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<title>Boletim Médico - Portal Sempre Materna</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br</link>
<description>Notas recentes de Boletim Médico.</description>
<language>pt-br</language>
<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:46:12 GMT</pubDate>
<item>
<title>De ponta cabeça - Estudos comprovam que a dor de cabeça também é um problema para as crianças</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/de-ponta-cabeca</link>
<description><![CDATA[ <P>A cefaléia infantil é mais comum do que parece e atinge cerca de 10% das crianças. Não tem dia nem hora para aparecer, pode ser passageira e durar horas ou semanas, o que preocupa os pais e faz da busca por tratamentos uma maratona.</P>
<P>A dica é simples: tenha sempre um caderninho de anotações por perto para refrescar a memória. O membro da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI), chefe do setor de Neurologia Infantil do Hospital São Luis, Paulo Breinis, explica que a história clínica minuciosa contada pela família é muito importante para o diagnóstico correto do especialista. E dispensa exames complementares, se incluir: a época de início, localização, tipo de dor, frequência, duração, intensidade, horário, modo de início, fenômenos concomitantes e fatores que pioram ou melhoram as dores. </P>
<P>Segundo a IHS (International Headache Society), a cefaléia é classificada em três grandes grupos: primárias, secundárias e neuralgias ou dores faciais. “As primárias são as mais frequentes e responsáveis por 80% a 90% dos casos. Sem causa definida pode ainda se dividir em cefaléia tensional - desencadeada por problemas emocionais, como estresse, ansiedade, depressão e fatores psicológicos - e enxaqueca – causada por componente genético e incidência familiar”, explica Dr. Paulo.</P>
<P>Atenção, se seu filho além das predisposições citadas tem dores nas têmporas (lateral da cabeça, próximo a região do ouvido) e no pescoço, é sinal de cefaléia tensional. “Nesse caso, orientação familiar somada ao acompanhamento psicológico são os métodos indicados. Entretanto, pode-se também usar medicações para controle da depressão e da ansiedade de maneira profilática” esclarece o neuropediatra. </P>
<P>Mas, se as crises no pequeno são constantes e variam de moderada a forte, acompanhadas de náuseas, vômitos, fotofobia (sensibilidade a luz) e fonofobia (horror a voz alta), pode ser a famosa e desagradável enxaqueca. “O tratamento está baseado na melhoria da qualidade de vida com dieta adequada, coerentes horas de sono e exercícios físicos. Há quem prefira partir também para os métodos terapêuticos” ressalta o médico e completa: “É importante lembrar que muitos casos de dores abdominais, vertigem paroxística (tonturas) e vômitos cíclicos em crianças de baixa faixa etária (chamadas de síndromes periódicas da infância), são considerados como precursores do problema”, diz Breinis. </P>
<P>Já a cefaléia secundária, não tão frequente, mas não menos importante é causada por patologias como a meningite, a hidrocefalia, o tumor cerebral, entre outras. Para finalizar e deixar os cuidadores afiados no assunto o especialista explica: “A mais rara é a neuralgia craniana e seu tratamento poder ser desde acupuntura até descompressão cirúrgica”.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 27 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<item>
<title>Gripe Suína e os paulistas</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/gripe-suina-e-os-paulistas</link>
<description><![CDATA[ <P>A Campanha de Vacinação contra a Influenza H1N1 tem como meta vacinar cerca de 72 milhões de brasileiros até maio. Mas, pesquisa realizada pela APPM - Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado - com 1.000 paulistanos aponta que 45% dos entrevistados não estão com medo de contaminação, 33% estão com pouco medo e apenas 22% têm muito medo.</P>
<P>Quando a pergunta é sobre as mudanças de hábitos após os casos de Gripe Suína do ano passado, 53% dos entrevistados afirmam que alteraram seu comportamento. 95% dos entrevistados afirmaram lavar mais as mãos e 78% começaram a usar álcool gel. Além disso, 80% evitam aglomerações em locais fechados e apenas 16% passaram a tomar medicamentos ou vitaminas. </P>
<P>De acordo com o diretor de comunicação e marketing da APPM, Rodrigo de Souza Queiroz, a falta de medo não significa que o paulistano se considera imune à doença. “Acontece que uma parcela significativa da população está se prevenindo mais, o que, naturalmente, diminui o receio de contrair o vírus H1N1”, afirma. </P>
<P>Gestantes, bebês de seis meses a dois anos e doentes crônicos podem ser vacinados em qualquer posto até 23 de abril, mesmo período para jovens entre 20 e 29 anos.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Ministério da Saúde prorroga a segunda etapa da campanha de vacinação contra gripe H1N1</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/ministerio-da-saude-prorroga-a-segunda-etapa-da-campanha-de-vacinacao-contra-gripe-h1n1</link>
<description><![CDATA[ <P>Em virtude do feriado desta sexta-feira (2), a segunda etapa, que terminaria amanhã, deverá continuar ao longo da próxima fase, que começa na segunda-feira (5). Gestantes, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos serão imunizados juntamente com os jovens entre 20 e 29 anos. </P>
<P>Para ser vacinado, é preciso ir aos postos de vacinação levando documento de identidade com foto. Não é necessário apresentar atestado médico comprovando gravidez ou doença crônica. Os estados, em parceria com os municípios, são responsáveis por definir e divulgar os locais e horários de vacinação. </P>
<P>Todas as grávidas, independentemente do período de gestação, devem se vacinar. As mulheres que engravidarem após o fim dessa etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. </P>
<P>Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês que já completaram seis meses de idade e os menores de dois anos. Além disso, também é preciso levar o cartão de vacinação dos pequenos. Elas receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois do dia 2 de abril, também poderá ser vacinada normalmente.</P>
<P>Pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos, também devem procurar os postos de vacinação. Não podem se esquecer de levar aos postos um documento de identidade com foto e, se possuírem, a carteira de vacinação.</P>
<P>A população com mais de 60 anos terá uma etapa exclusiva, entre os dias 24 de abril e 7 de maio, na mesma época da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra gripe comum. Nesse período, todos os idosos serão imunizados contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, serão vacinados também contra a gripe pandêmica. Assim, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma vez.</P>
<P>Os grupos prioritários da vacinação são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença. Eles foram definidos pelo Ministério da Saúde em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios. Os critérios para definição desses levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte.</P>
<P>&amp;nbsp;<BR>A OMS recomendou a imunização de quatro grupos: trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de seis meses a menos de dois anos e adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.</P>
<P>Ao todo o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.</P>
<P align=center><BR><STRONG>&amp;nbsp;CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO DOS GRUPOS PRIORITÁRIOS<BR></STRONG></P>
<DIV align=center>
<TABLE style="BORDER-BOTTOM: medium none; BORDER-LEFT: medium none; WIDTH: 460.15pt; BORDER-COLLAPSE: collapse; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; mso-border-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm; mso-border-insideh: 2.25pt solid windowtext; mso-border-insidev: 2.25pt solid windowtext" class=MsoNormalTable border=1 cellSpacing=0 cellPadding=0 width=614 prevstyle="border-bottom: medium none; border-left: medium none; width: 460.15pt; border-collapse: collapse; border-top: medium none; border-right: medium none; mso-border-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm; mso-border-insideh: 2.25pt solid windowtext; mso-border-insidev: 2.25pt solid windowtext">
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<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Grupos Prioritários</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 13.7pt; BORDER-TOP: windowtext 2.25pt solid; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt" width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 13.7pt; border-top: windowtext 2.25pt solid; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Data da vacinação</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 25.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" rowSpan=2 width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 25.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">08/03 a 19/03</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Indígenas </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Gestantes (mulheres que engravidarem após esta data poderão ser vacinadas nas demais etapas da campanha) </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 38.05pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 38.05pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">22/03 a 02/04</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Doentes crônicos (Idosos com doenças crônicas serão vacinados em data diferente, durante a campanha&amp;nbsp;anual de vacinação contra a gripe sazonal)</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 39.6pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 39.6pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">22/03 a 02/04</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 21.7pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: windowtext 2.25pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; padding-right: 0.6pt; height: 21.7pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Crianças de seis meses a menores de dois anos </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 21.7pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 21.7pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">22/03 a 02/04</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 25.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: windowtext 2.25pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; padding-right: 0.6pt; height: 25.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">População de <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="20 a">20 a</st1:metricconverter> 29 anos </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 25.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 25.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">05/04 a 23/04</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
<TR style="HEIGHT: 44.5pt; mso-yfti-irow: 7">
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 44.5pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: windowtext 2.25pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; padding-right: 0.6pt; height: 44.5pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO DO IDOSO </SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">Pessoas com mais de 60 anos vacinam-se contra a gripe comum. Aqueles com doenças crônicas também serão vacinados contra a gripe pandêmica</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 44.5pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 44.5pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">24/04 a 07/05</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
<TR style="HEIGHT: 14.95pt; mso-yfti-irow: 8; mso-yfti-lastrow: yes">
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 14.95pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: windowtext 2.25pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; padding-right: 0.6pt; height: 14.95pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">População de <st1:metricconverter w:st="on" ProductID="30 a">30 a</st1:metricconverter> 39 anos </SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 2.25pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 0.6pt; WIDTH: 105pt; PADDING-RIGHT: 0.6pt; HEIGHT: 14.95pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 2.25pt solid; PADDING-TOP: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt" width=140 prevstyle="border-bottom: windowtext 2.25pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0.6pt; width: 105pt; padding-right: 0.6pt; height: 14.95pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 2.25pt solid; padding-top: 0.6pt; mso-border-left-alt: solid windowtext 2.25pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 2.25pt">
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 18pt; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 10pt">10/05 a 21/05</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma; FONT-SIZE: 9pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><o:p><FONT size=3>&amp;nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/ministerio-da-saude-prorroga-a-segunda-etapa-da-campanha-de-vacinacao-contra-gripe-h1n1</guid>
</item>
<item>
<title>Dois anos de vitória</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/dois-anos-de-vitoria</link>
<description><![CDATA[ <P>Criada para oferecer qualidade em serviços médicos e hospitalares, a unidade Anália Franco do Hospital e Maternidade São Luiz completa dois anos e comemora resultados significativos no período. </P>
<P>Desde a inauguração, em 3 de março de 2008, a unidade só tem motivos para festejar. São mais de 18 mil pacientes atendidos no pronto socorro, cerca de 1.200 internações, 500 cirurgias e 200 partos por mês.</P>
<P>Para suprir toda essa demanda, a unidade conta com 96 leitos no hospital, 48 na maternidade, 30 na UTI adulto, 8 na UTI pediátrica, 20 na UIT Neonatal, 9 salas de centro cirúrgico e 5 salas de centro obstétrico. </P>
<P>O segredo do sucesso parece estar na diferença. “A procura pelo PS infantil aumenta a cada mês. Além dos procedimentos comuns, essa área conta com o acompanhamento de psicólogas e a brinquedoteca da enfermaria de Pediatria”, conta Luiz Cervone, pediatra e diretor médico da unidade.</P>
<P>Os equipamentos acompanham os avanços tecnológicos, como o laser urológico – o primeiro da região – utilizado para a retirada de cálculos renais com rapidez e precisão e os modernos recursos em Hemodinâmica. “Acabamos de inaugurar um Centro de Urologia e temos projetos em andamento, como a Unidade Coronariana. Em breve teremos importantes novidades”, enfatiza Cervone. </P>
<P><STRONG><EM>Vantagens também para as mamães</EM></STRONG></P>
<P>A maternidade do hospital também merece destaque. Possui 12 leitos na unidade semi-intensiva para gestantes de alto risco. Conta com equipes multidisciplinares para o atendimento às gestantes e aos fetos que correm riscos durante a gravidez e a UTI Neonatal, com berçário para o atendimento a casos complexos. <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/dois-anos-de-vitoria</guid>
</item>
<item>
<title>Vacina antitetânica - Imunização contra tétano proporciona dupla segurança na gestação</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/vacina-antitetanica</link>
<description><![CDATA[ <P>Proteção que vale por dois. Todas as atitudes e comportamento praticados pela mulher na gestação e no período do aleitamento materno refletirão diretamente no bebê. Uma prova disso são as vacinas que beneficiam não só a futura mamãe como também o pequeno. A imunização contra tétano não é diferente. Segundo a infectologista, Dra. Rosana Richtmann, os anticorpos são transferidos para o bebê naturalmente através da placenta ou do leite materno.</P>
<P>“A vacina se destina fundamentalmente a prevenção do tétano neonatal, ou seja, o tétano que ocorre no recém-nascido oriundo de mães não devidamente vacinadas. Toda a proteção que o recémnascido recebe no seu início de vida é de origem materna”, explica a infectologista.</P>
<P>Raro, mas fatal, o tétano é prevenido desde a década de 70. Atualmente, a vacina antitetânica está diretamente associada a antidiftérica, pois dessa forma é possível em apenas uma picada combater duas doenças letais. Para garantir sua eficácia, a aplicação é feita em três doses, desde a infância, e reforçada a cada dez anos, podendo ser realizada na gravidez. “A gestante deve receber uma dose de reforço na gestação, caso a última dose recebida tenha sido a mais de dez anos. Porém, se a vacinação ocorreu neste prazo, não há a necessidade do reforço”, diz a médica.</P>
<P>Ainda segundo Rosana, a gestante que não foi imunizada deverá receber as duas doses com intervalo, entre as mesmas, de pelo menos um mês (ideal dois meses), sendo que a última seja administrada pelo menos duas semanas antes da data provável do parto. “Esta medida conferirá proteção acima de 80% para os recém-nascidos.O esquema mais utilizado é a primeira dose no quinto mês de gestação e a segunda no sétimo mês. Não é demais reforçar que a vacinação contra o tétano na gestação também conferirá proteção á própria gestante por mais 10 anos”, completa.</P>
<P>Vale lembrar que as formas de contaminação podem ocorrer durante ou após o parto. Portanto, saiba que algumas crendices como colocar moedas no umbigo do bebê é uma forma passível de infecção, por exemplo. Siga sempre a orientação de seu médico e não se esqueça, tenha sempre em dia a carteirinha de vacinação!</P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/vacina-antitetanica</guid>
</item>
<item>
<title>A sexta doença - Roséola infantum, exantema súbito, febre dos 3 dias, sexta moléstia ou simplesmente roséola. Há várias denominações para esta que é considerada a mais benigna das doenças típicas da primeira infância</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/sexta-doenca</link>
<description><![CDATA[ <P>A roseola infantum é uma doença infecciosa causada pelo herpes-vírus humano tipo 6 (HVH6) e tipo 7 (HVH7), que só foram descobertos em 1988. Acomete principalmente as crianças com idade de seis meses a seis anos, sendo a maior incidência nos menores de dois anos. A presença de anticorpos maternos protege a maioria dos lactentes até o sexto mês de idade.</P>
<P>“O início da doença é súbito, com febre alta e persistente que dura de&amp;nbsp;três a&amp;nbsp;cinco dias sem achados importantes ao exame físico”, explica a pediatra e neonatologista Vera Fidelman Ramalho Valverde. “Após esse período, a febre cessa bruscamente e aparece uma erupção cutânea máculo-papular rósea, caracterizada por pequenas bolinhas vermelhas de&amp;nbsp;dois a&amp;nbsp;três milímetros de diâmetro, que se inicia no tronco e se dissemina para cabeça e extremidades”. Essa erupção é de curta duração variando de&amp;nbsp;um a&amp;nbsp;três dias e desaparece sem deixar marcas.</P>
<P>Além da febre, que pode chegar a 40 graus, geralmente a criança também apresenta um quadro de irritabilidade e perda de apetite. “Mas assim que a erupção cutânea acontece, esses sintomas vão embora”, diz a pediatra. O período de incubação é de&amp;nbsp;cinco a 15 dias. Já o contágio acontece durante a fase de viremia, sobretudo no período febril. A transmissão é por contato direto ou com secreção proveniente de espirro e tosse e é bastante infecciosa. “A roséola pode atacar em qualquer época do ano, mas sua incidência é maior na primavera e no outono.”</P>
<P>Assim como no caso de outras doenças infecciosas, como o sarampo e a rubéola, o contato com o vírus da roséola dá habitualmente imunidade permanente (protege de novas infecções).</P>
<P>Não existe um tratamento específico para o exantema súbito, o que se faz é tratar os sintomas. “Deve-se administrar antitérmicos para não deixar a febre subir demais e aumentar o consumo de líquidos para manter a criança hidratada”, aconselha a pediatra.</P>
<P>Também não existem diretrizes para a prevenção dessa doença, nem tampouco vacina, mas seu prognóstico é considerado bom. “Em alguns casos, o aparecimento súbito da febre elevada pode levar a convulsões, por isso procure sempre seu pediatra e não use nenhuma medicação sem prescrição médica”, alerta dra. Vera.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/sexta-doenca</guid>
</item>
<item>
<title>Hipertensão antes da gravidez</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/hipertensao-em-mulheres</link>
<description><![CDATA[ <P>A hipertensão é assunto sério e atinge grande parte das mulheres em idade gestacional, 18 a 42 anos. A doença corresponde ao aumento fora do normal da pressão arterial. Apesar dos sintomas serem quase despercebidos, essa elevação pode trazer graves consequências para diversas partes do corpo, como coração e cérebro.</P>
<P>Nas gestantes os danos são ainda maiores, além de prejudicar a saúde da mamãe, pode trazer graves consequências ao feto. Por isso, as mulheres com esse mal devem estar bem preparadas antes de engravidar. </P>
<P>Enquanto o bebê não chega, as hipertensas podem participar de uma pesquisa clínica com 12 meses de duração, realizada pelo Ambulatório de Planejamento Familiar da Ginecologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, para avaliar os efeitos dos métodos contraceptivos, como pílula e DIU.<BR>&amp;nbsp;<BR>O estudo coordenado pela Dra. Cassiana Giribela, irá analisar também a influência dos contraceptivos nos exames de sangue, como colesterol, glicemia, hormônios masculinos e funcionamento dos vasos sanguíneos. </P>
<P>Para participar é fácil. Basta estar dentro da faixa etária gestacional, não usar anticoncepcional,&amp;nbsp; não ser fumante, não ser obesa e não apresentar outro problema de saúde. </P>
<P>A triagem acontece apenas às quartas-feiras, às 8h00 da manhã, no Ambulatório de Planejamento Familiar da Ginecologia do HC. O acesso é pelo Prédio próximo a Estação Clínicas do Metrô.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/hipertensao-em-mulheres</guid>
</item>
<item>
<title>Estica e puxa - As cãibras na gestação são muito freqüentes e, apesar do incômodo que provocam, na maioria das vezes não são motivos de preocupação</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/estica-puxa</link>
<description><![CDATA[ <P>Que grávida nunca acordou no meio da noite com uma cãibra na perna daquelas que dá vontade de sair pulando pelo quarto? Depois acordou o marido e pediu para ele dar aquela esticadinha no pé para aliviar? Pois bem, não se sabe ao certo por que razão, mas as cãibras na gestação são muito comuns, principalmente no segundo e terceiro trimestres, e geralmente ocorrem nas pernas, pés e costas.</P>
<P>“As cãibras são contrações involuntárias que ocorrem em um músculo (ou em um grupo de músculos), causando dores e muito desconforto. A sensação é a de que o músculo está sendo esticado”, afirma a ginecologista e obstetra Cassiana Giribela. O seu aparecimento é resultado mais comumente da pressão do bebê sobre o sistema circulatório da mãe, mas também pode ser provocado em razão da carência de alguns minerais (como cálcio e potássio), da falta de exercícios físicos regulares, do excesso de peso, de uma dieta sem sal, entre outros fatores.</P>
<P>“Quando a gestante tem muitas cãibras, a primeira coisa a fazer é descartar os chamados distúrbios hidro-eletrolíticos, relacionados a alterações no sódio, potássio e cálcio”, explica a médica. As principais causas desses distúrbios são vômitos e desidratação. “Se a gestante apresentar vômitos de difícil controle deve procurar imediatamente assistência médica para evitar a desidratação e os distúrbios hidro-eletrolíticos, que podem piorar o quadro das cãibras e ainda trazer prejuízos à gestação, como trabalho de parto prematuro.” Mesmo nas gestantes com cãibras que não tenham nenhum distúrbio subjacente, a hidratação na gestação é fundamental. “Além disso, a dieta balanceada, com alimentos ricos em potássio, como a banana e o tomate, e em cálcio, como o leite e derivados, não podem faltar na alimentação”, aconselha dra. Cassiana. A prática de uma atividade física aeróbica leve, como a caminhada seguida de alongamento, também traz grandes benefícios e diminui a freqüência das cãibras.</P>
<H3>Dicas para prevenir e aliviar as cãibras:</H3>
<P><STRONG>1 - </STRONG>Coma algum alimento salgado antes de dormir;</P>
<P><STRONG>2 - </STRONG>Alongue os músculos sempre que possível, principalmente a região das panturrilhas;</P>
<P><STRONG>3 - </STRONG>Evite sentar com as pernas cruzadas. Se o trabalho exige que a gestante fique sentada o dia todo, o ideal é que ela levante de tempos em tempos para andar um pouquinho.</P>
<P><STRONG>4 - </STRONG>Atenção com a postura: o ideal é manter as costas eretas e, quando a gestante estiver sentada, deve apoiar os pés no chão.</P>
<P><STRONG>5 - </STRONG>Massagens e exercícios de alongamento aliviam as dores e os desconfortos causados pelas cãibras. Mas é importante massagear a musculatura suavemente, sem esfregar.</P>
<P><STRONG>6 - </STRONG>Durmir com os pés ligeiramente elevados (com o auxílio de um travesseiro) facilita a circulação sanguínea e também é uma boa medida para evitar as cãibras.</P>
<P><STRONG>7 - </STRONG>Fuja dos sapatos com salto alto, dê preferência a calçados confortáveis.</P>
<P><STRONG>8 - </STRONG>Ao sentir cãibra na panturrilha, estenda a perna e flexione o tornozelo e os dedos dos pés para cima. A manobra logo alivia a dor. Ficar de pé sobre uma superfície fria às vezes também ajuda. Se tais manobras resolverem, a massagem ou a aplicação de calor no local serve para completar o alívio. Se a dor persistir, consulte um médico, pois há uma pequena possibilidade de aparecimento de um coágulo de sangue em uma veia, característica da tromboflebite, uma doença importante, apesar de rara, que necessita de tratamento urgente.</P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/estica-puxa</guid>
</item>
<item>
<title>Alojamento conjunto - Além de estimular a amamentação, ficar o tempo todo perto do bebê depois que ele nasce é uma forma de aumentar o vínculo e a intimidade entre os pais e o novo membro da família</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/alojamento-conjunto</link>
<description><![CDATA[ <P>Nada de deixar o bebê no berçário. A ordem do dia é mantê-lo sob os olhares corujas dos pais. No alojamento conjunto o bebê permanece no mesmo ambiente que sua mãe até a alta hospitalar. “Pode-se considerar que o alojamento conjunto foi desenvolvido para corrigir as desvantagens do berçário convencional, principalmente quanto ao relacionamento entre mãe e filho, que foi bastante alterado em relação ao modelo do berçário tradicional”, afirma Ciro Domenico Giaccio, Médico Pediatra e Professor de Pediatria da Unicid.</P>
<P>Historicamente, até primórdios do século 20, os hospitais eram construídos sem o setor do berçário e o bebê era colocado imediatamente após o parto aos cuidados de sua mãe. “No Brasil, as primeiras instalações de berçário surgiram somente após a 2ª Guerra Mundial. As altas taxas de infecção puerperal, epidemias de diarréia e de infecção respiratória observadas favoreceram alta taxa de mortalidade infantil, o que reforçou a recomendação do isolamento e da mínima manipulação do bebê, até mesmo da mãe”, relata o médico.</P>
<P>De acordo com o pediatra, somente a partir dos anos 80 é que se resgatou esta antiga modalidade de cuidados, tendo sido reconhecido suas vantagens, que são:</P>
<UL>
<LI>Estimula o aleitamento materno 
<LI>Estabelece e fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho 
<LI>Permite o aprendizado materno sobre como cuidar do RN 
<LI>Reduz o risco de infecção hospitalar 
<LI>Possibilita o acompanhamento da amamentação sem rigidez de horário 
<LI>Reduz a ansiedade dos pais frente à experiência vivenciada </LI></UL>
<P>“Apesar de tantos benefícios, a maior vantagem do alojamento conjunto é favorecer a aceitação da maternidade como processo íntimo, binômio, onde todos estão satisfeitos por se sentirem juntos, protegidos”, diz. Este contato precoce facilita a amamentação, pois a mãe amamentará por mais tempo, facilitando a apojadura, permitindo que logo se estabeleça a lactação e um ganho de peso mais rápido nos primeiros dias de vida. “Ademais, deve ser enfatizado que nessa modalidade cabe à mãe e não à enfermagem as tarefas corriqueiras de cuidados do bebê, como o vestir, dar o banho e até trocar as fraldas, cabendo à enfermagem o papel da supervisão deste processo.”</P>
<P>Para que se possa oferecer este tipo de atendimento, o bebê deve se apresentar saudável, ou seja, ter um peso maior que 2.100 gramas, mais de 35 semanas de gestação e ter tido uma boa nota de nascimento (Apgar). “Não participam do alojamento conjunto, a critério do obstetra, as puérperas que não estejam com uma boa saúde ou tenham doenças que coloquem em risco a presença do bebê ao seu lado, como distúrbios psíquicos ou risco de infecção”, explica dr. Ciro.</P>
<P>Por lei federal, todas as maternidades devem oferecer esta modalidade de assistência, sendo que a escolha pelo método, permanência intermitente ou contínua cabe primeiramente a mãe, com o respaldo do pediatra e do obstetra. Independentemente do sistema, o vínculo afetivo que se estabelece é o que permite fazer desta oportunidade uma experiência única, que refletirá o compromisso de toda uma vida com a maternidade.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/alojamento-conjunto</guid>
</item>
<item>
<title>Na bolsa da mãe... canguru - O método canguru vem sendo empregado com grande sucesso na maioria das maternidades, permitindo uma recuperação mais rápida aos bebês prematuros</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/bolsa-mae-canguru</link>
<description><![CDATA[ <P>Pensar em canguru quase sempre é pensar no filhote dentro daquela bolsa na barriga da mãe. Como ele nasce imaturo, a bolsa, chamada marsúpio, serve de abrigo para o pequeno filhote completar seu desenvolvimento. No final dos anos 1970, médicos colombianos transferiram essa “metodologia” para os seres humanos. O método canguru foi criado numa tentativa de reduzir os altos números de óbitos neonatais na Colômbia, colocando o bebê prematuro em contato direto com a pele da mãe.</P>
<P>As dificuldades encontradas na Colômbia eram semelhantes às de outros países, principalmente no Terceiro Mundo. Isso levou à adoção do método canguru em diversas nações, passando por uma série de modificações e adaptações ao longo dos anos. A idéia era agilizar o processo de alta diante de situações críticas, como ausência de incubadoras e recursos hospitalares, contribuindo para a diminuição da mortalidade neonatal, do desmame precoce e do abandono materno. No Brasil, o método começou a ser aplicado no início dos anos 90 em algumas maternidades isoladas. A partir de 2000, o Ministério da Saúde determinou sua implantação no Sistema Único de Saúde (SUS).</P>
<P>Nas maternidades privadas da cidade de São Paulo, o grande objetivo do método foi aumentar o vínculo afetivo entre a mãe e seu filho e sua participação nos cuidados ao Recém-Nascido.</P>
<P>“O método canguru é um tipo de assistência neonatal que implica contato pele a pele precoce entre a mãe e o recém-nascido de baixo peso de forma crescente e pelo tempo que ambos entenderem ser prazeroso e suficiente”, explica a neonatologista Célia Di Giovanni. “A participação dos pais no cuidado do seu bebê apresenta inúmeras vantagens por possibilitar maior conforto ao RN, aproximação e reforço do vínculo mãe-filho, particularmente comprometido pelo nascimento prematuro, e segurança para a mãe nos cuidados com seu bebê”, completa. Para o binômio mãe-filho iniciar o método canguru é necessário que o recém-nascido esteja em condição clínica estável, ou seja, não necessitando de atendimentos sucessivos, e a mãe esteja sem doença respiratória ou de pele e sentindo-se bem disposta.</P>
<P>De acordo com a médica, o método canguru é desenvolvido em três etapas: a primeira deve ocorrer previamente ao nascimento, com a identificação das gestantes com risco de darem à luz uma criança de baixo peso. Nessa situação, a futura mamãe recebe orientações específicas sobre os cuidados a serem tomados com ela e com o bebê. “Logo após o nascimento e havendo a necessidade da permanência na UTI neonatal, a entrada dos pais na unidade é estimulada para estabelecer contato pele a pele com a criança.”</P>
<P>Na segunda etapa, o bebê encontra-se com situação clínica estável, ganho de peso regular por pelo menos três dias e peso superior a 1.250g. “Existe suporte familiar, institucional e há interesse da mãe em permanecer com o seu filho na enfermaria de alojamento conjunto, onde a posição canguru será realizada pelo maior período em que ambos acharem seguro e agradável”, explica a médica. A terceira etapa, a alta hospitalar, só pode ocorrer se a criança estiver com um peso mínimo de 1.500g, clinicamente estável e ganhando peso em aleitamento materno exclusivo. “A mãe e os familiares devem estar seguros quanto ao manuseio da criança e orientados quanto à importância de mantê-la em casa na posição canguru durante as 24 horas do dia.” Quando o bebê atinge 2.500g, o método pode ser abandonado.</P>
<P>Um importante pilar do método Mãe Canguru é o estímulo à amamentação. Apesar de as evidências apontarem para os inúmeros benefícios do aleitamento materno para o bebê prematuro, a prevalência de aleitamento nesse grupo ainda é muito baixa. “Quando o RN prematuro começa a transição para alimentação oral, por sucção, estar em posição canguru pode facilitar a amamentação pela maior intimidade já existente entre mãe e bebê”, conclui a neonatologista.</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/bolsa-mae-canguru</guid>
</item>
<item>
<title>Varicocele: Por parte do homem</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/varicocele-por-parte-do-homem</link>
<description><![CDATA[ <P>Ter um filho é o objetivo de muitos casais. Porém, nem sempre a gravidez ocorre naturalmente, e as tentativas sem sucesso e os empecilhos no meio do caminho acabam frustrando e desestimulando os futuros pais. Considerado fenômeno universal, a infertilidade atinge aproximadamente 15% dos casais, sem restrição cultural ou social. Ainda que preconceituosamente reconhecido como uma dificuldade feminina, os homens fazem parte dessas percentagens.</P>
<P><EM>“A investigação das causas masculinas por um urologista é tão necessária quanto a ida da mulher ao ginecologista. Deve ser realizada por marido e mulher ao mesmo tempo, pois o tratamento da infertilidade, no final das contas, é sempre um tratamento conjunto”, afirma o andrologista Rodrigo Lessi Pagani, professor do Curso de Pós-Graduação em Infertilidade Humana do ICS, Instituto de Ciências da Saúde.</EM></P>
<P><EM>Problema comum da ala masculina, a varicocele aparece normalmente dos 12 ou 13 anos até aos 25 ou 30 anos, retardando a reprodução. Dr. Rodrigo explica que é</EM> caracterizada por uma dilatação anormal das veias testiculares, principalmente após esforço físico, causada por uma inversão no sentido do sangue nestas veias. Ao invés de subir, ele desce de volta ao testículo. “Esse acúmulo de sangue pode dificultar o retorno venoso e aumentar a temperatura local, o que causa uma piora na qualidade do sêmen, gerando uma diminuição na qualidade e na capacidade de fertilização do óvulo”, diz. </P>
<P><EM>Contudo, há os casos precoces que acometem as crianças. Ao apalpar a região atrás do testículo, pode-se perceber um emaranhado de vasinhos parecido com um novelo de lã e que, em certos casos, pode até ser visível. Isso é sinal de que as veias começaram a se dilatar.</EM></P>
<P>O médico ainda esclarece que a doença não causa distúrbios na potência sexual, e que os prejuízos são somente para a reprodução. Para tratá-la, a solução é cirúrgica, assim <EM>realiza-se a ligadura das veias dilatadas, interrompendo o refluxo de sangue aos testículos. “O controle é feito após três, seis e até nove meses depois da cirurgia, respeitando o tempo de produção das ‘novas safras’ de espermatozóides. Em média, o tratamento causa melhora do sêmen em até 60% dos pacientes e gravidez em até 40% dos casais”, conta Dr. Rodrigo</EM>. </P>
<P>É importante lembrar que a análise clínica é essencial para o tratamento e a verificação da necessidade real da microcirurgia, a qual tem o objetivo de melhorar a produção dos espermatozóides. </P>
<P>Segundo especialistas, para que seja, de fato, classificado como infertilidade, o casal deve ter relações sexuais constantes, no mínimo, durante um ano. Então, se não ocorrer a gravidez naturalmente nesse período deve-se procurar ajuda médica.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/varicocele-por-parte-do-homem</guid>
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<title>Orelhas de abano: para uns, problema estético e, para outros, inteligência - Dificilmente a família percebe a má formação congênita diagnosticada em cerca de 5% dos nascimentos</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/orelhas-abano-estetica-inteligencia</link>
<description><![CDATA[ <P>Embora não desencadeie nenhum outro problema, como deficiência auditiva, por exemplo, essa anomalia causa danos psicológicos à criança, principalmente ao longo do tempo, já que a tendência da deformidade é acentuar-se com o crescimento do pavilhão auricular. “Não há uma causa específica para esse diagnóstico, mas sabe-se que ele pode estar associado a outras anomalias congênitas, como quadros de deficiência mental”, informa o médico José Hermílio Curado, cirurgião plástico da Pro Matre Paulista.</P>
<P>Mas há muitos mitos e verdades sobre o assunto, como, por exemplo, achar que dobrando as orelhinhas do bebê na hora de dormir irá corrigir essa anomalia. Engano total. Assim como achar que o diagnóstico é mais comum em meninos do que em meninas. “Isso é crendice. Acontece que garotas são privilegiadas pelo tamanho e corte de cabelo, já os garotões estão com as orelhas sempre à vista, mas, o diagnóstico é tanto em um caso como em outro na mesma proporção”, conta o cirurgião plástico. Também é mito achar que a cirurgia é de fácil correção, pois não é. “É um procedimento muito rico em detalhes, já que a anatomia auricular tem muitos relevos, e se a cirurgia não for cuidadosamente e muito bem feita o problema tende a voltar”, justifica Curado, que explica que isso acontece por causa do efeito de boa memória da posição da cartilagem.</P>
<P>O médico esclarece que a cirurgia é o único procedimento indicado para corrigir a deformidade. Quanto à idade ideal, ele indica a partir dos 6-7 anos, quando a orelha já atingiu cerca de 85% de seu crescimento total. “Em casos muito especiais, principalmente quando a criança apresenta orelha de abano somente de um lado, e nesse caso, do ponto de vista estético, é muito mais danoso, a cirurgia poderá ser recomendada bem antes dessa idade, mas é preciso deixar claro que o procedimento deve ser realizado com menos agressividade à estrutura da cartilagem.”</P>
<P>Dr. Hermílio Curado informa que após a cirurgia, não importa a idade, é necessário usar, por pelo menos uma semana à noite, uma bandagem rente ao crânio, tipo uma faixa elástica, para que a criança, ao deitar de lado, não force a sutura.</P>
<P>A orelha de abano é uma deformidade que, ao contrário da maioria, não gera compaixão nas pessoas, e sim deboches, o que é muito prejudicial para a criança, principalmente quando ela começa a ir à escola. Mas em países do Oriente, como em algumas regiões do Japão, por exemplo, ter orelhas de abano é motivo de respeito e sinal de inteligência.<BR>“Alguns orientais consideram que a pessoa que nasceu com orelhas de abano é muito mais inteligente do que as outras, por isso é tão rara a cirurgia para a correção dessa malformação”, justifica o cirurgião.</P>
<H3>SOBRE A CIRURGIA</H3>
<P>A cirurgia para a correção da orelha de abano é chamada otoplastia e é um procedimento de superfície. Inicia-se com uma incisão na região posterior da orelha expondo a parte da cartilagem e, sob ela, é realizado o trabalho de correção da curva (antihelix) com ou sem deslocamento posterior da concha da orelha. São dados pontos internos na cartilagem para obter a distância do crânio desejada, que é de cerca de 12 a 15 mm, e, em seguida, ocorre a sutura da pele. Quanto à anestesia, para crianças menores de 10 anos é preciso ser anestesia geral, mas depois dessa idade, principalmente quando a intenção de corrigir o problema parte dela, é bem possível fazer o procedimento com anestesia local. O pós-operatório é muito tranqüilo. Alguns profissionais usam bandagem nas primeiras 48 horas para evitar algum sangramento e também para evitar que a criança mexa nos pontos. Quinze dias depois está tudo perfeito. O máximo que pode acontecer é a região ficar um pouco avermelhada, mas o resultado positivo do procedimento já é notado na retirada do curativo.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Quente, quentinho, febrão - Esquentou, pegue o termômetro, mas lembre-se de usar a versão digital do produto, já que os modelos antigos, clínicos e de vidro com mercúrio, não são mais recomendados</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/quente-quentinho-febrao</link>
<description><![CDATA[ <p>Definida como a elevação da temperatura do corpo acima do normal, geralmente causada por alguma infecção, a febre é um dos principais motivos de atendimentos em consultórios e pronto-socorros em pediatria no mundo. Mas, é importante destacar que a temperatura do corpo do bebê oscila naturalmente várias vezes ao dia e está relacionada às atividades, ao ambiente ou a quantidade de roupa que o pequeno usa no momento. </p>
        <p>Segundo o pediatra e neonatologista Paulo Nerdy Telles, da equipe clínica do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, a febre nunca é a causa da doença, mas é considerada a resposta do organismo (defesa) a uma agressão. “Os motivos comuns são os processos infecciosos que podem ser de origem viral ou bacteriana, ou seja, o aumento da temperatura mostra que o organismo está trabalhando para combatê-lo. Mas, quando falamos em bebês, não podemos nos esquecer de outros vilões como a vacinação, a exposição demorada ao sol, a desidratação etc”, explica.</p>
        <p>Antes de sair correndo em busca de ajuda médica, é importante observar a temperatura e, principalmente, se ela está associada a algum outro sintoma como choro inconsolável, inapetência (não mamar e não comer), pescoço rígido, apatia, respiração acelerada, dificuldade em acordar (corpinho mole), aumento da frequência cardíaca (palpitação) e convulsões.</p>

        <p>É estado febril a temperatura acima de 37,4ºC e febre propriamente dita acima de 38 graus Celsius. Dr. Paulo recomenda que a medição seja feita em ambiente arejado e fresco, com a criança em posição confortável e pouca roupa. “Mantenha o termômetro por, pelo menos, três minutos no centro da axila, deixando os braçinhos fechados.” </p>
        <p>Comprovada a alta temperatura vamos às dicas. Cuidado com os remédios! Siga as orientações do pediatra em relação ao antitérmico, que sempre devem ser administrados de acordo com o peso e idade da criança. Caso não haja melhora (temperatura acima de 39,5º C e ou mais de 72 horas na mesma situação) não hesite e procure ajuda médica. “A duração da febre vai depender da sua causa, podendo permanecer por períodos longos. Teoricamente, quanto mais difícil o controle, mesmo com medicação, mais preocupante será”, diz Telles.</p>
        <p>Já com os recém-nascidos, nada de tentar amenizar, muito menos esperar, constatado o aumento da temperatura vá ao pediatra imediatamente.</p>
        <p>A má notícia para papais e mamães é que a febre sempre vai deixá-los preocupados — especialmente as primeiras —, mas é importante lembrar que é um processo comum, que vai se repetir muitas vezes na vida da criança. Estejam preparadas para algumas noites em vigília.</p>
        <p><strong>Curiosidade</strong>: Até os 11 meses de idade, a temperatura normal do bebê é maior do que a do adulto. Mas, a partir de um ano de vida ela tende a alcançar níveis semelhantes aos nossos. A diferença já é notável após o 6º mês (0,5 ºC), acentua-se a partir do 2º ano, alcançando a diferença rença máxima após o 6º ano (0,9 - 1,1 ºC).</p> ]]></description>
<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Sociedade Brasileira de pneumologia e tisiologia alerta para a falta de informação da população sobre a asma - A doença é a terceira causa de morte em crianças e adultos jovens no Brasil e atinge 25% da população</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/sociedade-brasileira-de-pneumologia-e-tisiologia-alerta-para-a-falta-de-informacao-da-populacao-sobre-a-asma</link>
<description><![CDATA[ <p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 150 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a asma. Deste total, 60% são crianças. Neste ranking, o Brasil ocupa o 8º lugar em número de asmáticos, responsáveis por cerca de 2,2 milhões de visitas ao pediatra por ano, que têm na doença a principal causa de absenteísmo escolar e hospitalização infantil.</p>
        <p>“O que boa parte da população ainda desconhece é que somente o tratamento continuado preventivo pode evitar e até mesmo reduzir consideravelmente as crises de asma, acarretando a diminuição de idas ao pronto socorro, hospitalizações e mortes decorrentes”, alerta a presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Dra. Jussara Fiterman. </p>
        <p>Um estudo feito no Campus Aproximado da PUC-RS, em Porto Alegre, publicado em 2005 no Jornal Brasileiro de Pneumologia, mostra que entre os 174 pacientes de 2 a 14 anos com crise asmática internados naquela instituição, em um período de um mês, 98,5% não utilizava qualquer tratamento preventivo para asma. Para piorar, 1,5% fazia uso de drogas não preconizadas pelos consensos de manejo da doença. </p>
        <p>“Tão importante quanto saber que se tem asma é procurar um médico especialista no assunto e seguir corretamente suas orientações, mesmo após o desaparecimento dos sintomas”, explica Fiterman. </p>
        <p>A falta de informação da população e a descontinuidade do tratamento, frequentemente observada em pacientes em crise, é uma das principais preocupações dos médicos pneumologistas, especialistas no tratamento da asma e de outras doenças respiratórias. </p>

        <p>Segundo consta na literatura médica europeia e americana, apenas de 60% a 70% dos portadores da asma tomam corretamente os remédios prescritos. Muitas vezes, o paciente segue o tratamento de forma adequada apenas nos dois primeiros meses, período que sente alívio das crises e o interrompe. </p>
        <p>“Logo que o individuo começa a medicação, como é o caso dos medicamentos em aerossóis, a popular bombinha, sente melhora e acredita que pode interromper a terapêutica. Esse é um equívoco que precisa ser amplamente divulgado. O cumprimento da prescrição médica restabelece a vida normal destes pacientes, sem nenhum tipo de restrição social, como por exemplo, prática de atividade física”, reforça o presidente da Comissão de Asma da SBPT, Dr. Paulo Augusto Moreira Camargos, que destaca ainda que o receio dos leigos em usar as bombinhas não tem nenhum fundamento científico. </p>
        <p>O pneumologista explica que, aos portadores de asma persistente leve, a recomendação é utilizar isoladamente medicamentos anti-asmáticos, como por exemplo, os corticóides inalatórios. Em casos de asma moderada a grave pode-se aumentar a dosagem destas medicações ou associar com outros tipos, entre eles os broncodilatadores de ação prolongada. Vale ressaltar que o tratamento da asma já está consolidado e é homogêneo em todo o mundo. </p>
        <h3>A asma no Brasil</h3>
        <p>Segundo o Ministério da Saúde, são cerca de 2.200 óbitos por ano, ou 6 por dia, 70% durante a hospitalização por asma. É a quarta causa de hospitalizações, responsáveis pelo terceiro maior gasto do SUS com cerca de 250.000 hospitalizações por ano, ou 2,3% do total, sendo a terceira causa de internações entre crianças e adultos jovens.</p>
        <p>As cidades que registram o maior número de pacientes asmáticos são Porto Alegre, Recife e Salvador, com cerca de 25% de casos entre os adolescentes de cada um desses municípios. </p>

        <p>Esse número demonstra, segundo o Dr. Paulo, a importância da asma como um problema de saúde pública no Brasil, que exige medidas urgentes e adequadas das autoridades federais, estaduais e municipais de saúde. </p>
        <p>“O fato de termos um grupo extenso de asmáticos está mais relacionado ao padrão de vida ocidentalizado que vivemos em nosso país. A China, por exemplo, é considerado um país modelo de baixa prevalência, com apenas 5% de portadores de asma, e um dos fatores para essa menor ocorrência pode ser o modo de viver oriental”, finaliza.</p> ]]></description>
<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Corrimento ou secreção? - Ficar atenta à saúde ginecológica é tarefa de toda gestante, pois garante também o bem-estar do bebê. Aprenda a diferenciar alguns sintomas e converse com seu obstetra</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/corrimento-secrecao</link>
<description><![CDATA[ <p>Ser mulher em algumas situações pode ser vantajoso: não ficam carecas; não sofrem de fimose; tem um dia internacional; e, o mais importante, tem o exclusivo dom de gerar a vida. Mas, por outro lado, há sintomas que só elas podem conhecer. É o caso do famoso “corrimento vaginal”, comum em 80 % das mulheres, principalmente durante a gestação.</p>
        <p>Segundo o doutor em obstetrícia Paulo Basto de Albuquerque, a medicina classifica corrimento como: secreção vinda dos genitais que além de ser incômodo, tem a presença de germes. “Entretanto, é importante esclarecer que fisiologicamente a mulher apresenta também secreção vaginal. Essa, diferente do corrimento, não causa incômodos, é livre de germes e comum nos casos de excitação sexual, ovulação e durante a gestação”, afirma.</p>
        <p>Popularmente, sintomas fisiológicos são leigamente classificados também como corrimento. Conhecer as diferenças, porém, é fundamental para tratamentos e a devida orientação médica. “A identificação pela paciente se baseia na associação do corrimento com coceira, às vezes intensa ou mal cheirosa. Nestas eventualidades devem se preocupar, pois o risco de complicações está presente”, alerta o obstetra.</p>
        <p>O Dr. Paulo Basto explica que as causas do corrimento na gestação são ligadas à mudança da acidez vaginal. “Essas alterações podem ocasionar infecção fúngica, provocada pela Candida albicans, e atrapalhar no parto normal — por alterar a elasticidade vaginal favorecendo a pequenas lacerações”, diz o médico, que completa: “No caso da vaginose bacteriana — resultado de infecção por associação de bactérias que produzem substâncias que podem enfraquecer as membranas que compõem a bolsa — facilita o nascimento pré-termo, além de predispor à infecção urinária”.</p>

        <p>Para as mulheres que apresentavam corrimento antes da gestação, os sintomas podem se intensificar. Contudo, tratado corretamente, com cremes vaginais antifúngicos ou até com medicamentos orais, o problema desaparece.</p>
        <p>No entanto, falando-se de secreção, a má notícia para as futuras mamães é que esse incômodo feminino estará presente durante toda a gestação. Mas a boa notícia é que ao final da gravidez essa secreção pode até aumentar, principalmente pela perda do tampão mucoso, quando ficará mais espessa. Daí, é se preparar para brevemente ir à maternidade e curtir a chegada do tão esperado bebê. Boa Hora!</p> ]]></description>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Loquiação - Rumo à recuperação do corpo no pós-parto os processos de loquiação são normais, mas precisam de acompanhamento profissional</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/loquiacao</link>
<description><![CDATA[ <p>Se o bebê nasceu, o parto acabou e há um fluxo vaginal parecido com a menstruação, não se assuste é a chamada loquiação. Ela ocorre, principalmente, devido à contração do útero, que está voltando ao volume e posição normal com o objetivo de diminuir a área de sangramento da ferida placentária.</p>
        <p>De acordo com o ginecologista e obstetra Franco L. Chazan, a loquiação possui três fases nas quais a secreção muda de cor indicando os estados da cicatrização. Até o quarto dia após o parto consiste de sangue, restos de decídua, células epiteliais, e muco com cor bastante avermelhada. Do quarto ao décimo dia, o vermelho se torna mais escuro, característico de alterações de hemoglobina, redução do número de hemácias e aumento de leucócitos. A partir daí fica amarelado e, progressivamente, próximo à sexta semana, torna-se branco, parecido cada vez mais com a secreção cervicovaginal normal.</p>
        <p>“Eventualmente a cor avermelhada dos lóquios mantém-se por largo período. Sua persistência por mais de duas semanas, entretanto, constitui indício de retenção de pequenos fragmentos de placenta, de involução imperfeita do sítio de inserção placentária ou de ambas as coisas”, afirma o Dr. Franco. Se isso acontecer, procure um médico, você pode estar fazendo esforços além do seu limite.</p>
        <p>Segundo o especialista, a maior eliminação dos lóquios ocorre nas primeiras 70 e/ou 90 horas após o parto. “Entre os primeiros dias elimina-se, aproximadamente, 225 gramas de lóquios. É comum que as mamães lactantes eliminem maior quantidade do que as não-lactantes, pois a amamentação estimula ainda mais esse processo de recuo do útero. Nos casos de cesárea e mulheres que já apresentavam fluxo menstrual metrorrágico (hemorrogias intermenstruais) o volume também é maior. Para as pacientes com infecção endometrial ocorre a redução da loquiação”, explica o médico.</p>

        <p>Para ajudar ainda mais as mamães na auto-observação durante esse período, o ginecologista explica que o odor da secreção é parecido com o de queijo bolorento, porém nos casos de infecções locais, pode alterar ficando mais forte, acusando que é hora de procurar orientação médica.</p> ]]></description>
<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/loquiacao</guid>
</item>
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<title>Uma saída para o rotavírus - Fique de olho nestes sintomas: diarréia, vômitos e febre. Seu filho pode estar com Rotavírus, um dos maiores responsáveis por internações de crianças abaixo dos 5 anos de idade, mas que já pode ser evitado com a da vacinação</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/saida-rotavirus</link>
<description><![CDATA[ <p>O Rotav&amp;iacute;rus &amp;eacute; o principal agente causador de diarr&amp;eacute;ias na inf&amp;acirc;ncia, e  na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada tornou-se popular, pois foram criados m&amp;eacute;todos r&amp;aacute;pidos  de isolamento do v&amp;iacute;rus bem como desenvolvida uma vacina para a sua  preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;O inverno &amp;eacute; a &amp;eacute;poca do ano em que ele mais se manifesta,  acometendo especialmente crian&amp;ccedil;as menores de 5 anos, sendo muito  freq&amp;uuml;ente sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na forma de surtos em escolas, creches e  ber&amp;ccedil;&amp;aacute;rios&amp;rdquo;, explica Renato de &amp;Aacute;vila Kfouri, pediatra e diretor da  Sociedade Brasileira de Imuniza&amp;ccedil;&amp;otilde;es (SBIm).</p>
<p>O v&amp;iacute;rus tem uma forma  circular, de roda, da&amp;iacute; o nome Rotav&amp;iacute;rus. A transmiss&amp;atilde;o se faz de pessoa  a pessoa, atrav&amp;eacute;s da respira&amp;ccedil;&amp;atilde;o, secre&amp;ccedil;&amp;otilde;es e tamb&amp;eacute;m por contato direto  das m&amp;atilde;os e objetos de uma crian&amp;ccedil;a contaminada para outra. &amp;ldquo;Praticamente  100% das crian&amp;ccedil;as ter&amp;atilde;o ao menos uma infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo v&amp;iacute;rus at&amp;eacute; os 5 anos  de idade, sendo esse grupo o de maior risco para desenvolver as  complica&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;, diz dr. Kfouri. &amp;ldquo;Aproximadamente 2/3 dos casos ocorrem  em crian&amp;ccedil;as entre 6 e 24 meses de idade. Estima-se que, por ano, no  mundo, 450.000 mortes e 2 milh&amp;otilde;es de hospitaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es causadas pelo  v&amp;iacute;rus&amp;rdquo;.</p>
<p>Segundo o pediatra, a doen&amp;ccedil;a inicia-se com v&amp;ocirc;mitos, febre e dor  abdominal. Em seguida a diarr&amp;eacute;ia surge com evacua&amp;ccedil;&amp;otilde;es l&amp;iacute;quidas, f&amp;eacute;tidas  e muito freq&amp;uuml;entes, geralmente acompanhadas de inapet&amp;ecirc;ncia, prostra&amp;ccedil;&amp;atilde;o  e assaduras. A doen&amp;ccedil;a &amp;eacute; autolimitada, ou seja, a cura &amp;eacute; espont&amp;acirc;nea,  ocorrendo em cerca de uma semana. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o existe um tratamento espec&amp;iacute;fico  para a infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o, limita-se apenas a controlar os sintomas:  antit&amp;eacute;rmicos, rem&amp;eacute;dio para v&amp;ocirc;mitos e aumento da oferta de l&amp;iacute;quidos, a  fim de se manter a hidrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, esclarece. Alguns casos evoluem para a  desidrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o por causa da excessiva perda de l&amp;iacute;quidos acompanhada de  v&amp;ocirc;mitos.</p>
<p>Os pais e m&amp;eacute;dicos devem estar atentos aos sinais de  desidrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o: boca seca, sem saliva, aus&amp;ecirc;ncia de l&amp;aacute;grimas e diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o  do volume urin&amp;aacute;rio. &amp;ldquo;Nesse caso, a doen&amp;ccedil;a passa a ser considerada  grave, pois a crian&amp;ccedil;a corre o risco de interna&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, alerta dr. Kfouri.  UMA LUZ NO FIM DO T&amp;Uacute;NEL A vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a maneira mais efetiva de se  prevenir contra as infec&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo Rotav&amp;iacute;rus, j&amp;aacute; que medidas de  saneamento b&amp;aacute;sico e tratamento de &amp;aacute;gua n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o eficazes. Nos &amp;uacute;ltimos  anos foram desenvolvidas duas vacinas, uma delas licenciada no Brasil e  dispon&amp;iacute;vel inclusive na rede p&amp;uacute;blica, para toda a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;A vacina  &amp;eacute; produzida pelo laborat&amp;oacute;rio Glaxo SmithKline, internacionalmente  conhecida como Rotarix&amp;reg;&amp;rdquo;, diz o pediatra.</p>
<p>Aplicada por via oral, em  duas doses, a vacina deve ser administrada com intervalo de 2 meses  entre elas. &amp;ldquo;Por ora deve ser aplicada somente em crian&amp;ccedil;as pequenas,  sendo a primeira dose at&amp;eacute; no m&amp;aacute;ximo 14 semanas de vida e a segunda dose  2 meses ap&amp;oacute;s a primeira&amp;rdquo;, explica. De acordo com dr. Kfouri n&amp;atilde;o h&amp;aacute;  estudos que garantam seguran&amp;ccedil;a e benef&amp;iacute;cios fora dessa faixa et&amp;aacute;ria  devendo, por enquanto, se respeitar esses prazos. &amp;ldquo;&amp;Eacute; importante lembrar  que a vacina contra o Rotav&amp;iacute;rus pode ser aplicada simultaneamente com  outras vacinas.&amp;rdquo; Importante saber que a Rotarix&amp;reg; mostrou-se  extremamente eficaz em prevenir a doen&amp;ccedil;a, especialmente as formas  graves, reduzindo de forma importante o n&amp;uacute;mero de &amp;oacute;bitos e interna&amp;ccedil;&amp;otilde;es  pelo Rotav&amp;iacute;rus.</p>
<p>Mais de 70 mil crian&amp;ccedil;as foram estudadas e ela  apresentou raros efeitos colaterais leves e de curta dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o: febre  baixa, v&amp;ocirc;mitos e irritabilidade. &amp;ldquo;Essa &amp;eacute; mais uma demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a  preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua sendo o melhor rem&amp;eacute;dio, e as vacinas constituem a  melhor maneira de evitar doen&amp;ccedil;as&amp;rdquo;, conclui o pediatra.</p> ]]></description>
<pubDate>Mon, 09 Jul 2007 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/saida-rotavirus</guid>
</item>
<item>
<title>Xiii, o leite voltou! - Seu bebê regurgita com muita freqüência? Não quer mamar e, quando mama, chora de dor? Não está ganhando peso? Atenção: ele pode estar sofrendo de refluxo gastroesofágico</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/leite-voltou</link>
<description><![CDATA[ <p>Na maioria dos bebês normais, há uma pequena saída de leite pela boca depois das mamadas. São as chamadas regurgitações, que acontecem sem esforço e sem interferir no ganho de peso. “Esses vômitos são comuns e geralmente causados pela deglutição excessiva de ar ou por um processo de refluxo gastroesofágico fisiológico, que consiste no retorno do leite do estômago para a boca por causa de uma imaturidade funcional do estômago e do esôfago, mas são episódios esporádicos e que não causam maiores danos”, afirma a profª dra. Clery Bernardi Gallacci, neonatologista responsável pelo Berçário Setorial do Hospital e Maternidade Santa Joana.</p>
        <p>A regurgitação passa a ser um problema quando começa a interferir no desenvolvimento da criança. Ela apresenta sintomas como dificuldade para ganhar peso, febre, choro freqüente, intranqüilidade, chiado no peito, crises de apnéia e infecções nas vias aéreas repetidas vezes. “Nesse caso, ela pode estar sofrendo de refluxo gastroesofágico patológico, um processo mórbido, na maioria dos casos autolimitado, em que ocorre a presença de conteúdo gástrico no esôfago”, diz a neonatologista.</p>
        <p>A causa do problema quase sempre é a imaturidade do esfíncter, a válvula muscular que regula a passagem do leite do esôfago para o estômago e vice-versa. “Nos casos de refluxo patológico, além do leite, voltam também os sucos gástricos usados na digestão, que provocam irritação do esôfago e muita dor e queimação”, explica a dra. Clery. Uma parcela menor de casos pode ainda ser causada por malformações anatômicas, alterações neuro-hormonais ou dos neurotransmissores envolvidos na região esôfago-gástrica.</p>

        <p>Segundo a neonatologista, o refluxo pode ser diagnosticado pela história clínica dos sinais e sintomas citados, através de provas terapêuticas posturais ou medicamentosas, e nos casos mais importantes por diagnósticos subsidiários de avaliações radiológicas, cintilografia, estudo da manometria esofágica, monitorização do pH esofágico, ultra-sonografia e endoscopia. “Vale lembrar que outras patologias, como processos obstrutivos na região gastroesofágica, casos de alergia ao leite de vaca, toxicidade alimentar até doenças neuromusculares, devem compor o leque de diagnósticos diferenciais de refluxo gastroesofágico”, alerta.</p>
        <p>O tratamento inclui atitudes posturais, como a orientação de manobras eficientes para o bebê arrotar após as mamadas; a manutenção do aleitamento materno, e, no caso de bebês que já estiverem recebendo outros alimentos, fracioná-los em pequenas quantidades; evitar líquidos gasosos, sucos de laranja e tomate, café e excesso de líquidos; e evitar a elevação das cabeceiras dos berços com travesseiros para prevenir acidentes de sufocação dos bebês com os mesmos. “Outra medida comumente usada, mas que não recomendo, é engrossar o leite, o que em muitos casos pode piorar o tempo do esvaziamento gástrico”, aconselha a médica.</p>
        <p>Além dessas medidas, às vezes é indicado o uso de medicamentos destinados a aliviar a irritação do esôfago, diminuir a acidez do estômago ou para esvaziá-lo mais rápido. Em raríssimos casos, há necessidade de correção cirúrgica do esfíncter. “Alguns casos de hérnia de hiato e epigastralgia (dor de estômago) na vida adulta podem estar relacionados com o refluxo gastroesofágico na infância, mas geralmente o problema tende a desaparecer depois de 1 ou 2 anos de idade”, diz.</p> ]]></description>
<pubDate>Sat, 06 Jan 2007 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>De olho no seu sangue - A incompatibilidade do sistema Rh entre o sangue da mãe e do bebê pode causar doenças sérias e devem ser acompanhadas no pré-natal pelo obstetra. Hoje em dia é possível prevenir a Doença Hemolítica Perinatal (DHPN) e fazer a isoimunização materna antes me</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/olho-sangue</link>
<description><![CDATA[ <p>Existem vários grupos sangüíneos herdados, mas no que concerne à prevenção e tratamento de patologias fetais, o mais importante é o sistema Rh. De acordo com o médico Fernando Ghilardi, Hemoterapeuta do Banco de Sangue de São Paulo, da Pro Matre Paulista e do Santa Joana, as incompatibilidades do grupo Rh podem ser graves.</p><p>O sistema Rh é caracterizado pela presença ou não de uma proteína (antígeno D) na superfície da hemácia. Se a hemácia possui esse antígeno, dizemos que a pessoa é Rh positivo (Rh+). Se não possui, classificamos de Rh negativo (Rh-). “Quando a mãe é Rh- e o pai é Rh+, existe um risco grande de o casal gerar um filho Rh+”, diz Ghilardi. “Nesse caso, o sistema imunológico materno produz anticorpos contra as hemácias fetais, que, transmitidos através da placenta, podem causar a patologia denominada doença hemolítica do recém-nascido, que leva à anemia profunda por destruição das hemácias, produção excessiva de bilirrubina, risco de impregnação cerebral, insuficiência cardíaca e nos casos mais graves, pode ‘levar à hidropisia fetal com desfecho fatal.”</p><p>Deve-se ressaltar que a DHPN geralmente é detectada numa segunda gravidez, já que, para a mãe Rh- produzir anticorpos contra as hemácias Rh+, ela precisa ter um contato prévio com hemácia incompatível do feto Rh+ na primeira gestação, em aborto anterior ou em transfusão de sangue incompatível. “Quando a gravidez ou o aborto são adequadamente acompanhados pelo obstetra, uma das preocupações é administrar a vacina anti-Rh (Imunoglobulina anti-D), no período de até 72 horas após o parto, lembrando sempre que o recém-nascido é Rh positivo e sua mãe negativo. A vacina destruirá as hemácias Rh+ do recém-nascido que passaram para a circulação materna, impedindo que o sistema imunológico materno produza anticorpos anti-Rh e prevenindo a doença hemolítica numa próxima gestação”, explica.</p><p>Para o médico, é importante que toda mulher Rh- faça o Teste de Coombs Indireto (TCI), que avalia se ela já produziu anticorpos contra o sistema Rh. “Se o exame for negativo, é importante a gestante tomar uma dose da vacina, na 28ª semana da gestação e outra até 72 horas depois do parto. Isso evitará que a situação se repita em uma próxima gravidez.”</p><p>E se o exame for positivo? O obstetra deve acompanhar a evolução da sensibilização com a realização de TCI seriado e observar através da ultra-sonografia o desenvolvimento do feto, como o crescimento fetal, quantidade do líquido amniótico, edema generalizado e insuficiência cardíaca. “Ao constatar que o bebê corre perigo, ele pode fazer uma transfusão de sangue intra-uterina ou até mesmo antecipar o parto”, informa o médico.</p><p>Objetivando uma ação preventiva da isoimunização da mãe e do recém-nascido, as maternidades Pro Matre Paulista e Santa Joana realizam a fenotipagem no sistema Rh da mãe e do bebê. Também realiza o Teste Coombs Direto do recém-nascido e o Teste de Coombs Indireto na mãe em todos os partos. “Os problemas com incompatibilidade de Rh podem ser minimizados e até mesmo extintos se houver um conhecimento prévio da situação”, completa.</p><table prevstyle="margin: auto;" style="margin: auto;" align="center" bgcolor="#9dd2b6" border="0" cellpadding="3" cellspacing="3">&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tbody>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " colspan="3" align="center" bgcolor="#f6fbf9">Combinações possíveis do sistema RH</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Mãe </td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Pai</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Bebê</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh+</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh+</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh+ ou Rh-</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh+</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh-</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh+ ou Rh-</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh-*</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh+*</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh+*ou Rh-</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh-</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh-</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " align="center" bgcolor="#f6fbf9">Rh-</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;<td prevstyle=" " colspan="3" bgcolor="#f6fbf9">* Risco de doença hemolítica do recém-nascido</td>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tr>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;</tbody></table> ]]></description>
<pubDate>Fri, 06 Oct 2006 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Quando o pequeno coração requer atenção especial - O desenvolvimento do coração é produto de uma interação entre genes, ambiente e acaso. Segundo pesquisas, as doenças cardíacas em recém-nascidos ocorrem na proporção de um para cada 100 nascidos vivos. Elas podem, porém, ser detectadas durante a gestação,</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/pequeno-coracao-requer-atencao-especial</link>
<description><![CDATA[ <p>O coração é um músculo situado entre os pulmões, que exerce a função de bombear o sangue, através de vasos, para todo o corpo. A medicina define como cardiopatia a má-formação anatômica e a alteração funcional do sistema cardiocirculatório. Segundo o cardiologista pediátrico, dr. Celso Zlochevsky, da maternidade Pro Matre Paulista, batimentos do coração primitivo já se fazem presentes a partir do 28º dia de gestação. Porém, apenas por volta da 8º semana o feto apresenta o órgão formado.</p>
        <p>Dr. Celso explica que a má-formação cardíaca congênita, aquela que se apresenta desde o nascimento, pode ocorrer por causas como anomalias cromossômicas, incluindo as síndromes genéticas, exposição materno-fetal a substâncias como álcool e anticonvulsi-vantes e doenças maternas, como o diabetes, infecções e colagenoses.</p>
        <p>Como se sabe, o pré-natal é o meio mais eficiente para detectar anomalias que possam aparecer no bebê. A identificação intrauterina da cardiopatia pode ser feita através de ultra-sonografia fetal, especificamente utilizando-se o método da ecocardiografia fetal. “Quando há alteração podemos considerar diversas opções de conduta, desde o local apropriado para a realização do parto, até decisões quanto a terapia intrauterina, ou mesmo a interrupção da gravidez”, explica o médico.</p>

        <p>O período entre a 22ª e a 26ª semanas de gestação é ideal para a futura mãe realizar o exame, pois, segundo o cardiologista, é nesta fase que se obtêm boas imagens do coração. Se realizado antes, o profissional examinará um órgão ainda muito pequeno e numa idade gestacional mais avançada a qualidade fica comprometida devido à sombra provocada pelas estruturas ósseas já bem desenvolvidas no feto.</p>
        <p>Após o nascimento também é possível identificar a presença de problemas cardíacos no recém-nascido. Sopro, alteração do ritmo cardíaco, coloração arroxeada da pele e das mucosas (cianose), dificuldade respiratória, interrupção das mamadas e transpiração excessiva são indicadores de alteração cardiológica com necessidade de avaliação médica. “Há problemas que não requerem nenhum tipo de tratamento, pois podem não causar repercussão ou serem resolvidos espontaneamente”.</p>
        <p>Apesar da seriedade do assunto, a boa notícia, segundo o dr. Celso Zlochevsky, é que felizmente, com a disponibilidade de medicamentos que atuam na esfera cardio-circulatória e o avanço das técnicas cirúrgicas, muito se pode oferecer às crianças que nascem com problemas cardíacos.</p> ]]></description>
<pubDate>Sat, 12 Aug 2006 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Sexagem fetal: uma maneira nova e segura de saber o sexo do seu bebê - O teste apresenta grandes chances de acerto, quase cem por cento, mas, para ser bem preciso, a coleta para o exame deve ser realizada pelo menos a partir da 12ª semana de gestação</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/sexagem-fetal-maneira-nova-segura-saber-sexo-bebe</link>
<description><![CDATA[ <p>A sexagem fetal é uma nova técnica de biologia molecular usada para  determinar o sexo do seu bebê. O teste é realizado com uma amostra de  sangue da mãe. Durante a gestação ocorre a passagem de uma pequena  quantidade de células fetais para o sangue da mãe.</p>
        <p> De acordo com o médico hematologista Fábio Nastari, do Banco de Sangue  São Paulo, instalado nas maternidades Santa Joana e Pro Matre, o teste  da sexagem fetal se baseia na identificação de partes do cromossomo Y  na circulação materna, por meio da técnica de reação em cadeia da  polimera se (PCR). “Como apenas indivíduos do sexo masculino possuem o  cromossomo Y dentro de suas células, sua presença indica um menino, e  sua ausência indica uma menina”, explica o médico.</p>
        <p> No caso de gestação múltipla, se os gêmeos forem univitelinos (gêmeos  idênticos, mesmo sexo, dividindo a mesma placenta), o resultado é  válido para ambos. Para gêmeos fraternos (gêmeos diferentes, o sexo  pode ou não ser diferente, tendo cada uma sua bolsa e placenta, são  cerca de três vezes mais comuns que os gêmeos idênticos e ocorrem com  mais freqüência quando já existem antecedentes na família) , se o  resultado indicar sexo masculino, ao menos um dos gêmeos é menino, ou  se o resultado indicar sexo feminino, ambas as gêmeas são meninas.</p>

        <p> Se, por exemplo, a mulher não estiver grávida e realizar o teste, o  resultado apontará para uma menina, pois identificará ausência de DNA  masculino.</p>
        <p> Para Nastari, mesmo com a amplificação possível na técnica de<br>
          PCR, as dificuldades na análise de células fetais estão relacionadas  com a pequena quantidade dessas células no sangue materno e sua difícil  identificação. Por isso, as gestações com menos de 12 semanas podem  ocasionar resultados inconclusivos, fazendo-se necessária uma segunda  coleta, no prazo adequado, para obter seu um resultado definitivo.  “Ainda assim o resultado deste exame não garante 100% de acerto”,  lembra o médico.</p>
        <p> Para realizar o teste, a mulher não precisa de nenhuma preparação  especial e todas as grávidas podem se submeter a ele. A coleta de  amostras para a realização desse exame pode ser feita nas unidades do  Banco de Sangue de São Paulo instaladas no Hospital e Maternidade Santa  Joana e Pro Matre Paulista. O resultado do exame é fornecido em sete  dias.</p> ]]></description>
<pubDate>Fri, 04 Aug 2006 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Icterícia em recém-nascidos - Icterícia é o nome dado à cor amarelada da pele causada pelo excesso de bilirrubina no sangue. Em muitos recém-nascidos, o fígado ainda não está maduro o suficiente para metabolizar esta substância</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/ictericia-recem-nascidos</link>
<description><![CDATA[ <p>Aproximadamente dois terços dos recém-nascidos desenvolvem icterícia na primeira semana de vida. É a chamada “icterícia fisiológica”, e segundo Cecília Maria Draque, pediatra da Pro Matre Paulista, inicia-se no segundo dia de vida e atinge seu pico entre o terceiro e quarto. “A partir daí começa a diminuir e, geralmente, desaparece em dez dias”, esclarece a médica.</p>
        <p>É interessante saber que a icterícia obedece a uma ordem de progressão: ela aparece primeiramente na face e se espalha para baixo, atingindo tórax, abdômen e, por fim, as pernas, chegando à planta dos pés. “É comum as crianças também ficarem com os olhinhos amarelados”, completa dra. Cecília.</p>
        <p>Existe também a icterícia não fisiológica, que pode iniciar-se antes de o bebê completar 24 horas de vida ou mesmo atingir níveis elevados de bilirrubina. “A causa mais comum deste tipo de icterícia são as incompatibilidades sangüíneas do sistema ABO ou RH, ou seja, quando a mãe é RH negativo e o bebê positivo, ou quando a mãe é O e o recém-nascido é A ou B”, justifica a médica que ressalta a importância de um acompanhamento pediátrico neste diagnóstico. “Se os valores de bilirrubina aumentarem muito pode acontecer de atingirem o cérebro e, se não tratada, a doença pode causar, em extremos casos, alterações neurológicas.”</p>

        <p>A avaliação da icterícia inicialmente é clínica, ou seja, pela cor da pele do recém-nascido é possível saber se ele é ou não ictérico. Porém, quando o tom amarelado torna-se intenso ou mesmo extenso, ultrapassando até mesmo a cicatriz umbilical, é prudente e necessário colher sangue do bebê para avaliar a dosagem da bilirrubina e fazer um diagnóstico mais preciso do tipo de icterícia para indicar o tratamento mais adequado.</p>
        <p>Existem dois tratamentos utilizados para esta doença: a fototerapia e a exsangüíneotransfusão. Destes o mais utilizado é a fototerapia, o chamado “banho de luz”, que ajuda o fígado a eliminar a bilirrubina.</p>
        <p>Mas também ocorrem casos bem leves de icterícia, quando nem mesmo é preciso colocar o bebezinho na fototerapia. “O tratamento pode resumir-se a um banho diário de sol por 15 minutos, até às 10 horas ou após as 16 horas, com o bebê somente de fraldas.” E, para prevenir que a icterícia piore, a pediatra informa que a mamãe pode aumentar o número de mamadas, pois este processo ajuda na eliminação da bilirrubina por meio da urina e das fezes.</p> ]]></description>
<pubDate>Thu, 03 Aug 2006 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/ictericia-recem-nascidos</guid>
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<title>Displasia do quadril: que bicho é esse? - Sua causa ainda é desconhecida, mas as alterações do quadril do recém-nascido acontecem em torno de 4 a cada 1.000 nascimentos. Através de um procedimento conhecido como Manobra de Ortolani, é possível diagnosticar e tratar esse problema precocemente</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/displasia-quadril-bicho</link>
<description><![CDATA[ <p>A displasia do quadril é um termo abrangente que inclui um amplo espectro de alterações na bacia da criança. Uma é a luxação congênita, quando a articulação está fora do lugar. “Ainda é possível encontrar quadros de quadril instável, quando a articulação pode sair fora do lugar com uma manobra provocativa (manobra de Barlow), e quadril imaturo, quando a cobertura articular não está completamente desenvolvida”, explica o ortopedista Alexandre Lourenço, das maternidades Pro Matre Paulista e Santa Joana.</p>
        <p>Essas alterações freqüentemente são congênitas e podem ser notadas após o nascimento, mas há casos que aparecem apenas com o desenvolvimento da criança. “A forma mais grave, a luxação do quadril, pode ser congênita ou evolui a partir de um quadril instável ou imaturo”, diz o médico. “Por este motivo, no mundo inteiro, tem-se dado preferência ao termo displasia do quadril no lugar de luxação congênita do quadril por ser mais abrangente”, completa.</p>
        <p>Mesmo sendo uma alteração comum nos recémnascidos, sua causa ainda é uma incógnita, embora haja várias teorias. “Sabemos apenas que existem alguns fatores de risco associados, como apresentação pélvica (bebê sentado), história familiar, gestação gemelar e torcicolo congênito”, afirma dr. Lourenço.</p>

        <p>“Além disso, a displasia de quadril é mais comum no sexo feminino e no primeiro filho.”</p>
        <p>Deve-se salientar que a maior parte dos quadris instáveis ou imaturos evolui bem sem qualquer tratamento, porém, é impossível diferenciar quais são esses casos.</p>
        <p>Como se faz o diagnóstico?</p>
        <p>Segundo dr. Lourenço, o primeiro passo para o diagnóstico é conhecer os antecedentes pessoais e familiares, ou seja, detectar os possíveis fatores de risco já descritos. A displasia é detectada através de um exame conhecido como Manobra de Ortolani, criado pelo pediatra italiano Marino Ortolani, em 1937, e usado até hoje em todo o mundo para o diagnóstico precoce da displasia do quadril. “A manobra é feita com a flexão e abertura (abdução) das perninhas do bebê.</p>
        <p>Quando o quadril está luxado, o médico consegue sentir na mão o momento em que a articulação é colocada no lugar”, explica. “Infelizmente, nem sempre é possível evidenciar esses sinais. Além disso, a criança não sente dor mesmo quando a articulação está luxada.”</p>
        <p>A radiografia da bacia não é muito útil porque grande parte da articulação do quadril no recémnascido é composta por cartilagem, que não é visível pelos raios X. “Há vários anos, usamos a ultrasonografia para diagnosticar e/ou descartar uma eventual displasia do quadril. Além de ser mais preciso, esse exame não envolve radiação”, diz o médico.</p>

        <p>Caso seja diagnosticada uma alteração no quadril no período neonatal, as chances de sucesso com o tratamento são enormes. Para dr. Lourenço, esse é o “período de ouro” para corrigir qualquer forma de displasia do quadril. O método mais empregado no mundo inteiro tem sido o suspensório de Pavlik.</p>
        <p>“O suspensório de Pavlik é bastante simples de usar e a criança se adapta facilmente. O tempo de uso do aparelho vai depender do grau de displasia do quadril, raramente ultrapassando 2 meses quando o tratamento se inicia logo ao nascimento.” A criança que apresentou displasia de quadril passa por um controle ultra-sonográfico e ortopédico periódico para acompanhamento da evolução do problema.</p> ]]></description>
<pubDate>Wed, 02 Aug 2006 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
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<title>Três gotinhas de sangue que diagnosticam doenças - Doenças genéticas, metabólicas ou mesmo infecciosas que podem, inclusive, vir a comprometer o desenvolvimento neuro-psico-motor da criança podem ser controladas, e até mesmo revertidas, apenas com uma punção no calcanhar do bebê. Trata-se do Teste do Pezi</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/tres-gotinhas-sangue-diagnosticam-doenca</link>
<description><![CDATA[ <p>Existem alguns tipos de Teste do Pezinho, também chamado de Triagem Neonatal, mas o Teste Básico, imprescindível e obrigatório, é aquele que diagnostica precocemente o hipotireoidismo congênito, a fenilceetonúria, as patologias da hemoglobina, sendo a anemia falciforme a mais freqüente, e a tripsina. “A maior importância do Teste do Pezinho é que ele possibilita a detecção precoce de anomalias do metabolismo responsáveis por diversas doenças que, sem tratamento precoce e adequado, podem causar lesões irreversíveis, como, por exemplo, o retardo mental”, explica o pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana José Claudionor da Silva Souza.</p>
        <p>Pesquisando doenças</p>
        <p>Como algumas doenças não apresentam sintomas no período neonatal, a evolução deste teste, de uns anos para cá, vem possibilitando a descoberta imediata de outras doenças que, se também não tratadas a tempo, causam problemas sérios ao desenvolvimento da criança. E desta forma o Teste do Pezinho ampliou-se, ou seja, com a mesma amostra retirada para o teste básico é possível realizar também o teste ampliado, que pesquisará um número maior de doenças, entre elas a Toxoplasmose e a Hiperplasia Supra-renal. “Esses distúrbios, se identificados precocemente, antes da doença manifestar seus sinais claramente, podem se tratados com sucesso”, completa o médico.</p>

        <p>Tanto o Santa Joana como também a Pro Matre Paulista realizam o Teste do Pezinho Ampliado, que possibilita a detecção de cerca de 30 doenças congênitas.</p>
        <p>É importante ressaltar que o Teste do Pezinho, mesmo com resultado normal, não afasta a possibilidade de ocorrer deficiência mental ou qualquer comprometimento neurológico ao longo da vida, seja por causas genética ou adquirida. “Acrescento que o Teste também, não revela as síndromes genéticas, como a de Down, porém o acompanhamento rotineiro de um pediatra pode atestar a saúde do bebê.”</p> ]]></description>
<pubDate>Tue, 01 Aug 2006 07:01:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Muito mito e expectativa em torno do Teste de Apgar - Seu bebê já é testado nos primeiros minutos de vida</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/espectativa-torno-teste-apgar</link>
<description><![CDATA[ <p>É comum a preocupação dos pais diante do Teste de Apgar, afinal,  eles acreditam que uma possível nota baixa represente problemas futuros  para a criança. Mas a realidade é bem outra.Segundo a pediatra do  Hospital e Maternidade Santa Joana, Suely Dornellas, jamais uma nota  baixa recebida pelo bebê ao nascer deve ser fator de angústia para os  pais. “O índice de Apgar desempenhou um papel fundamental no  desenvolvimento das técnicas de atendimento ao recém-nascido em sala de  parto, mas, como a maior parte das técnicas médicas, não tem mais a  relevância que tinha em 1952, quando foi desenvolvido pela dra.  Virgínia”, explica a pediatra. </p>
        <p>O  Teste de Apgar nada mais é do que um diagnóstico da condição de  nascimento do bebê, realizado por um pediatra neonatologista no  primeiro minuto de vida e que será repetido aos cinco minutos após o  nascimento. “Na verdade, essa avaliação irá quantificar as respostas  que o recém-nascido dará ao ambiente extra-uterino. Portanto, o teste  tem como função avaliar a vitalidade do bebê nos primeiros minutos de  vida”, explica dra. Suely. </p>
        <p>Os critérios  adotados para a realização do Boletim de Apgar são: freqüência  cardíaca, respiração, tono muscular, irritabilidade reflexa e coloração  da pele, e para cada uma dessas etapas são dadas notas de 0 a 2.  Dificilmente um recém-nascido alcançará a nota máxima, que é 10. Para  Suely Dornellas, é importante esclarecer que o teste não dita ações,  condutas na reanimação neonatal, e muito menos possui valor como  prognóstico, somente informa a vitalidade do bebê naquele momento. “As  manobras de reanimação realizadas na sala de parto, quando necessárias,  já devem ser iniciadas ao primeiro minuto de nascimento.”</p>
        <p>POR QUE O NOME APGAR?<br>

          Virgínia  Apgar foi uma médica anestesiologista americana que reconheceu a  necessidade de avaliar, de maneira fácil e eficaz, os recémnascidos. Em  1949, discutindo com um alunos quesitos para medir a vitalidade do  bebê, chegou a cinco pontos-chave:<br>
  <br>
  • freqüência de batimentos cardíacos<br>
  <br>
  • cor da pele<br>
  <br>
  • respiração e intensidade do choro<br>

  <br>
  • tono muscular<br>
  <br>
  • resposta a estímulos<br>
  <br>
          E após os ajustes necessários, a dra. Vírgínia apresentou seu projeto  e, posteriormente, publicou o seu sistema de avaliação do recém-nascido  com o nome de Teste de Apgar, e ele é exatamente o mesmo até hoje. </p>
        <table style="margin: auto;" align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="3">

          <tbody>
            <tr>
              <td colspan="4" align="center" bgcolor="#7bc4a0" height="30"><strong>Boletim de Apgar</strong></td>
            </tr>
            <tr>
              <td align="center" bgcolor="#daede2"><strong>SINAL/NOTA</strong></td>
              <td align="center" bgcolor="#daede2"><strong>0</strong></td>

              <td align="center" bgcolor="#daede2" height="35"><strong>1</strong></td>
              <td align="center" bgcolor="#daede2"><strong>2</strong></td>
            </tr>
            <tr>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">FREQÜÊNCIA<br>
                CARDÍACA</td>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">Ausente</td>

              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0" height="35">Menos que 100 bpm*</td>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">Maior que 100 bpm*</td>
            </tr>
            <tr>
              <td align="center" bgcolor="#daede2">ESFORÇO<br>
                RESPIRATÓRIO</td>
              <td align="center" bgcolor="#daede2">Ausente</td>

              <td align="center" bgcolor="#daede2" height="35">Choro fraco</td>
              <td align="center" bgcolor="#daede2">Choro forte</td>
            </tr>
            <tr>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">TONO<br>
                MUSCULAR</td>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">Flácido</td>

              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0" height="35">Algum reflexo</td>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">Movimentos ativos</td>
            </tr>
            <tr>
              <td align="center" bgcolor="#daede2">IRRITABILIDADE REFLEXA</td>
              <td align="center" bgcolor="#daede2">Ausente</td>
              <td align="center" bgcolor="#daede2" height="35">Algum movimento</td>

              <td align="center" bgcolor="#daede2">Choro</td>
            </tr>
            <tr>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">COR</td>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">Azul ou pálido</td>
              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0" height="35">Róseo, extremidades<br>
                arroxeadas</td>

              <td align="center" bgcolor="#7bc4a0">Corado</td>
            </tr>
            <tr>
              <td colspan="4">* Batimentos por minuto</td>
            </tr>
          </tbody>
        </table>
 ]]></description>
<pubDate>Tue, 01 Aug 2006 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/boletim-medico/espectativa-torno-teste-apgar</guid>
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</channel>
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