo de aleitamento materno, passeios, troca de fraldas, assistir as primeiras gracinhas, acompanhar nas consultas ao pediatra, ou seja, fortalecer o vínculo materno com o recém-nascido, não tem preço. Apoiada pelo Ministério da Saúde, a regra é prezar pela saúde e bem-estar das crianças. </P>
<P>Entretanto, é importante lembrar as futuras mamães que a nova lei é apenas uma opção para as empresas, portanto, a prorrogação do direito materno não é obrigatória. O ideal é conversar com o departamento de Recursos Humanos para saber a postura da instituição. </P>
<P>Mas, tudo que é novo vem acompanhado de muitas dúvidas. Por isso,&amp;nbsp; a Sempre Materna conversou com a advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco – Centro de Orientação Fiscal, Rosania de Lima Costa, que explica passo a passo sobre a prorrogação da licença-maternidade. Acompanhe!<BR>&amp;nbsp;<BR><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>Para aderir ao programa “Empresa Cidadã”, o que a empresa deve fazer?<BR>Advogada</STRONG> - Para que a empresa possa conceder a licença-maternidade prorrogada por mais 60 dias (total de 180 dias), deve entrar no site da Receita Federal do Brasil e aderir o Requerimento de Adesão formulado em nome do estabelecimento matriz, pelo responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) - <A href="http://www.receita.fazenda.gov.br">http://www.receita.fazenda.gov.br</A></P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>Se a empresa não for adepta, a gestante pode tentar recorrer de outra maneira?<BR>Advogada</STRONG> - Não há como recorrer, uma vez que é uma opção da empresa aderir ou não, não havendo nenhuma obrigatoriedade.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG>- <STRONG>O que diz a nova lei sobre licença-maternidade?<BR>Advogada</STRONG> - Garante o benefício a empregada que&amp;nbsp; requerer até o final do primeiro mês após o parto, a prorrogação da licença-maternidade.<BR>A prorrogação da licença-maternidade iniciar-se-á no dia subsequente ao término dos 120 dias que tratam os arts 71 e 71-A da Lei nº. 8.213/91 e, será devida, inclusive, no caso de parto antecipado.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>Quais as regras para os empresários? O que muda?<BR>Advogada</STRONG> - A empresa continuará a pagar os 120 primeiros dias de licença-maternidade, deduzindo, mensalmente, na Guia da Previdência Social – GPS, e os demais 60 dias serão deduzidos do imposto devido, em cada período de apuração, o total da remuneração da empregada pago no período de prorrogação de sua licença-maternidade, vedada a dedução como despesa operacional.&amp;nbsp;Importante frisar que, para fazer uso da dedução do IRPJ, a pessoa jurídica que aderir ao Programa Empresa Cidadã fica obrigada a controlar contabilmente os gastos com custeio da prorrogação da licença-maternidade ou da licença à adotante, identificando de forma individualizada os gastos por empregada que requeira a prorrogação.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>E para as funcionárias grávidas?<BR>Advogada</STRONG> - Para as empregadas não haverá nenhuma mudança. Elas continuarão recebendo os salários integralmente durante o período da licença-maternidade.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>Nos casos de adoção como funciona?<BR>Advogada</STRONG> - A prorrogação da licença-maternidade também se aplica à empregada de empresa que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança, pelos seguintes períodos:<BR>•&amp;nbsp;Por 60 dias, quando se tratar de criança de até um ano de idade;<BR>•&amp;nbsp;Por 30 dias, quando se tratar de criança a partir de um até quatro anos de idade completos; e<BR>•&amp;nbsp;Por 15 dias, quando se tratar de criança a partir de quatro anos até completar 8 anos de idade.<BR>Observa-se que, neste caso, a prorrogação da licença-maternidade será proporcional.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>Quais os benefícios vindos da mudança?<BR>Advogada</STRONG> - Sob o meu ponto de vista, o benefício maior está relacionado ao maior tempo que será dispensado pela mãe ao filho. É por isso, que a legislação estabelece que, no período da prorrogação da licença-maternidade e de licença à adotante, a empregada não poderá exercer qualquer atividade remunerada, salvo nos casos de contrato de trabalho simultâneo firmado previamente, e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar.<BR>Em caso de ocorrência de quaisquer das situações supracitadas, a beneficiária perderá o direito à prorrogação.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>O que pode melhorar na relação mãe-filho?<BR>Advogada</STRONG> -&amp;nbsp; A intenção é fazer com que a mãe tenha dois meses adicionais para amamentar o bebê e ampliar o vínculo afetivo. De acordo com especialistas, o êxito do crescimento e desenvolvimento da criança, desde a vida intra-uterina, depende de numerosos fatores do meio ambiente em que se passa sua existência, mas, fundamentalmente, da criação de vínculo afetivo adequado com a mãe, o pai e demais membros do grupo social da família que a acolhe.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>Se tratando de aleitamento materno, o que isso pode melhorar para a criança?<BR>Advogada</STRONG> - A Organização Mundial da Saúde - OMS recomenda o aleitamento materno durante os seis primeiros meses de vida. É a forma natural de propiciar um maior vínculo afetivo original que, na espécie humana, se faz, de maneira insubstituível, nesse período. O princípio vale, inclusive, para mães trabalhadoras que não conseguem, por qualquer razão, amamentar seus filhos. Mesmo não lhes podendo alimentar com leite humano, podem garantir-lhes, com igual plenitude, todos os demais estímulos essenciais ao estabelecimento do vínculo afetivo, desde que estejam disponíveis para cuidarem dos filhos.</P>
<P><STRONG>Sempre Materna</STRONG> - <STRONG>Comparada com a licença-maternidade, por que a licença-paternidade é tão curta, sendo que o apoio do pai nesse período é tão importante?<BR>Advogada</STRONG> - Existe projeto de lei tramitando, que prevê o aumento a licença-paternidade de cinco dias para 30 dias. Vamos aguardar que devem vir novidades por aí.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/agarradinhos-mae-e-filho-mais-tempo-juntos</guid>
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<title>Uma escolha importante - A escola é a extensão da família e tem por função primordial agregar conhecimentos e auxiliar no crescimento e desenvolvimento da criança. Por isso, a escolha da primeira escola de seu filho merece atenção especial</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/uma-escolha-importante</link>
<description><![CDATA[ <P>Um dos maiores desafios que os pais enfrentam no processo de criação dos filhos é determinar o início de sua vida escolar. Qual a melhor idade para começar? Qual metodologia de ensino? Que tamanho de escola? São apenas algumas das inúmeras dúvidas. “O mais importante a ser levado em consideração na escolha da escola é avaliar não apenas o conteúdo pedagógico, mas se os valores sociais, morais, psicológicos, familiares e até religiosos são compatíveis com a família e com aquilo que a criança está aprendendo dentro de casa”, afirma a psicóloga Alessandra Robles Lopes. Portanto, é fundamental que a criança não seja inserida num ambiente escolar que lhe mostre de forma diferente como é o mundo ou como ela deve se comportar diante de determinadas situações. “A criança precisa de modelos firmes e coerentes e a escola deve ser aliada da família nesse contexto”, completa.</P>
<P>A partir dos 2 anos de idade a criança já mostra maior prontidão diante de desafios sociais. Já tem mais noção de si e do outro, reconhece a existência do mundo. Embora ainda não saiba exatamente como estabelecer trocas com ele, mostra desejos de se relacionar com o outro. “Nessa fase, a escola pode estimular o amadurecimento social da criança, favorecendo em seu crescimento psicológico, afetivo e social”, diz a psicóloga. Porém, cada criança apresenta um tempo único de prontidão, de amadurecimento emocional e os pais devem respeitar as necessidades individuais de seus filhos. “Forçar o amadurecimento pode fragilizar ainda mais a criança e dificultar o seu processo de desenvolvimento.”</P>
<P>Além disso, deve-se considerar também as necessidades de cada família. Existem casos em que os pais não podem esperar o sinal das crianças de que já estão prontas para freqüentar a escola e, assim eles devem procurar um lugar que acolha e compreenda que aquela criança ainda está imatura e com dificuldades de relacionar-se com o mundo. “Uma escola pequena pode ser mais acolhedora e mostrar-se bastante segura para a criança, facilitando seu processo de adaptação e amadurecimento”, aconselha Alessandra. “Vale ressaltar que não existe problema em colocar a criança na escola precocemente, desde que ela tenha suas necessidades atendidas e que a sensação de segurança obtida em casa seja seguida pela escola.”</P>
<P>Segundo Alessandra, ao visitar uma escola, converse com a orientadora pedagógica sobre as características da instituição, suas prioridades educacionais e métodos pedagógicos, pergunte como lidam com os aspectos emocionais das crianças e se a escola tem uma psicóloga especialista em educação infantil que possa esclarecer suas dúvidas. Peça para conhecer a escola e suas dependências durante as atividades. Observe as crianças, suas expressões faciais, a postura dos professores e se possível converse com algum aluno.</P>
<P>Na hora de apresentar o seu filho para as educadoras, seja o mais honesta possível, comunique todas as suas qualidades e dificuldades, pois somente assim elas poderão ajudá-lo a se adaptar da melhor maneira possível. Aliás, a adaptação não é apenas da criança. A família também precisa mostrar-se pronta para encarar as mudanças. Enfrentar esse momento requer paciência, disponibilidade e confiança. “Só coloque a criança na escola se estiver segura quanto a sua escolha, pois a insegurança dos pais pode ser sentida pelos pequenos, dificultando a adaptação”, diz. A criança precisará de um tempo para aceitar a nova condição, portanto choros e crises de birra fazem parte. “Os pais têm que ser persistentes, afetivos e compreensivos, mas podem ter certeza de que a criança logo perceberá que o mundo escolar é muito gratificante”, conclui Alessandra.</P>
<H3>CONHEÇA OS TRÊS MÉTODOS PEDAGÓGICOS MAIS DIFUNDIDOS ATUALMENTE</H3>
<P><STRONG>Construtivismo</STRONG></P>
<P>O conhecimento é construído a partir da interação entre a criança e o meio. Conhecer é agir. O professor costuma ser vigilante sem ser restritivo e procura “antecipar” respostas possíveis, encorajando a criança a encontrá-las, aceitando hipóteses provisórias que surgem nas aulas. As relações de conduta em sala de aula devem ser trabalhadas a partir de “combinados” nos quais todos têm as mesmas responsabilidades e direitos.</P>
<P><STRONG>Montessori</STRONG></P>
<P>Para Montessori, o ensino deve ser ativo. A criança desenvolve</P>
<P>senso de responsabilidade por seu próprio aprendizado. A pedagogia</P>
<P>montessoriana enfatiza a concentração individual por meio da manipulação de objetos. Na sala de aula, a atenção do aluno é desviada do professor para as tarefas a serem cumpridas. O professor é um guia que remove obstáculos à aprendizagem e isola dificuldades da criança.</P>
<P><STRONG>Waldorf</STRONG></P>
<P>Esse método trabalha em conjunto três âmbitos do desenvolvimento da criança: físico, social e individual. Os alunos são divididos em faixas etárias e não em séries, pois cada idade tem necessidades específicas a serem atendidas. De 0 a 7 anos, a aprendizagem se dá por imitação; de 7 a 14 por vivências emocionais e de 14 a 21 por cognição intelectual. O método dá igual importância às formações ética, estética e acadêmica.</P>
<P></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/uma-escolha-importante</guid>
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<title>Depressão pós-parto precisa ser tratada com psicoterapia</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/depressao-pos-parto-precisa-ser-tratada-com-psicoterapia</link>
<description><![CDATA[ <P>Depois da alegria pode vir a depressão. É comum as mulheres curtirem a gravidez com intensidade, comprar roupinhas, mamadeiras, móveis para o quarto do bebê, enfim, focar seus pensamentos e ações para a chegada do herdeiro. Mas, o que elas não sabem é que essa euforia pode acabar. Depois do período da gestação e após o parto acontecem várias transformações emocionais na mulher, por conta dos hormônios em transformação: profunda tristeza, mudanças físicas, ansiedade, medo, entre outros. Em alguns casos, estes sentimentos vão embora rapidamente; no entanto, em algumas mamães eles permanecem por um longo tempo, caracterizando a depressão pós-parto (DPP), uma condição séria que requer tratamento médico imediato. </P>
<P>Segundo Maura de Albanesi, psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC, a depressão pós-parto afeta mulheres de todas as idades, classes sociais e etnias. Qualquer mulher que está grávida, teve bebê nos últimos meses, sofreu aborto ou recentemente parou de amamentar, pode desenvolver o distúrbio. “Há mulheres que sentem os sintomas típicos deste distúrbio e não sabem que se trata de um problema sério e precisa de tratamento imediatamente”, diz a psicoterapeuta.</P>
<P>Durante a gravidez, a quantidade dos hormônios estrogênio e progesterona aumentam consideravelmente. Nas primeiras 24 horas após o parto, a quantidade desses hormônios cai bruscamente e continua a baixar até atingir o nível anterior à gravidez. Pesquisadores acreditam que essas mudanças hormonais possam ocasionar a depressão, uma vez que pequenas alterações nos níveis de hormônios podem afetar o humor da mulher antes da menstruação. </P>
<P>Outra situação que pode causar a depressão é a falta de atenção dada à mulher após o nascimento da criança, isto é, durante a gravidez, todos os mimos e carinhos são voltados para a mãe, depois que o bebê vem ao mundo, entretanto, os olhares dos parentes, amigos e, até mesmo do marido, são para o recém-nascido. Dica para os papais e para as visitas: dê muito carinho para a mamãe.</P>
<P>A depressão pós-parto possui características semelhantes de uma depressão normal, ou seja, a pessoa sente uma tristeza muito grande, com perda de auto-estima, além da perda de motivação para a vida, podendo até mesmo tentar o suicídio. Porém, os sintomas são mais acentuados, com maior irritabilidade, mudanças bruscas de humor, distúrbio do sono, indisposição, doenças psicossomáticas, desinteresse pelas atividades do dia-a-dia, sensação de incapacidade de cuidar do bebê e desinteresse por ele, chegando ao extremo de pensamento suicidas e homicidas em relação ao bebê. <BR><BR>
<H3>Tratamento</H3>
<P>Além de antidepressivos, a psicoterapia é bastante importante neste momento, pois ajuda a trabalhar as razões por estar deprimida, por se achar incapaz de cuidar do bebê, por não conseguir se sentir feliz. A medicação fará o metabolismo cerebral voltar ao normal, mas a paciência é a melhor aliada, pois o tratamento requer tempo. “A depressão não é sinal de fraqueza de caráter e nem passa só com "pensamento positivo”. A pessoa com este problema geralmente está indecisa. Alguém tem que tomar decisões por ela, inclusive para começar o tratamento, para contratar uma babá ou uma ajudante. Portanto, o apoio da família é relevante e primordial para a pessoa reagir”, completa Maura.</P>
<P>Veja algumas dicas da Dra. Maura para amenizar o problema:</P>
<P>• Descanse quando o bebê estiver dormindo;</P>
<P>• Pare de colocar pressão sobre si mesma para fazer tudo em um único dia. Faça o que for possível e deixe o resto para amanhã;</P>
<P>• Peça ajuda para os afazeres domésticos e para cuidar do bebê;</P>
<P>* Não fique muito tempo sozinha. Saia de casa, faça uma caminhada.<BR>Distraia-se!;</P>
<P>• Passe algum tempo sozinha com seu companheiro;</P>
<P>• Converse com o seu médico sobre o tratamento. Não fique constrangida em falar sobre suas preocupações;</P>
<P>• Converse com outras mães, de modo que possa aprender com outras experiências.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Traumatismo bucal na infância</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/bagagem-materna/traumatismo-bucal-na-infancia</link>
<description><![CDATA[ <P>Criança é sinônimo de muita energia e disposição para as mais variadas atividades. Ser criança é querer descobrir o mundo, aprender a andar e explorar os espaços, aprendizado que envolve um alto risco de acidentes, como os traumas que podem afetar a boca e dentes.</P>
<P>“Os traumatismos, seja em dentes de leite ou permanentes, são considerados uma situação de urgência, no só no que diz respeito aos problemas dentários e conseqüências futuras, mas também pela condição emocional da criança”, avalia a especialista em Odontopediatria e em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), Dra. Vivian Farfel.</P>
<P>O tratamento de urgência dos traumatismos talvez seja aquele que mais exija do dentista bom senso, experiência, habilidade, paciência, acuidade e precisão na obtenção dos dados coletados e na condução do tratamento mais adequado. <EM>“O quadro inicial quase sempre é dramático. A boca por ser uma região extremamente vascularizada, sangra e incha com muita facilidade. Normalmente a região fica edemaciada, tudo sangra e não se sabe o que aconteceu Alem disto como agravante, os traumatismos ocorrem mais frequentemente em crianças e jovens, alertando ainda mais para a necessidade de conduzir cada caso com muita atenção”</EM>, observa a especialista. </P>
<P>Todo paciente exposto a um trauma inicialmente deverá ser examinado a fim de verificar seu estado geral de saúde. “Sinais e sintomas como náuseas, vômito, dor de cabeça, sangramento nasal podem indicar a ocorrência de traumatismo craniano. Esse paciente deve ser encaminhado ao serviço médico mais próximo”, alerta a odontopediatra. </P>
<P>A seguir, Dra. Vivian Farfel responde a outras questões que envolvem este assunto. Confira! </P>
<H3>1) Quais os tipos de trauma bucal que existem? Todos envolvem a perda do dente?</H3>
<P>Podemos dividir o traumatismo dental em dois tipos, de acordo com a classificação adotada pela OMS - Organização Mundial de Saúde: 1) traumatismos que acometem os tecidos duros do dente, normalmente causando a fratura de um pedaço do elemento dental. Estes são mais comuns na dentição permanente; 2) traumatismos que acometem os tecidos de suporte ou sustentação do dente. O impacto neste caso rompe as fibras do ligamento que seguram o dente no osso. De imediato pode ocorrer algo imperceptível em uma observação inicial ou pode ser verificada ligeira mobilidade, sangramento, deslocamento do dente em varias direções e em casos mais graves, perda do dente que sai inteiro do osso por falta de suporte. Estes traumas são mais comuns nos dentes de leite, visto que nas crianças o osso é mais plástico e ocorre maior número de deslocamentos do que fraturas.</P>
<H3>2) Quem sofre mais traumas bucais, meninas ou meninos? Existe alguma estatística que mostre o sexo e faixa etária?</H3>
<P>Quanto à idade, nota-se maior incidência de trauma em crianças de 1 a 2 anos de idade, quando estão mais expostas a quedas, coincidindo com a fase de aprendizado do andar e falta de consciência do perigo, ausência de coordenação motora e do reflexo de proteção. Nesta fase, o sexo parece não ter influencia na ocorrência do traumatismo.</P>
<H3>3) Em qual época do ano as crianças estão mais suscetíveis a passarem por algum tipo de trauma bucal?</H3>
<P>O período de maior ocorrência é aquele correspondente às férias escolares, quando há aumento da pratica de jogos e esportes.</P>
<P>Já no aspecto de problemas ortodônticos, crianças que apresentam os dentes anteriores inclinados para frente, sem proteção do lábio porque não conseguem fecha-los, respiradores bucais portadores de mordida aberta por hábito de sucção de dedo ou uso prolongado de chupeta, são os principais candidatos ao traumatismo.</P>
<H3>4) O trauma bucal costuma deixar alguma sequela, como manchas e cicatrizes? </H3>
<P>Sim. Dependendo da força, do tipo de trauma, da idade da criança e do estágio de desenvolvimento do dente de leite e do dente permanente ocorrem diferentes tipos de seqüelas.</P>
<P>Os traumatismos nos dentes de leite podem provocar sequelas no próprio elemento dental como fraturas, deslocamentos e até perda total do dente, podendo apresentar repercussões como manchas, mudanças de cor do dente, mobilidade, infecção do dente e, até mesmo, necrose da polpa. Estas repercussões devem ser corretamente diagnosticadas com exames radiográficos e clínicos e, se necessário, tratadas. </P>
<H3>5) Os traumas no dente de leite podem ocasionar algum problema na dentição permanente? </H3>
<P>Devido à proximidade da raiz do dente de leite com o germe dos sucessores permanentes em desenvolvimento, podem ocorrer sérios problemas na dentição permanente, como manchas no dente, alterações de formato, problemas de erupção, malformações, entre outras alterações.</P>
<H3>6) Em caso de dente de leite fraturado, qual o melhor tratamento? E no caso do dente permanente?</H3>
<P>Atualmente, com a evolução da odontologia estética, já é possível a colagem de um fragmento dentário, técnica com a qual se obtém melhores resultados estéticos em comparação com a utilização de material restaurador. Para obter o sucesso do tratamento, o ideal é localizar o fragmento dental e mantê-lo em uma solução de soro fisiológico ou em leite e o pronto-atendimento. </P>
<H3>7) O que pode acontecer quando o trauma afeta o nervo do dente? </H3>
<P>Em todos os casos de fratura deve-se, sempre, consultar o dentista para que ele possa avaliar a extensão do dano, tratar a fratura e prevenir problemas que comprometam a vitalidade do dente. </P>
<H3>8) E quando há perda total do dente, como recuperar?</H3>
<P>É essencial que determinadas condutas sejam adotadas imediatamente, para que se aumentem as chances de salvar o dente. Se o dente for de leite, a colocação deste de volta em seu lugar não é indicada, a probabilidade de sucesso é mínima. Já no caso do dente permanente, o reimplante é o mais indicado. O resultado final de um reimplante depende muito do período que o dente ficar fora do osso e da conservação do mesmo nesse espaço de tempo. O dente deve ser manuseado somente pela coroa. Resíduos devem ser cuidadosamente retirados do dente com soro fisiológico. Não esfregue o dente. Coloque-o de volta no seu lugar, mantendo em posição por pressão com uma gaze ou um pano limpo. Se você não conseguir colocar o dente em sua posição original, mantenha-o em uma solução de soro fisiológico ou em leite ou mesmo embaixo da língua e procure imediatamente um dentista.</P>
<H3>9) Um trauma bucal pode afetar a gengiva, mandíbula ou maxilar? </H3>
<P>Traumas mais violentos podem incluir a fratura dos ossos que seguram os dentes. Nestes casos, geralmente, o paciente é encaminhado ao hospital e lá é atendido pelo cirurgião bucomaxilofacial.</P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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