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<title>Gravidez - Portal Sempre Materna</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br</link>
<description>Notas recentes de Gravidez.</description>
<language>pt-br</language>
<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 13:06:21 GMT</pubDate>
<item>
<title>Não fuja da imunização na gravidez. É proteção que vale por dois - Descubra porque a cama parece ser a melhor companheira para as futuras mamães</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/nao-fuja-da-imunizacao-na-gravidez-e-protecao-que-vale-por-dois</link>
<description><![CDATA[ <P>Responsáveis por sensibilizar o sistema imunológico e prevenir a ação de vírus e bactérias, as vacinas são poderosas ferramentas para afastar doenças de pessoas de todas as idades e camadas sociais. E por falar em prevenção, as gestantes, consideradas grupo de risco, devem ser as primeiras da fila.</P>
<P>Para desmistificar o efeito das ‘picadinhas’ nas futuras mamães, o obstetra e ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Marcelo Giacobbe, esclarece que na gestação, preferencialmente, utilizam-se vacinas não vivas – elaboradas com microorganismos inativados. “As imunizações que utilizam vírus vivos – feitas com o microorganismo vivo atenuado - devem ser evitadas pelo receio de consequências nocivas para o feto. Já as provindas de vírus mortos podem ser administradas normalmente.” </P>
<P>Ainda assim, as ‘barrigudinhas’ se preocupam com as reações. “Diferente das crianças, a manifestação de sintomas exuberantes nos adultos não é comum, após receber vacinas. Entretanto, reações dermatológicas locais e febre baixa podem ser observadas em alguns casos”, diz Giacobbe.</P>
<P>Certificada a segurança e credibilidade das agulhadas, mais um motivo para a mulher acompanhar o calendário e preencher corretamente a carteirinha de vacinação é saber que, nessa fase, os benefícios vêm em dobro. “O feto recebe, através da circulação placentária e amamentação, anticorpos maternos que podem, em alguns casos, durar até os seis meses de vida”, afirma o médico.</P>
<P><FONT size=3><STRONG>TIPOS DE PICADA</STRONG></FONT></P>
<P>Dr. Marcelo indica ainda as imunizações que não podem ficar de fora desse período. “Vacinas de tétano e difteria (dupla do tipo adulto) devem ser rotineiramente realizadas na gestação a partir do segundo trimestre, naquelas pacientes que não estiverem com suas doses de reforço atualizadas”, aconselha. E completa: “As demais, avalia-se individualmente a necessidade, de acordo com o risco potencial da doença, que pode variar da região em que vive e a presença ou não de surtos naquele momento.”</P>
<P>E por falar em epidemias, as campanhas de vacinação sazonais também devem ser ressaltadas. A mais recente é contra o vírus Influenza A (H1N1). Segundo pesquisas, aproximadamente 10% dos adultos e 30% das crianças são contaminados por essa nova gripe, que causa doença respiratória aguda e pode levar à morte. </P>
<P>O Center for Desease Control, dos Estados Unidos da América, recomenda a vacinação das gestantes em qualquer período da gravidez para a melhor proteção da mamãe e do seu bebê. “É importante lembrar que a vacina de spray nasal contra a Gripe Suína não deve ser feita na gestação, pois ela usa vírus atenuados. A ideal é a imunização intramuscular aplicada em dose única”, alerta o ginecologista.</P>
<P>Fique de olho às restrições. “No caso das gestantes consideradas de risco é necessária avaliação para saber quais as possibilidades da mulher contrair a doença em questão e analisar os efeitos descritos da patologia para a mãe e o feto”, finaliza Dr. Marcelo.</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 09:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Minha amiga cama - O excesso de hormônios e o metabolismo mais lento são os causadores do sono na gestação</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/minha-amiga-cama</link>
<description><![CDATA[ <P>Acordar, trabalhar, comer e fazer exercícios físicos. Na gestação todas essas atividades são acompanhadas de boas doses de sonolência. É quando a cama parece ser a melhor companheira e o despertador o grande inimigo. Umas chamam de preguiça, outras de cansaço, mas nas primeiras semanas o sono é um dos sintomas tradicionais na gravidez.</P>
<P>Para as futuras mamães qualquer cantinho é bom para tirar um cochilo e, se possível, devem fazê-lo já que é uma forma de compensar as noites mal dormidas que estão por vir. O especialista em ginecologia e obstetrícia, do corpo clínico do Hospital e Maternidade São Luiz, Otávio de Berça Fraige, explica que um dos motivos para tanta sonolência está relacionado os altos níveis de progesterona – hormônio responsável por manter a gravidez e a placenta.</P>
<P>“No primeiro trimestre a alteração hormonal aumenta cerca de 50% do volume de sangue no corpo da mulher. Isso gera esforço maior para bombear o coração, e leva embora as boas horas de sono”, esclarece a fisioterapeuta, Edna Hirota, da unidade Itaim.</P>
<P>Segundo os profissionais não é exagero apelidar as gestantes de ‘bichos-preguiça’. “O metabolismo da mamãe fica extremamente lento. Para acompanhar o raciocínio, o que o organismo de um adulto faz em duas horas o da gestante precisa de cinco”, diz Fraige.</P>
<P>O obstetra comenta ainda que para ter disposição durante o dia, uma noite saudável e bem dormida é fundamental. “O mínimo necessário é entre sete a oito horas de sono. Para as grávidas, a sugestão é tirar soneca - uma hora após o almoço - para recuperar as energias e ter uma tarde produtiva”.</P>
<P>Entretanto, é importante lembrar que nem sempre dormir bem será possível. A expectativa para os futuros papais é de noites inconstantes depois do nascimento do bebê, em função dos choros ocasionais (adaptação ao meio) e as mamadas programadas. No entanto, essa experiência pode chegar mais cedo. “Na reta final o inimigo do sono é o grande volume da barriga e o aumento dos movimentos fetais”, esclarece Dr. Otávio.</P>
<P>O ginecologista explica que mesmo fazendo “festa” no ventre materno o bebê está dormindo, no chamado sono REN, ou seja, está adormecido. Porém, tem consciência, se desenvolve e também se mexe.</P>
<P>E para que mãe e filho possam descansar juntos antes do nascimento, a fisioterapeuta explica: “Dormir sobre o lado esquerdo melhora a circulação do sangue nos órgãos e extremidades e facilita o fluxo também no útero. Já deitar-se de barriga para cima não é um bom caminho, pois diminui a oferta de oxigênio para o bebê”.</P>
<P>Por incrível que possa parecer os travesseiros são importantes aliados nos últimos meses<BR>da gestação, pois ajudam a sustentar o peso do corpo. Além disso, investir num colchão firme e macio evita dores na região do pescoço e nas costas por mau posicionamento. </P>
<P>Para finalizar, Edna dá uma dica indispensável: a participação do papai. “Ele pode colaborar por meio de massagem nas costas, mãos e pés, promovendo um relaxamento que contribuirá<BR>para noites mais tranquilas”, aconselha.</P>
<P><FONT size=3><STRONG><EM>Dicas para a gestante dormir com os anjinhos</EM></STRONG></FONT></P>
<P>-Beba muito líquido durante o dia, mas reduza perto da hora de dormir;<BR>-Para prevenir a azia, não coma grande quantidade de alimentos muito temperado, ácido ou frito;<BR>-Faça exercícios leves, acompanhada por um profissional, para melhorar a circulação sanguínea e prevenir as cãimbras;<BR>-Diminua o ritmo de suas atividades no começo da noite, assim estará mais tranquila ao deitar;<BR>-Massagens, exceto na barriga, alongamentos e hidroginástica ajudam a relaxar; <BR>-Café, mesmo moderado, e chocolate não devem ser ingeridos à noite. Eles podem deixar você<BR>mais agitada;<BR>-Prefira dormir em um ambiente escuro e sem barulho. se tiver televisão no quarto, desligue-a<BR>antes de deitar;<BR>-Tente se acostumar, desde o início da gravidez, a dormir sobre o lado esquerdo do corpo.</P>
<P><FONT size=3><STRONG><EM>Veja a forma correta de deitar e levantar da cama</EM></STRONG></FONT></P>
<P><EM><U>Deitar<BR></U></EM>Sente na beira da cama, apoie o tronco sobre o cotovelo, gire de costas colocando as pernas sobre a cama e relaxe.</P>
<P><EM><U>Levantar</U></EM><BR>Gire o corpo para o lado, coloque as pernas para fora da cama e sente-se.</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/minha-amiga-cama</guid>
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<title>Mutações na pele - Entenda porque a pele da gestante passa por tantas alterações e siga os caminhos da prevenção</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/mutacoes-pele</link>
<description><![CDATA[ <P>Macia, oleosa, normal, seca ou mista? Indefinida, a pele da gestante passa por transformações constantes e algumas surpresas. A cada mês pode ter características diferentes, mas nem sempre agradáveis. Por isso, conservar o bom relacionamento com o espelho pode ser tarefa difícil nessa fase.</P>
<P>Para entender melhor como as mudanças acontecem, o mestre em dermatologia, Adilson Costa, explica que os responsáveis por essas oscilações são os famosos hormônios - estrogênio e progesterona - que sofrem diversas alterações durante a gravidez. “Algumas alterações já são esperadas: aumento da pigmentação, aparecimento de pelos finos em locais que não existiam, aumento da circulação sanguínea da pele (logo, há o risco de maior absorção de produtos tóxicos), manchas gravídicas (melasma, que aparece, principalmente, na face) estrias, varizes nas pernas e fragilidade nas unhas fazem parte do kit gravidez de muitas mulheres”, afirma.</P>
<P>Dr. Adilson esclarece também que os problemas com a pele não são prejudiciais ao feto. E, para tranquilizar as mamães, explica que, normalmente, após o nascimento do bebê a tendência é tudo voltar como era antes. “Caso haja necessidade de tratamento, o ideal é que seja feito após o desmame do aleitamento materno, com orientação médica. Pois o uso de substâncias tóxicas, absorvidas pela pele da gestante, vão para a corrente sanguínea e podem gerar más-formações fetais”.</P>
<P>Alguns hábitos saudáveis devem ser precoces à gestação. Segundo o dermatologista, o uso de um bom hidratante corporal é importante para todos, sem exceção. Porém, na gravidez, a pele exige hidratação constante. A boa notícia é que já existe no mercado opções que atendem diretamente às necessidades da mulher durante essa fase de tantas mudanças. “Hidratantes específicos para a pele gravídica são os mais seguros e indicados. Sempre ressalto que é importante adquirir marcas com testes clínicos comprobatórios de sua eficácia e provenientes de empresa idônea. Outra dica importante é evitar produtos à base de ureia, principalmente os que têm mais de 3% deste ativo na sua composição”, diz Dr. Adilson.</P>
<P><FONT size=3><STRONG>VILÔES</STRONG></FONT></P>
<P>Mas, encarar toda essas transformações é difícil para as vaidosas mamães. As estrias - cicatrizes na pele devido à destruição de fibras elásticas e colágenas, como resultado da distensão exagerada da pele e pelo ganho de peso materno – são as mais temidas. Como prevenção, o especialista recomenda alimentação adequada, exercícios físicos, controle de peso e uso de cremes hidratantes específicos. Já para o tratamento de melasmas - manchas que ocorrem na pele pelo estímulo dos hormônios maternos aumentados durante a gestação - a dica é evitar a exposição solar e fazer uso frequente de fotoprotetores.</P>
<P>Sinais da adolescência também voltam a tona nessa fase, como a acne. “Os hormônios excitam as glândulas sebáceas a produzirem mais sebo, resultando em cravos e espinhas, nesse caso, sugiro avaliação individual de um profissional em dermatologia,” explica o médico.</P>
<P>Para encerrar, Dr. Adilson Costa ressalta algumas dicas de prevenção úteis e conhecida de velhos tempos. “Evite a exposição solar das 10 às 16 horas. Utilize sempre fotoprotetor com FPS mínimo de 15, retocado a cada duas horas. Afinal, na gravidez tudo tem proporções maiores.”</P>
<P>Mesmo com algumas transformações cutâneas, deixe de lado a baixa estima. Cada organismo reage de maneira singular e todo esse processo ocorre por uma boa causa, o desenvolvimento do bebê. Curta esse momento incrível.<BR><BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 25 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/mutacoes-pele</guid>
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<title>"Lado B" da gestação - Durante a maravilhosa fase da gravidez, a mulher vive inúmeras descobertas e sensações. Não podemos omitir porém, que algumas delas não são tão legais assim</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/lado-b-gestacao</link>
<description><![CDATA[ <P>Irritabilidade, dores nas mamas, cólica, acentuação da sensibilidade e mudança de humor. Você deve estar pensando que esses são os sintomas da famosa TPM (Tensão Pré-Menstrual), mas não! Eles também podem ser encontrados - juntos ou separados - no início da gestação. </P>
<P>Segundo o ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana, José Geraldo Alves Caldeira, as alterações no organismo para a recepção e formação do bebê causam mudanças físicas, psicológicas e principalmente, comportamentais. “Sentir enjoos e tonturas é típico do início da gravidez, pois, é quando o nenê ‘gruda’ no útero e começa a produção de HCG (Hormônio Coriônico Gonadotrófico), progesterona e estrógeno, hormônios responsáveis pelas formações do feto e também pelas primeiras náuseas e vômitos da grávida”, explica. </P>
<P>Por volta do quarto ou quinto mês é a vez da queimação, conhecida também como azia, entrar em cena. Nessa fase, a barriga está grande e todos que são próximos da gestante tendem a participar do momento de pequeno sofrimento. Os palpites e as crenças são diversos. Há até quem acredite que esse sintoma está relacionado à quantidade de cabelo do bebê, o que Caldeira discorda: “A azia, provocada pelo aumento do útero que comprime o estômago e diminui a intensidade de seus movimentos, pode ser amenizada evitando alimentos condimentados, frituras e embutidos. Fracionar a comida para não deixar períodos muito longos entre uma refeição e outra também pode ajudar.” </P>
<P>No decorrer dos meses, outros incômodos podem aparecer: sangramento das gengivas, inchaço, congestionamento nasal e corrimento vaginal são alguns deles. Entre vários desconfortos, as dores e o aumento das mamas, normalmente, são os mais aceitáveis, pois é o início da preparação para o ato de amamentar. Nesta fase o sono também fica comprometido. “Devido também as alterações hormonais, o sono e o cansaço são comuns”, afirma o médico.</P>
<P>Entre tantas transformações, as adaptações são indispensáveis, Dr. Caldeira aconselha a paciência e a participação do companheiro. “Para a mulher, a gestação é um período de grande envolvimento, tudo o que ela faz é em função da gravidez. Já os maridos, por não terem a mudança física, curtem com limites, isso provoca ainda mais a insegurança na gestante”, diz. Escolher os detalhes do quarto do bebê, acompanhar a saída da maternidade e, até mesmo, ir a uma consulta do pré-natal é tarefa para o papai e a mamãe fazerem juntos. </P>
<P>Pouco antes de completar os nove meses, quando o parto se aproxima, as grávidas têm a impressão de que os dias e as noites parecem infinitos. Segundo o obstetra, aproximadamente aos oito meses o bebê está grande e o espaço que ele tem é restrito. Logo, os chutes e movimentos serão bastante percebidos e podem causar dores. Além disso, o banheiro passa a ser o cômodo mais ocupado da casa. “O útero está grande e comprime o espaço da bexiga, o que faz a gestante ter a sensação de precisar urinar diversas vezes ao dia”, esclarece.</P>
<P>Dom especial feminino, a gravidez proporciona experiências inesquecíveis. Aproveite cada momento intensamente, pois com certeza o bebê compartilhará os carinhos e afetos. Para aliviar os sintomas gestacionais e preservar a saúde e bem-estar da mãe e do filho, as dicas são: fazer acompanhamento do pré-natal; manter dieta balanceada, rica em cálcio e praticar exercícios físicos, obviamente, com liberação médica.</P>
<P>Ai é só curtir!</P>
<P>&amp;nbsp;</P>
<TABLE style="BACKGROUND: #f8f8f8" border=0 cellPadding=4 width="100%" prevstyle="background: #f8f8f8">
<TBODY>
<TR>
<TD style="PADDING-BOTTOM: 4px; PADDING-LEFT: 4px; PADDING-RIGHT: 4px; BACKGROUND: #cc80b0; COLOR: #fff; PADDING-TOP: 4px" colSpan=3 align=middle prevstyle="padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; padding-right: 4px; background: #cc80b0; color: #fff; padding-top: 4px"><STRONG>FIQUE ATENTA ÀS QUEIXAS COMUNS</STRONG></TD></TR>
<TR>
<TD vAlign=top width="30%" prevstyle>
<P><STRONG>Náuseas e vômitos</STRONG><BR>Causas: Alteração e multiplicação dos hormônios.<BR>Como amenizá-los: Fracionar a dieta, evitar cheiros desagradáveis, ver e manipular a comida. Procure ingerir líquidos nos intervalos das refeições e opte por alimentos gelados.</P>
<P><STRONG>Azia</STRONG><BR>Causas: Digestão mais lenta e pressão intra-abdominal. Como amenizá-la: Fracionar as refeições, evitar consumir frituras,<BR>condimentos e embutidos, e não deitar-se após a alimentação.</P>
<P><STRONG>Tontura</STRONG><BR>Causas: Pressão baixa, característica do período gestacional e a rápida metabolização do açúcar que pode provocar a hipoglicemia.<BR>Como amenizá-la: Fracionar a alimentação e evitar movimentos bruscos.</P></TD>
<TD vAlign=top width="30%" prevstyle>
<P><STRONG>Dores nas mamas</STRONG><BR>Causas: Princípio para a preparação do leite materno. Como amenizá-la: Utilizar sutiãs com alças largas que deixe os seios firmes.</P>
<P><STRONG>Sangramento das gengivas</STRONG><BR>Causas: Carência de cálcio e vitamina C no organismo. Como amenizá-lo: Cuidar da higiene bucal, realizar escovação delicada acompanhada de bochecho.</P>
<P><STRONG>Dores nas costas</STRONG><BR>Causas: Provocada pelo aumento do peso da barriga, que muda o<BR>eixo e equilíbrio do corpo. Como amenizá-las: Praticar exercícios físicos autorizados pelo médico e escolher posições agradáveis para acomodação.</P></TD>
<TD vAlign=top width="30%" prevstyle>
<P><STRONG>Corrimento vaginal</STRONG><BR>Causas: É comum haver o aumento de secreção, por causa das<BR>mudanças hormonais e mudança do ph vaginal. Como amenizá-lo: Usar calcinhas de algodão, evitar desodorantes íntimos, mas não deixe de procurar o médico para tratamento.</P>
<P><STRONG>Inchaço</STRONG><BR>Causas: Retenção de líquido característico da gestante. Como amenizá-lo: Diminua o sal e descanse sempre com as pernas elevadas.</P>
<P><STRONG>Obstrução nasal</STRONG><BR>Causas: A alteração dos hormônios causa um edema na membrana que reveste a mucosa das narinas. Como amenizá-lo: Inalação, respirar o vapor da água, mesmo durante o banho, e pingar soro fisiológico.</P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 25 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/lado-b-gestacao</guid>
</item>
<item>
<title>Infertilidade: Questões da mulher moderna - São vários motivos que impedem a reprodução das mulheres</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/infertilidade-questoes-mulher-moderna</link>
<description><![CDATA[ <P>A entrada da mulher no mercado de trabalho tem postergado as decisões em relação ao casamento e a gravidez para idades superiores as ideais, quando se trata de fertilidade. Sem se dar conta, os casais que adiam a maternidade criam também um problema futuro.</P>
<P>Dentro deste processo contínuo, após os 35 anos, o número de óvulos capazes de serem fertilizados começa a diminuir. Os restantes correspondem à reserva ovariana, um estoque de óvulos disponíveis que pode ser utilizado em casos de infertilidade. </P>
<P>São vários os motivos que impedem a reprodução das mulheres. Das disfunções da ovulação às doenças congênitas, passando pelas sexualmente transmissíveis. Há muitas variáveis a serem consideradas quando ela não consegue engravidar.</P>
<P>Fundamental para a gestação, a ovulação é um processo no ciclo menstrual no qual o folículo ovariano maduro rompe e libera o oócito na trompa de falópio. Algumas mulheres se dão conta de quando ovulam porque sentem determinadas sensações corporais. Segundo o ginecologista e especialista em Reprodução Humana do Instituto Verhum, Dr. Vinicius Medina Lopes, se a paciente menstrua normalmente com ciclos regulares, ela está ovulando. No entanto, as disfunções da ovulação são fatores que podem interferir na fertilidade da mulher.</P>
<P>“As mulheres que apresentam disfunções ovulatórias, normalmente apresentam alterações nos hormônios do hipotálamo, hipófise e ovário, acarretando alterações como ciclos menstruais irregulares, muito prolongados ou muito curtos, bem como outras alterações”, diz o médico.</P>
<P>O hormônio folículo estimulante (FSH) é um dos indicativos da reserva ovariana da mulher. De acordo com o especialista, a idade da mulher é um fator importante nas taxas de gestação. Após os 35 anos, a produção de óvulos capazes de serem fertilizados e formarem embriões em condições de se implantarem no útero se reduzem, diminuindo as taxas de gestação.</P>
<P>Entretanto, a fertilidade não é um problema que diz respeito somente a mulher. Segundo estudos, 40% das dificuldades de engravidar são de causas femininas, 40% de causas masculinas e 20 % correspondem à intersecção dos dois grupos.</P>
<P>Em casais jovens, as chances de engravidar é de 15% a 20% ao mês, sem nenhum problema no homem ou na mulher. Nos casais com vida sexual ativa e tentativa de gravidez espontânea, a chance de gravidez é de 82%, no prazo de um ano. </P>
<P>Já para as mulheres acima de 40 anos esse número cai para menos de 10%. Com a utilização de bancos de sêmem e as novas tecnologias os números podem aumentar para 16% e até 17%.</P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 17 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/infertilidade-questoes-mulher-moderna</guid>
</item>
<item>
<title>Mãe aos 40</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/mae-aos-40</link>
<description><![CDATA[ <P>Adiar a gravidez é escolha comum entre as mulheres de hoje, principalmente para aquelas entre 30 e 40 anos. Dados comprovam que hoje em dia, pelo menos, 20% das mulheres aguardam até os 35 anos para iniciar uma nova família. Essa mudança não é mera coincidência, já que o universo feminino estabelece, naturalmente, novos conceitos, como priorizar a estabilidade profissional, relacionamento estável e segurança financeira.</P>
<P>Outro dado importante é a queda do número de filhos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o fácil acesso a métodos contraceptivos, os altos investimentos para a criação de uma criança e a inserção da mulher no mercado de trabalho provocaram essa redução. A queda da taxa de fecundidade declinou de 2,7 filhos em 1992 para 2,4 filhos em 2002.<BR>&amp;nbsp;<BR>Entretanto, é importante conhecer as conseqüências desta decisão. O ginecologista e obstetra, Aléssio Calil Mathais, explica que a queda na fertilidade feminina com o avanço da idade é um fato biológico. “Estima-se que a chance de gravidez por mês é de aproximadamente 20% nas mulheres abaixo de 30 anos, mas de apenas 5% nas mulheres acima dos 40 e, nessa faixa etária, as chances de aborto espontâneo aumentam.” </P>
<P>As mudanças naturais que ocorrem com o organismo é a explicação para esse declínio. “Mudam as condições médicas, a função ovariana e a liberação dos óvulos pelos ovários. O hipotálamo e a hipófise, glândulas localizadas no cérebro, coordenam os processos que levam à ovulação e à menstruação regular. O hipotálamo estimula a hipófise a liberar o hormônio folículo-estimulante (FSH) e o hormônio luteinizante (LH). Esses hormônios são secretados na corrente sanguínea e controlam o crescimento dos óvulos (oócitos) e a produção do hormônio feminino, estrógeno, pelos ovários. Aos poucos, o ciclo menstrual vai se tornando menor e, eventualmente, os ovários podem não liberar óvulos, resultando em um ciclo sem ovulação.&amp;nbsp; </P>
<P>Quando uma mulher com a idade mais avançada decide engravidar é importante que ela procure orientação médica. Se ele identificar qualquer problema físico que possa afetar suas chances de engravidar, ou estiver tentando conceber por mais de 6/12 meses, o indicado é procurar um esterileuta. “Como as chances de gravidez diminuem com a idade é recomendado realizar todos os exames necessários para verificar a fertilidade. A maioria deles podem ser feitos de 1 a 3 meses. O tratamento apropriado pode ser iniciado imediatamente após a avaliação da mulher”, diz o especialista.</P>
<P>De acordo com o ginecologista, se ainda assim o casal tiver que recorrer a tratamentos contra infertilidade, o médico pode discutir as diversas possibilidades. “O tratamento da infertilidade encontra opções terapêuticas no Brasil. Muitas vezes, a gravidez é obtida com condutas de baixa complexidade, como o coito programado. Entretanto, na presença de infertilidade inexplicada há outras opções como a superovulação com inseminação intra-uterina programada ou a fertilização in vitro. O importante é estar ciente que, assim como em qualquer outro tratamento, a idade afeta as chances de gravidez, mesmo com o emprego de alta tecnologia.”<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 10 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/mae-aos-40</guid>
</item>
<item>
<title>Que tal planejar a gravidez?</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/que-tal-planejar-a-gravidez</link>
<description><![CDATA[ <P>A gravidez é o maior sonho de quase todas as mulheres e marca a transição para seu novo papel: o de ser mãe. Como toda transição, é um período cercado por incertezas e mudanças, desde as alterações do corpo até a nova rotina da gestante. Quando se trata das emoções, tudo fica ainda mais intenso.</P>
<P>Para garantir a segurança emocional e uma gestação tranquila, o ginecologista e obstetra, José Bento de Souza, responde as perguntas mais comuns durante a pré-concepção, pré-natal e o período gestacional.<BR>&amp;nbsp;<BR><STRONG><EM><FONT size=3>Como planejar uma gravidez saudável?</FONT></EM></STRONG><BR>O casal que pretende ter uma gravidez planejada deve, em primeiro lugar, procurar um especialista para verificar o estado geral de saúde da mulher. Algumas alterações no organismo feminino podem aumentar as possibilidades de malformações, abortamentos e parto prematuro, por isso, é importante antecipar estas probabilidades. Quando a gravidez é confirmada, é essencial que a mulher faça o pré-natal, pois neste período são realizados exames para verificar a condição do bebê e detectar qualquer problema na saúde da mãe. </P>
<P><STRONG><EM><FONT size=3>As mulheres em idade avançada conseguem engravidar?</FONT></EM></STRONG><BR>Hoje em dia, adiar a gravidez é algo comum. Isso está ligado a muitos fatores, como o desejo de firmar-se na carreira antes de constituir uma família, a espera por um relacionamento estável, por estabilidade financeira ou mesmo a dúvida de ter ou não um filho. É importante que as mulheres saibam que a idade afeta a capacidade de obter e manter uma gravidez sem percalços, no entanto, existem testes, tratamentos e técnicas avançadas, como a fertilização in vitro, que podem e devem ser feitos em mulheres que decidem ter filhos com mais idade. </P>
<P><STRONG><EM><FONT size=3>Ao engravidar, a mulher precisa modificar os seus hábitos alimentares?</FONT></EM></STRONG><BR>A boa alimentação é fundamental para garantir ao bebê todos os nutrientes essenciais para o seu desenvolvimento, já que é do corpo da mãe que virá toda a “matéria-prima” para a sua formação. Além disso, a futura mamãe evita problemas como anemias, hemorragias e diabetes gestacional. Neste período, a maioria das mulheres deve acrescentar cerca de 300 calorias à sua dieta diária para nutrir o feto em desenvolvimento, preferencialmente distribuídas em cinco refeições (desjejum, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar). </P>
<P><FONT size=3><EM><STRONG>Qual o peso ideal no fim da gestação?</STRONG></EM></FONT><BR>O peso ideal oscila entre nove e doze quilos considerando toda a gestação, ou seja, cerca de 1,5 a 2 quilos por mês a partir da 16ª semana. Desta forma, é importante a restrição ao consumo de alimentos calóricos, como refrigerantes, balas e doces industrializados. </P>
<P><STRONG><FONT size=3><EM>Quais cuidados que a mulher pode ter com a beleza durante a gestação?</EM></FONT><BR></STRONG>Cuidar da beleza faz bem para o emocional da gestante. No entanto, deve-se redobrar a atenção aos tipos de produtos utilizados, para que eles não ofereçam risco ao desenvolvimento do bebê. Normalmente, o que mais preocupa as gestantes é o surgimento de estrias, que podem aparecer no abdômen, nas mamas, nas nádegas e nas coxas, pois a pele fica mais fina e esgarçada ao ser esticada. A solução é uma boa alimentação e o uso diário de hidratantes e emolientes. Em relação aos cabelos, a grávida pode notar mudanças na textura, volume e brilho. Além disso, ficam mais oleosos graças a&amp;nbsp; grande quantidade de progesterona circulante que estimula as glândulas sebáceas do couro cabeludo. Por isso, tinturas e descolorações não são indicadas.</P>
<P><FONT size=3><EM><STRONG>Exercícios físicos são permitidos?</STRONG></EM></FONT><BR>A grávida que opta por fazer exercícios físicos fica mais preparada para o parto, sofre menos com inchaços e dores lombares, além de manter um controle sobre o seu peso. Além de beneficiar o equilíbrio emocional, pois é um momento em que ela fica em contato com o próprio corpo, sentindo como o bebê reage aos seus movimentos. É importante ressaltar que o médico precisa ser consultado, normalmente as atividades de baixo impacto são as mais indicadas como caminhadas moderadas, alongamentos e hidroginástica.</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 07 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/que-tal-planejar-a-gravidez</guid>
</item>
<item>
<title>Gravidez pode alterar a visão</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/gravidez-pode-alterar-a-visao</link>
<description><![CDATA[ <P>Durante a gravidez as alterações hormonais influem na saúde ocular e aumentam o risco de surgir graves doenças nos olhos. De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a maioria das gestantes apresenta a síndrome do olho seco, uma alteração na quantidade ou qualidade da produção lacrimal que está relacionada ao aumento da produção de estrogênio. “Ardência, coceira, queimação, olhos vermelhos e irritados, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo, sensibilidade à luz, desconforto após ver televisão, ler ou trabalhar ao computador são alguns dos sintomas”, diz. </P>
<P>Segundo Queiroz Neto, o tratamento é simples. “Por ser um problema temporário é feito com lágrima artificial (colírio), que é uma medicação inócua sem efeitos adversos sobre o feto.&amp;nbsp; Há casos que basta estimular a produção lacrimal por meio de dieta com pouco carboidrato, gordura e carne bovina, porém rica em vitaminas A e E (presentes em alimentos como as frutas, verduras e legumes), além da suplementação com Ômega 3, presente nas sementes de linhaça, nozes e algumas verduras”, explica.<BR>&amp;nbsp;<BR>É importante ressaltar que entre as tantas transformações físicas na futura feminino, o uso dos óculos pode ser uma delas. O oftalmologista afirma que o aumento da retenção de líquido durante a gestação pode provocar&amp;nbsp; provoca alterações na superfície da córnea que induzem a mudanças no grau dos óculos ou lentes de contato. “Esta alteração na refração geralmente desaparece após o parto e por isso não é indicada a troca de lentes oftálmicas durante a gravidez. O ideal, observa, é fazer um exame de vista depois do nascimento do bebê para checar se houve alteração refracional permanente”, finaliza. </P>
<P align=center><STRONG><EM><FONT size=3>Diabetes gestacional aumenta riscos</FONT></EM></STRONG> </P>
<P>Durante a gravidez, o aumento da produção do HLP (Hormônio Lactogênio Placentário) inibe a produção de insulina pelo pâncreas o que pode aumentar o nível de glicose no sangue. O Brasil predispõe 7% das gestantes ao desenvolvimento do diabetes gestacional que em muitos casos vem acompanhado pelo aumento da pressão arterial.</P>
<P>Segundo o oftalmologista, o aumento da glicose no sangue e a hipertensão arterial podem causar sérias complicações oculares. As principais são:<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Retinopatia diabética que se caracteriza pelo crescimento de neovasos na retina que comprometem a saúde da membrana, com alto risco de cegueira.<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hemorragia vítrea quando os neovasos comprometem o vítreo, substância transparente e gelatinosa que preenche o globo ocular, provocando a obstrução súbita da visão.<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Descolamento da retina causada pela tração do humor vítreo que separa as camadas da retina levando à visão de flashes de luz e manchas escuras. O tratamento cirúrgico deve ser imediato para evitar a perda da visão<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Glaucoma neovascular decorrente da formação de neovasos na íris que pode aumenta a pressão intra-ocular e resultar na perda da visão.<BR>O médico lembra que o diabetes gestacional geralmente surge a partir da 24ª semana de gravidez e regride após o nascimento do bebê. Entretanto, a partir da 12ª semana de gestação, mulheres que fazem parte dos grupos de risco devem fazer exame de tolerância à glicose para evitar doenças oculares e complicações gestacionais. </P>
<P>Devem estar alertas mulheres que apresentam:</P>
<P>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hipertensão arterial<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sobrepeso e gordura abdominal<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Histórico familiar ou pessoal de diabetes<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Crescimento excessivo ou lento desenvolvimento do feto<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Grande ganho de peso na gravidez<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Idade superior a 25 anos<BR>•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Baixa estatura</P>
<P>A principal recomendação do médico para controlar o desenvolvimento da doença é fazer uma dieta rica em proteínas, com pouco açúcar e carboidratos.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 05 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/gravidez-pode-alterar-a-visao</guid>
</item>
<item>
<title>Duplo relaxamento - Meditar traz bem-estar e estabilidade emocional para a gestante e ainda proporciona tranquilidade no momento do parto</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/duplo-relaxamento</link>
<description><![CDATA[ <P>Antes, durante e depois, a meditação é ótima opção para as gestantes. De acordo com estudos guiados pelo ginecologista, mestre em obstetrícia e estudioso em medicina comportamental, focado em meditação para gestantes, Roberto Cardoso, é possível reduzir a ansiedade das futuras mamães através desta prática. </P>
<P>“Há um foco de tensão logo que a mulher sabe da notícia da gravidez. Especialmente no terceiro trimestre. À medida que o parto se aproxima, as emoções tornam-se mais evidentes”, comenta o especialista.</P>
<P>Dedicar alguns minutos do dia para meditar é habito saudável. Parte prática da tese de doutorado realizada pelo especialista é prova real das benéficas mudanças. O acompanhamento e observação de 28 gestantes, durante três meses, apontaram que 13 das futuras mamães, participantes, que seguiram a técnica tiveram resultados consideráveis. Além dos indicadores característicos de redução do estresse, houve queda do estado ansioso, diminuição da condutância elétrica da pele (aumento da temperatura de extremidade) e menor tensão muscular.</P>
<P>Dr. Cardoso acredita que, se a gestante não tiver o hábito da meditação é bom criar, pois os benefícios são constantes e precisam ser trabalhados regularmente para a percepção dos resultados desejados. “Do ponto de vista médico, eu chamaria a meditação de uma intervenção comportamental.”</P>
<P>As vantagens da técnica são muitas como, diminuição da ativação do sistema nervoso autônomo simpático, região do cérebro ativada em momentos de medo, tensão, estresse e perigo. Isso consecutivamente proporciona a redução da adrenalina, cortisol e noradrenalina, liberados pelo organismo. O efeito é a regularização da pressão, controle da respiração e dos batimentos cardíacos.</P>
<P>“Vale lembrar que muito do que acontece com a gestante reflete diretamente no feto. Algumas pesquisas apontam que a criança também vai usufruir dos bons resultados com menores probabilidades de déficit de atenção, depressão, autismo, entre outros problemas de comportamento”, diz dr. Cardoso.</P>
<P>Além dos pontos positivos ao longo da gravidez, o tão aguardado parto também pode ser beneficiado. Para os iniciantes, dr. Cardoso aconselha dedicação e muita paciência. “Costumo sugerir 15 a 20 minutos, uma ou duas vezes por dia. Em pouco tempo, mais ou menos em duas a quatro semanas, os primeiros efeitos já ficam bem claros”, incentiva.</P>
<P align=center><STRONG><EM>SIGA AS ORIENTAÇÕES DO DR. ROBERTO CARDOSO E APRENDA OS PRIMEIROS PASSOS PARA MEDITAR:</EM></STRONG></P>
<P>1ª Escolha um ambiente tranquilo onde se sinta bem. Se possível, monte seu próprio ambiente e personalize-o. Se preferir coloque uma música relaxante com duração de 15 a 20 minutos.</P>
<P>2ª Sente-se de modo totalmente confortável, mas de preferência com a coluna ereta. Lembre-se que não poderá se mexer durante todo o exercício.</P>
<P>3ª Mantenha seu foco de atenção na âncora, neste caso, a respiração abdominal correta. Sinta o vai e vem do quadril e inspire e expire em três tempos.</P>
<P>4ª Aos poucos, vá tentando contar cada vez mais lentamente, até chegar ao ritmo mais lento possível, mas sem causar desconforto. Aceite o ar que sai do corpo como se ele partisse livre, sem resistência.</P>
<P>5ª Durante toda a técnica, mantenha o foco de atenção fora da cabeça. Permaneça com toda a atenção (observação sem julgamento) no abdome (2 a 3 dedos acima do umbigo) e no ritmo respiratório.</P>
<P>6ª Sempre que algum pensamento vier e lhe distrair, calmamente, sem raiva e sem força, volte ao foco de atenção (âncora) no abdome e na respiração.</P>
<P>7ª Ao terminar o tempo e quando sentir vontade, faça 3 respirações amplas e abra os olhos lentamente. Fique calada por 2 a 3 minutos. Evite fazer expectativas e não tente interpretar quaisquer eventuais efeitos.<BR></P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/duplo-relaxamento</guid>
</item>
<item>
<title>Cardiotocografia escute seu bebê - Com a finalidade de verificar as condições fetais, a cardiotocografia capta os batimentos cardíacos e movimentos do bebê, prevenindo possíveis complicações para o nascimento.</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/cardiotocografia-escute-bebe</link>
<description><![CDATA[ <P>A gestação é o período de mais sensibilidade da mulher, principalmente pelos medos e a ansiedade em relação ao bem-estar do bebê. Para amenizar essa tensão e proporcionar grandes emoções só ouvindo os batimentos cardíacos do pequeno.&amp;nbsp; </P>
<P>Quando a hora do bebê nascer está próxima - a partir do sétimo mês de gravidez, algumas perguntas podem ser respondidas com o exame de cardiotocografia. O procedimento foi criado na década de 70 e é mundialmente aceito para investigar a freqüência cardíaca fetal (FCF), registrar continuamente os movimentos do bebê, as contrações uterinas - quando presentes e, com esses elementos, conferir a oxigenação do feto, principalmente, nos casos de gravidez de risco.</P>
<P>Segundo Corintio Mariani Neto, doutor em obstetrícia e ginecologia e diretor do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, a importância desse exame está na vigilância do bem-estar do bebê e pode ser realizado tanto na gravidez (anteparto) quanto durante o parto (intraparto). Além disso, é considerado, pelos médicos, excelente ferramenta para prevenir o sofrimento fetal, analisar as condições de vida do bebê, tranqüilizar a mamãe e tomar as providências necessárias.</P>
<P>De acordo com o especialista, o procedimento é rápido, indolor e não passa de 30 minutos para a realização completa, no período anteparto. “É um procedimento simples, sem riscos para a mãe e o bebê. Todas as grávidas com recomendação médica podem realizá-lo. Porém, em situações de risco fetal, como gestantes com hipertensão arterial, diabetes, anemia, doenças da tireóide, cardiopatia, entre outros problemas que resultam em queda de oferta de oxigênio da mãe para o bebê, através da placenta, é extremamente importante executá-lo”, diz o médico.</P>
<P>Como toda gestante é curiosa, vale destacar que a cardiotocografia é feita pelo abdome, onde são instalados dois transdutores (aparelhos de sensibilidade para captar sons e mudanças na pressão abdominal) que passam as informações para um aparelho eletrônico chamado cardiotocógrafo. Esse registra os dados a serem impressos ou digitalizados que são analisados, somente, por especialistas. Durante o trabalho de parto o registro pode ser contínuo ou intermitente, dependendo da necessidade.</P>
<P>Dr. Corintio explica que por meio desse exame é possível detectar irregularidades nos batimentos cardíacos fetais que, normalmente, variam entre 110 e 160 por minuto e verificar se estão fora do padrão. É importante lembrar que a gestação é um período de grandes mudanças físicas e emocionais no corpo da mulher que, portanto, precisa ser adaptada a novos hábitos e acompanhada por bons profissionais para ter uma gravidez tranqüila e cheia de saúde. Por isso, faça rigorosamente os exames necessários do pré-natal e garanta o sucesso do parto e o bem-estar do seu bebê.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/cardiotocografia-escute-bebe</guid>
</item>
<item>
<title>Sucesso dos métodos contraceptivos</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/sucesso-dos-metodos-contraceptivos</link>
<description><![CDATA[ <P>O acompanhamento médico durante a gestação é fundamental para preservar a saúde e bem estar da mamãe e do bebê. E a preocupação é comprovada! De acordo com os últimos dados divulgados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em seis anos, o número de consultas de pré-natal, atingiu 19,4 milhões em 2009, o que significa aumento de 125% em relação a 2003, quando foram registradas 8,6 milhões.</P>
<P>Conforme a diretora substituta do Departamento de atenção básica Elisabeth Wartchow, o número de equipes de Saúde da Família, que passou de 19 mil em 2003 para 30,3 mil em 2009, colaborou para o crescimento. “O aumento dessa assistência contribui com a melhoria nas condições da gestação, da mamãe e do recém-nascido e levou ao consequente avanço da população coberta que saiu de 35% para 50% no mesmo período”, explica.</P>
<P>A Organização Mundial de Saúde recomenda às gestantes a realização de, pelo menos, seis consultas de pré-natal. Esse acompanhamento médico permite identificar possíveis riscos à saúde como diabetes, hipertensão arterial e repercussão de doenças no bebê.</P>
<P>Segundo a mais atual Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde (PNDS-2006), 74% das gestações feitas pelo SUS passaram por, no mínimo, seis consultas de pré-natal. “É um controle cujo resultado vai se refletir na maior qualidade do parto, da vida da mãe e da saúde da criança”, analisa o diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, José Luiz Telles.</P>
<P><STRONG>Planejamento Familiar</STRONG></P>
<P>Em 2008, o acesso a métodos contraceptivos alcançou todos os municípios brasileiros o que significa mais de 34,5 milhões de usuárias do SUS de 10 a 49 anos. Além de preservativos e pílulas, as mulheres também buscam outros métodos contraceptivos. O crescimento dos atendimentos para fornecimento e implantação de DIU e de diafragma de 33,6% entre 2003 a 2009 é a prova.</P>
<P>A consequência desse avanço não podia ser diferente: redução na quantidade de abortos em condições inseguras. Caiu em 15% de 2003 a 2009, o número de procedimentos de curetagem feitos no SUS em mulheres com complicações decorrentes do aborto espontâneo ou provocado. <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/sucesso-dos-metodos-contraceptivos</guid>
</item>
<item>
<title>A “maratona” emocional dos tratamentos de reprodução assistida</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/maratona-emocional-tratamentos-reproducao-assistida</link>
<description><![CDATA[ <P>Quando um casal recebe do médico o diagnóstico de infertilidade e a indicação de tratamento, muitas vezes, não faz a menor idéia do que é a técnica de reprodução assistida. Ambos acreditam que, tão logo, iniciem o tratamento, terão o tão&amp;nbsp;sonhado bebê em seus braços. Porém, a realidade nem sempre é assim.</P>
<P>Para a maioria dos casais, são necessárias várias tentativas de tratamento até a realização do sonho, visto que, a cada tentativa, as chances da técnica dar errado são maiores do que as de dar certo. No entanto, muitas pessoas iniciam o tratamento, acreditando que engravidarão “de primeira”, negando para si próprias a possibilidade do “não”.</P>
<P>“Em geral, com o resultado negativo, o tamanho da frustração costuma ser de acordo com o da idealização, um processo bastante dolorido, até que o casal possa se recompor emocionalmente. Há aqueles que chegam a abandonar o tratamento ou têm dificuldades para reiniciá-lo, justamente para não passar por esse sofrimento novamente”, afirma a psicóloga, especializada no atendimento a casais que enfrentam problemas de fertilidade, Luciana Leis.</P>
<P>Segundo a especialista, outra situação frequente nos tratamentos de reprodução humana assistida é a troca de médico, quando a tentativa de engravidar não dá certo. É necessário haver um responsável – ou um culpado – por esse fracasso, porque, para muitos, é difícil aceitar que tentar algumas vezes pode é fundamental para o sucesso. “Presenciamos, muitas vezes, que a imagem de ‘solucionador’, construída pelo casal para a figura do médico, de um momento para o outro, se inverte para a imagem do ‘problema’, que passou a castigá-los”.</P>
<P>Outro engano comum é mudar a técnica, se não obtiver o resultado desejado. Em certos casos, mesmo com a indicação médica para continuarem com o mesmo procedimento, o casal insiste em realizar “algo mais avançado”. “Entretanto, já sabemos que as técnicas de reprodução humana assistida mais simples podem chegar a resultados positivos, e que quem decide o que pode ser melhor para cada caso são os profissionais especializados. De nada adianta atropelar o saber do médico”, diz Luciana.</P>
<P>Tendo em vista os aspectos até agora expostos, é possível perceber o quanto os casais ficam fragilizados com a vivência do diagnóstico de infertilidade, sendo de extrema importância o suporte psicológico, desde o início do tratamento. A base emocional adequada pode auxiliar todo esse processo, tornando-o mais leve e “possível de vivenciar”.</P>
<P>Cada casal tem uma história particular e, assim como existem os que engravidam logo na primeira tentativa, há também os que precisam tentar várias vezes, até o resultado positivo de gravidez, que jamais seria possível sem a persistência e a coragem para enfrentar essa situação.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/maratona-emocional-tratamentos-reproducao-assistida</guid>
</item>
<item>
<title>Visitas sim, exageros não!</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/visitas-sim-exageros-nao</link>
<description><![CDATA[ <P>O tempo passa, mas a cena é sempre a mesma: assim que o bebê nasce, a família toda corre para avisar os amigos da novidade. Nada mais justo já que a boa notícia é alegria garantida para todos. Em seguida, a fila de espera para visitar mamãe e bebê começa a crescer.&amp;nbsp; </P>
<P>As visitas à maternidade são sadias e agradáveis, porém é preciso tomar alguns cuidados para não ser protagonista de uma situação delicada. Afinal, o bem estar do bebê e da mamãe é prioridade e a internação deve ser regada de cuidados para que seja uma lembrança feliz. Veja algumas dicas:</P>
<P>A primeira dica é zelar pelo bebê, com tão pouco tempo de vida o pequeno não deve ficar rodeado de muita gente. Caso o apartamento esteja cheio chame a enfermeira para levar o “mascotinho” ao berçário.</P>
<P>A hora da amamentação exige o máximo de privacidade, a presença da enfermeira e do papai é o suficiente. Se você estiver no quarto nesse momento é hora de despedir-se.</P>
<P>Cuidado com os presentes. Lembre-se que, apesar de lindas, as flores murcham e, apesar de deliciosos, os chocolates engordam. Já as roupas são sempre bem vindas. Compre um tamanho maior mesmo que seja para a mamãe ou para o bebê.&amp;nbsp; </P>
<P>O recém-nascido deve ser respeitado. Evite pegá-lo no colo, principalmente se estiver dormindo. Caso tenha autorização dos pais lembre-se de lavar muito bem as mãos. </P>
<P>Outro lembrete importante: maternidade não é lugar para festas. Em ambiente hospitalar é recomendável usar perfumes fracos, não levar crianças e não transformar a visita em reunião de negócios. Deixe o assunto para uma oportunidade mais conveniente.</P>
<P>Mamãe, atenção com os palpites. Nessa época todos querem dar boas dicas para cuidar do bebê, mas nem sempre são “boas”, portanto siga a orientação médica sempre. </P>
<P>As visitas à maternidade devem ser curtas, no máximo, 30 minutos, tempo suficiente para ver a mamãe, o bebê e entregar seu presente. É importante informar-se sobre os horários da maternidade e evitar a hora da refeição. </P>
<P>Depois que ambos estiverem em casa, as visitas, marcadas com antecedência, podem ser mais demoradas. Por telefone seja breve, a rotina da nova mamãe é cercada de horários. <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/visitas-sim-exageros-nao</guid>
</item>
<item>
<title>Doce perigo na gestação</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/doce-perigo-na-gestacao</link>
<description><![CDATA[ <P>A gestação é, sem dúvidas, um dos momentos mais esperados pelas mulheres. Durante os nove meses todo o cuidado é pouco. O ritmo de trabalho diminui e o cardápio muda completamente. </P>
<P>O medo de engordar e não reconquistar a boa forma após o nascimento do bebê é preocupação constante entre as futuras mamães. A primeira atitude comum é cortar o açúcar e substituí-lo por adoçantes com menos calorias. </P>
<P>Mas, essas escolhas podem estar erradas. De acordo com a nutricionista, Elaine Rocha de Pádua, o uso indiscriminado do adoçante pode causar sérias consequências, inclusive para o bebê. “Os adoçantes podem ser naturais ou sintéticos. Ambos devem ser utilizados com cautela, principalmente no primeiro trimestre da gestação, para que se evite a possibilidade de efeitos causadores de má-formação no bebê”. </P>
<P>As piores opções para a gestante são os adoçantes artificiais à base de sacarina e ciclamato de sódio. São populares, principalmente, pelo preço baixo, mas, apresentam risco potencial de acordo com especialistas.</P>
<P>Veja os adoçantes mais populares e suas possíveis consequências:</P>
<P><STRONG><EM>Sacarina</EM></STRONG><BR>Derivado da naftalina, foi o primeiro adoçante a ser descoberto. Adoça 400 vezes mais que o açúcar, apesar de seu sabor altamente amargo. Possui substâncias que podem ser metabolizadas e, assim, atravessa a placenta e chega ao feto. Estudos comprovam que, nesses casos, a substância é encontrada no cordão umbilical. Além disso, incide na elevação da pressão arterial e é excretada no leite da mamãe.</P>
<P><STRONG><EM>Ciclamato de sódio</EM></STRONG><BR>Quando associado à sacarina tem agradável sabor. Adoça de 30 a 140 vezes mais que o açúcar. Pode atravessar a placenta e lesionar o cérebro do feto. Tem também o poder de aumentar o nível plasmático materno em 25%. Nos Estados Unidos o ciclamato é proibido.</P>
<P><EM><STRONG>Aspartame</STRONG></EM><BR>Apesar de menos valor calórico (4kcal/g), contém fenilalanina e ácido aspártico, quando as duas substâncias são metabolizadas se tornam altamente tóxicas e podem diminuir os níveis de serotonina do cérebro. Por isso, traz riscos de lesões no sistema nervoso do bebê, já que ele capta cinco vezes mais o adoçante do que a mamãe. Adoça de 180 a 220 vezes mais que o açúcar. Além disso, não é indicado para pessoas hipertensas e pode causar graves crises de enxaqueca.</P>
<P><STRONG><EM>Sucralose </EM></STRONG><BR>Mais moderno, é da segunda geração de adoçantes e não é metabolizado. Adoça 600 vezes mais que o açúcar, além de ser isento de calorias. Não apresenta riscos de intoxicação ao feto e problemas neurológicos.</P>
<P>Independente da composição, a quantidade de adoçantes que usamos deve ser levada em consideração. “Atenção ao uso contínuo e exagerado. Temos que nos lembrar que, além do consumo dos adoçantes, os componentes são encontrados em diversos produtos diet e light”, conclui Elaine. </P>
<P><STRONG><EM>Você sabia?<BR></EM></STRONG>Quando os adoçantes são ingeridos eles não substituem o açúcar para o nosso cérebro, ou seja, não indicamos aos neuroreceptores cerebrais o consumo de açúcar, portanto, não satisfaz a necessidade do cérebro. Por isso, muitas pessoas tem compulsão por doces.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/doce-perigo-na-gestacao</guid>
</item>
<item>
<title>Lei seca para gestantes</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/lei-seca-para-gestantes</link>
<description><![CDATA[ <P>O consumo de álcool em excesso é preocupação constante para as autoridades. Campanhas para conscientização são as medidas mais usadas, principalmente para menores de idade e motoristas. Mas, há outro grupo que merece atenção especial quando o assunto é bebidas alcoólicas: as gestantes. </P>
<P>Para esclarecer os efeitos do consumo de álcool na gestação, o especialista em Pediatria, neonatologia, perinatologia e secretário do grupo de trabalho “Álcool e Gravidez” da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Hermam Grinfeld, participará da II Jornada da Mulher Dependente Química, organizada pelo Instituto de Psiquiatria da USP, no próximo sábado, e do 12º Congresso Paulista de Pediatria, dia 28, no Transamérica Expo Center.&amp;nbsp; </P>
<P>Nas conferências o especialista fala sobre a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) - doença pouco conhecida que compromete o neuropsiquiátrico do bebê. Além disso, mostra como identificar e tratar o problema nos pequenos.<BR>&amp;nbsp;<BR>Estudos, em linha de pesquisa, sobre o alcoolismo feminino são recentes. O que se sabe é que as mulheres têm maior probabilidade à concentração de etanol do que os homens, comparada a mesma quantidade para ambos.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/lei-seca-para-gestantes</guid>
</item>
<item>
<title>Gravidez é coisa de gente grande</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/gravidez-e-coisa-de-gente-grande</link>
<description><![CDATA[ A quantidade de partos na adolescência caiu significativamente entre 2000 e 2009. Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que entre meninas de 10 a 19 anos a queda foi de 22,4%.&amp;nbsp;&amp;nbsp;
<P>As campanhas destinadas aos adolescentes e a ampliação do acesso ao planejamento familiar são alguns dos atributos para a diminuição das estatísticas, de acordo com o Ministério. Isso porque só no ano passado foram investidos R$ 3,3 milhões nas ações de educação sexual e reforço na oferta de preservativos aos jovens brasileiros. </P>
<P>Nos últimos dois anos 871,2 milhões de camisinhas foram distribuídos para toda a população. Nos postos de saúde qualquer pessoa pode retirar os preservativos e ainda contar com orientação de profissionais para avaliar qual é o método contraceptivo mais adequado ao estilo de vida dos parceiros. </P>
<P>A coordenadora de Saúde do Adolescente e do Jovem, do Ministério da Saúde, Thereza de Lamare, avalia o preparo do sistema público e o preconceito que ainda existe. “Até hoje, alguns adultos têm dificuldade para compreender que o adolescente é um indivíduo sexuado e, em seu processo de crescimento, vai descobrir e ter relações afetivas. Reconhecer os direitos sexuais e reprodutivos desse grupo é uma conquista”, explica.</P>
<P><STRONG>Diferenças regionais</STRONG></P>
<P>Nos últimos cinco anos a maior redução de partos, ocorreu na Região Nordeste (26%). Em 2005, foram 214.865 procedimentos contra 159.036 no ano passado. O Centro-Oeste vem em seguida, com 32.792 partos – 24,4% a menos que em 2005. Abaixo da taxa média de queda, estão: Sudeste (20,7%), Sul (18,7%) e Norte (18,5%).</P>
<P><STRONG>Partos por regiões</STRONG></P>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Região</SPAN></I></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></I></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #8181ff; HEIGHT: 17.55pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; background: #8181ff; height: 17.55pt; border-top: windowtext 1pt solid; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">2000</SPAN></I></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></I></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 72pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #8181ff; HEIGHT: 17.55pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=96 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 72pt; padding-right: 5.4pt; background: #8181ff; height: 17.55pt; border-top: windowtext 1pt solid; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">2005</SPAN></I></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></I></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #8181ff; HEIGHT: 17.55pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; background: #8181ff; height: 17.55pt; border-top: windowtext 1pt solid; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">2009</SPAN></I></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></I></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 90pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BACKGROUND: #8181ff; HEIGHT: 17.55pt; BORDER-TOP: windowtext 1pt solid; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=120 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; width: 90pt; padding-right: 5.4pt; background: #8181ff; height: 17.55pt; border-top: windowtext 1pt solid; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Variação</SPAN></I></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></I></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=center><B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">2000-2009</SPAN></I></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></I></P></TD></TR>
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<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 78.8pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 8.2pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=105 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: windowtext 1pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 78.8pt; padding-right: 5.4pt; height: 8.2pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Norte</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 8.2pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 8.2pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">79.416<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 72pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 8.2pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=96 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 72pt; padding-right: 5.4pt; height: 8.2pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">76.172<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 8.2pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 8.2pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">62.046<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 90pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 8.2pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=120 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 90pt; padding-right: 5.4pt; height: 8.2pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">- 21,9%<o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 78.8pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=105 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: windowtext 1pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 78.8pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Nordeste</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">249.057<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 72pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=96 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 72pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">214.865<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">159.036<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 90pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=120 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 90pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">- 36,1%<o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 78.8pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 15.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=105 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: windowtext 1pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 78.8pt; padding-right: 5.4pt; height: 15.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Centro-Oeste</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 15.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 15.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">52.112<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 72pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 15.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=96 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 72pt; padding-right: 5.4pt; height: 15.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">43.362<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 15.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 15.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">32.792<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 90pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 15.4pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=120 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 90pt; padding-right: 5.4pt; height: 15.4pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">- 37%<o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 78.8pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.8pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=105 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: windowtext 1pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 78.8pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.8pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Sudeste</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.8pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.8pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">217.243<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 72pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.8pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=96 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 72pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.8pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">174.465<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.8pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.8pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">138.401<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 90pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 13.8pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=120 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 90pt; padding-right: 5.4pt; height: 13.8pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">- 36,3%<o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR>
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<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: windowtext 1pt solid; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 78.8pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 12.9pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=105 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: windowtext 1pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 78.8pt; padding-right: 5.4pt; height: 12.9pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Sul</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 81pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 12.9pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=108 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 81pt; padding-right: 5.4pt; height: 12.9pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">81.530<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">63.677<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
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<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">51.781<o:p></o:p></SPAN></P></TD>
<TD style="BORDER-BOTTOM: windowtext 1pt solid; BORDER-LEFT: #e0dfe3; PADDING-BOTTOM: 0cm; BACKGROUND-COLOR: transparent; PADDING-LEFT: 5.4pt; WIDTH: 90pt; PADDING-RIGHT: 5.4pt; HEIGHT: 12.9pt; BORDER-TOP: #e0dfe3; BORDER-RIGHT: windowtext 1pt solid; PADDING-TOP: 0cm" width=120 prevstyle="border-bottom: windowtext 1pt solid; border-left: #e0dfe3; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 90pt; padding-right: 5.4pt; height: 12.9pt; border-top: #e0dfe3; border-right: windowtext 1pt solid; padding-top: 0cm">
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">- 36,5%<o:p></o:p></SPAN></P></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV> ]]></description>
<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/gravidez-e-coisa-de-gente-grande</guid>
</item>
<item>
<title>Mãozinha para o parto normal - Técnica de acupuntura é sucesso entre futuras mamães</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/maozinha-para-o-parto-normal</link>
<description><![CDATA[ <P>A acupuntura, técnica milenar, é famosa por trabalhar sempre como tratamento complementar de diversas patologias em todas as idades. Chegou a ser temida por gestantes no começo. Mas, hoje, é sucesso garantido para as futuras mamães, principalmente nos preparativos para o parto. </P>
<P>A moxabustão, técnica terapêutica da Medicina Tradicional Chinesa, também baseia-se nos mesmos princípios e conhecimentos dos meridianos de energia utilizados na acupuntura e tem mostrado excelentes resultados para as gestantes que querem fugir da cesárea.</P>
<P>Afinal, para o bebê nascer de parto normal é necessário que ele esteja de cabeça para baixo (posição chamada de cefálica), dentro da barriga da mamãe, entre as 32º e 34º semanas de gestação. Porém pode acontecer do pequeno não virar e nestes casos a cesárea torna-se a solução. </P>
<P>É nessa hora que a técnica chamada Moxabustão, que traduzindo significa – Jiú (pinyin) literalmente, “longo tempo de aplicação do fogo”- entra em ação. A acupuntura térmica é preparada com a erva Artemisia Vulgaris, popularmente conhecida como flor-de-são-joão. As folhas aromáticas são secas e peneiradas várias vezes até que fiquem macias para a utilização que consiste na aplicação a pontos específicos da acupuntura para extração da energia Yang do Yin.</P>
<P>Aparecida Enomoto, especialista em Acupuntura pela Universidade de Medicina Tradicional de Beijing e graduada em fisioterapia, com especialização em UTI Respiratória no Brasil, afirma que a técnica é muito eficiente para conseguir que o bebê mude de posição. “A Moxabustão é um convite para ele caminhar à posição cefálica e nascer de parto natural”, declara.</P>
<P><STRONG>Aparecida, explica como a técnica funciona:</STRONG></P>
<P><EM>A combustão da planta tem a propriedade de aquecer profundamente, tornando-a eficaz quando há menos circulação, condições frias e úmidas, além da deficiência do yang. A Artemísia tem o poder de extrair a energia Yang do Yin.<BR>&amp;nbsp;<BR>Quando aplicada aos pontos de acupuntura específicos à deficiência de yang, o corpo absorve o calor o máximo possível, recuperando o Qi (energia) do yang do corpo e o "fogo ministerial", a fonte de todo o calor e energia do corpo. </EM></P>
<P><EM>Para isso, basta acender a ponta do bastão ou cone de Moxa e mantê-lo cerca de um centímetro ¬¬da superfície da pele, porém a distância varia de acordo com a tolerância do paciente e da quantidade de estímulo térmico que se deseja. Normalmente o bastão (ou o cone) é queimado alguns segundos em cada ponto de Acupuntura até a pele ficar avermelhada e o local aquecido.</EM></P>
<P><EM>O calor do bastão de moxa também pode ser conduzido através da agulha de acupuntura, por aproximação da pele. Esse processo é tido como moxa indireta: implica em enrolá-la, colocá-la na ponta de uma agulha de acupuntura enquanto ela está no corpo, e acendê-la. O calor da moxa percorre o cabinho e a agulha e esta transfere o calor especificamente ao ponto desejado no corpo.<BR></EM></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Laqueadura: o fim da produção</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/laqueadura-o-fim-da-producao-</link>
<description><![CDATA[ <P>Há quem acha que a melhor forma de “fechar a fabriquinha” é através da laqueadura. Com as diversas formas contraceptivas disponíveis hoje no mercado e o fácil acesso às informações, algumas mulheres ainda preferem essa opção. Entretanto, essa é uma decisão difícil de ser tomada que requer muito diálogo entre o casal e o profissional de saúde para que seja consciente e autônoma. </P>
<P>O ginecologista e diretor da Clínica Genesis, Aléssio Calil Mathias, explica que a cirurgia de laqueadura é um procedimento que apresenta apenas 50% de chances de sucesso em sua reversão. Em alguns casos, se realizada com&amp;nbsp; cuidados microcirúrgicos, pode chegar a uma taxa de reversão com 70-80 % de incidência de gravidez. “Por isso, antes de pensar em fazer a laqueadura é preciso buscar outros meios contraceptivos, como a pílula, o DIU ou os anticoncepcionais injetáveis”, aconselha o médico. </P>
<P>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem um dos maiores índices de laqueaduras do mundo, com 40% das mulheres em idade reprodutiva - de 10 a 49 anos - esterilizadas, ao lado da Índia e China. Nos Estados Unidos, esse índice é de 20% e na França, de 6 %. “É preciso explicar à mulher que, tecnicamente, que esse é um método definitivo de contracepção, realizado pela obstrução da tuba, que liga os ovários ao útero. Só é recomendada sem restrições para mulheres com problemas de saúde, tais como diabetes descompensada, histórico de eclampsia e pressão alta. Métodos definitivos devem ser usados como último recurso, quando a gravidez implica em risco de vida”, informa Dr. Aléssio.</P>
<P>O ginecologista ressalva ainda as principais causas da demanda:&amp;nbsp; “Geralmente, elas não imaginam que poderiam se casar novamente e que desejariam ter filhos com o novo parceiro. Outras não contavam que o crescimento dos filhos fosse tão rápido e logo o lar estaria vazio. E há também as mães cujos filhos faleceram. E além das razões particulares, há também imposição do marido, dificuldades financeiras e outros problemas de saúde, que podem levar a mulher a optar pela laqueadura.”</P>
<P><STRONG>Dá para voltar atrás?</STRONG></P>
<P>A boa notícia é que sim, é possível fazer a reversão da laqueadura através de um procedimento complexo, chamado salpingoplastia. “Quanto menor o tempo de esterilidade, maior é a chance da mulher engravidar novamente”, explica o ginecologista.</P>
<P>Conforme o especialista, o grau de reversibilidade varia de acordo com a lesão que a técnica cirúrgica causou. “Assim, laqueaduras feitas com anel plástico ou clipes de titânio são mais fáceis de reverter. Para as pacientes que foram submetidas à salpingectomia (retirada das trompas), a reversão é impossível. </P>
<P>Entretanto, é importante ressaltar que após a reversão tubária, em média, as mulheres demoram de&amp;nbsp; seis meses a um ano para uma nova gestação. Mathias reforça outros fatores relacionados ao sucesso da cirurgia:</P>
<P>•&amp;nbsp;O comprimento e a vitalidade dos segmentos de trompas a serem unidos; <BR>•&amp;nbsp;A habilidade do microcirurgião; <BR>•&amp;nbsp;A idade da mulher no momento da cirurgia para reversão; <BR>•&amp;nbsp;O método utilizado para laqueadura tubária; <BR>•&amp;nbsp;A quantidade de tecido de cicatrização na região da cirurgia; <BR>•&amp;nbsp;A qualidade do espermograma do parceiro; <BR>•&amp;nbsp;A presença de outros fatores de infertilidade. </P>
<P>A última alternativa é recorrer a métodos de reprodução assistida. “A reversão da laqueadura tubária deve ser considerada como uma opção adequada na busca de novas gestações para mulheres mais jovens (antes dos 35 anos), sem qualquer outro fator de infertilidade além da laqueadura. As pacientes com mau prognóstico ou com idade mais avançada devem ser encaminhadas aos programas de fertilização in vitro. Tal posição é compartilhada por grandes centros de reprodução humana mundiais, onde ambos os procedimentos são igualmente oferecidos”, finaliza o ginecologista. </P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/laqueadura-o-fim-da-producao-</guid>
</item>
<item>
<title>Milagres do Pilates - Exercícios de Pilates fortalecem os músculos e facilitam a hora do parto </title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/milagres-do-pilates</link>
<description><![CDATA[ <P>Manter-se em forma antes, durante e depois da gravidez é o desejo de toda mulher. As fórmulas parecem ser mágicas, mas o segredo é um só: a dedicação. Seguir as orientações do obstetra é regra absoluta, somadas a alimentação balanceada e, claro, aos famosos exercícios físicos monitorados. Musculação, dança, caminhada, tênis, entre tantos, a dúvida fica em qual escolher. </P>
<P>É importante lembrar as “barrigudinhas” que mais do que pensar em belas curvas, na gestação é preciso garantir a saúde do bebê e se possível facilitar o momento do parto. E são, justamente, essas as funções do método de Pilates para as futuras mamães. Criado no século XX, pelo atleta alemão Joseph H. Pilates, a técnica é indicada para reabilitação e condicionamento físico geral e bem-estar. Seu sistema de exercícios melhora a flexibilidade, consciência corporal, equilíbrio e força, sem a hipertrofia muscular (crescimento dos músculos) e promove harmonia, equilíbrio, concentração e coordenação motora.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; </P>
<P>A fisioterapeuta, pós-doutoranda em Pilates na USP, especialista no Método Pilates Clássico pela Escola Canadense Stott Education Program e membro da Pilates Method Alliance (PMA) nos Estados Unidos, maior órgão representativo do método no mundo, Eliane Coutinho, recomenda que passado o primeiro trimestre as gestantes que desejam um parto tranquilo e a volta a boa forma mais rápida podem praticar Pilates. “Os exercícios fortalecem os músculos do assoalho pélvico (períneo) e resultam na maior sustentação do útero e fortalecimento do abdome. Ajuda ainda o equilíbrio entre a força de expulsão e a de contenção do feto dentro do útero”, explica.</P>
<P>Para as mulheres que já eram adeptas da atividade antes da gravidez, a especialista ressalta que a única diferença está na adaptação dos exercícios para a nova condição feminina, com exceção das gestantes consideradas de risco. “É fundamental a presença de um instrutor que conheça bem as alterações anatômicas, fisiológicas e biomecânicas da gestante”, destaca.</P>
<P>Mas, conforme a fisioterapeuta, a notícia que seduz as grávidas é que&amp;nbsp; o método também contribui para a diminuição das dores do parto. “Com o abdome mais forte a força de contração será maior, diminuindo assim o tempo de expulsão do feto e, consequentemente, o tempo de dor”, informa Eliane.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;</P>
<P>No período do pós-parto, o Pilates também ajuda a mamãe a entrar em forma novamente. Dra. Eliane esclarece que os exercícios tornam mais rápida a recuperação do abdome, da força e da flexibilidade.&amp;nbsp; Além disso, mulheres que tiveram parto normal podem retomar a rotina de exercícios após 30 dias. Já, no caso de cesariana, é preciso aguardar liberação médica.</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/milagres-do-pilates</guid>
</item>
<item>
<title>Posso engravidar amamentando? - A resposta é sim. Apesar da amamentação inibir o retorno da ovulação e consequentemente uma nova gravidez, até 15 % das mulheres que amamentam e não usam nenhum método contraceptivo engravidam</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/engravidar-amamentando</link>
<description><![CDATA[ <P>A pós o parto, a fertilidade fica diminuída, porém não abolida. Grande parte das mulheres que amamentam passa alguns meses sem ciclos menstruais, mas, até o quarto mês, metade delas já recomeça a menstruar, seja regularmente ou não, o que pode ser precedido pela ovulação e, portanto, permitir maior risco de uma nova gravidez. “Os cuidados contraceptivos para quem não pretende engravidar depois de ter tido bebê devem ser tomados desde o reinício da atividade sexual, aproximadamente após 40 a 60 dias do parto”, afirma o ginecologista e obstetra Silvio Halpern.</P>
<P>A produção de hormônios no pós-parto imediato está voltada para a contração do útero e para a amamentação. Os demais ciclos hormonais ficam suspensos devido a estes dois fenômenos.</P>
<P>O principal hormônio da amamentação é a prolactina, que é estimulado pela sucção das mamas. Sabe-se que, quanto antes este estímulo ocorrer, maior a resposta, portanto a prática de amamentar nas primeiras horas deve ser incentivada nas maternidades. Além disso, a prolactina também bloqueia a produção das gonadotrofinas, que são os hormônios do ciclo menstrual normal, e é por este mecanismo que as lactantes não costumam menstruar.</P>
<P>Segundo o dr. Silvio Halpern, os principais métodos que não alteram o leite são:</P>
<P>Os de barreira, isto é, o preservativo (masculino ou feminino) ou o diafragma. O diafragma requer medida especial que deve ser feita pelo ginecologista, e é mais indicado após o reinício dos ciclos menstruais, quando a vagina já assumiu o seu tamanho e lubrificação normal.</P>
<P>Com relação aos anticoncepcionais orais, os mais indicados são os de progesterona, pois não interferem na produção de leite materno. Pílulas combinadas com estrogênio não devem ser utilizadas durante o período de amamentação.</P>
<P>Outra alternativa é a colocação de DIU, para quem quer um método mais duradouro. O DIU já pode ser colocado a partir do segundo mês pós-parto.</P>
<P>O método de abstinência periódica “tabelinha” não é aconselhável, pois a ovulação neste período não é regular e é difícil de ser prevista.</P>
<P>Existe ainda, para as famílias que já têm a prole constituída, a opção de esterilização cirúrgica, que deve ser muito bem pensada e discutida com o obstetra. “É recomendável que isso ocorra em momento oportuno e não no stress do parto”, alerta o médico. Há o risco de o recém-nascido apresentar alguma doença congênita que pode se manifestar no primeiro mês de vida (independente do procedimento e do país em que nasça), e do risco de contrair alguma doença infecciosa mais grave no primeiro ano de vida (em países menos desenvolvidos) que possa comprometer a qualidade de vida ou até a sobrevivência da criança. “Pode haver também a possibilidade, ainda não comprovada cientificamente, de alterações menstruais nas mulheres que optam por este método na hora do parto”, completa.</P>
<P>Se a lactante engravidar, a amamentação não costuma prejudicar a gravidez, mas, como o leite tende a voltar a ser colostro, a criança poderá deixar de mamar por causa da mudança no sabor. “Quando já foram introduzidos outros alimentos, o bebê poderá continuar mamando, pois nesse caso o leite materno deixou de ser a única fonte nutricional, mas ainda tem um forte componente emocional associado, e a mudança de sabor normalmente não é tão importante para ele”, explica Halpern.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/engravidar-amamentando</guid>
</item>
<item>
<title>Na passarela: Ala Materna - A apresentadora Patrícia Maldonado, grávida de 20 semanas, é referência para as “barrigudinhas” na hora de cair no samba</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/na-passarela-ala-materna</link>
<description><![CDATA[ <P>Não é contra-indicado por idade, cor, raça e muito menos para as gestantes. Quando o assunto é carnaval, as comemorações são em grande estilo e a animação rola solta. Mas, para as futuras mamães a folia e os cuidados precisam estar paralelos. Afinal, além de cuidar da sua saúde, a mulher é responsável também pelo bem-estar do bebê que, mesmo na placenta, pula e quem sabe até utiliza o cordão umbilical como serpentina.</P>
<P>A jornalista, apresentadora do Band Esporte Clube e agora também grávida de primeira viagem, Patrícia Maldonado leva Nina, sua filha, para a festança.&amp;nbsp; No seu quinto mês de gestação, ela passará o feriado em Salvador, Bahia, assim como faz há três anos. Porém, agora com a melhor das companhias, o seu bebê. “É trabalho, mas a gente dá um jeitinho de se divertir”, diz ela que completa: “Será preciso mais cautela. Eu pulava muito! Mas, esse ano terei que descansar e me poupar. Minha obstetra pede que eu tenha cuidado. Mas, como está tudo bem comigo e com a Nina, ela não proibiu nada.”</P>
<P>Patrícia conta que a visita da cegonha chegou antes do que o esperado e mesmo assim ela e o futuro papai, Guilherme Arruda, curtem os momentos intensamente.&amp;nbsp; “Tínhamos planos de ter filhos em 2011. Mas adoramos a surpresa”. </P>
<P>A apresentadora conta que descobriu a gravidez apenas na oitava semana de gestação e, por incrível que pareça, o único desconforto foi a dor nos seios. Segundo ela, náuseas, enjôo, sono mais do que o normal e nem mesmo os famosos desejos de grávida foram presenciados até o momento. “Considero-me sortuda no universo das barrigudinhas. Meu paladar mudou um pouco. Passei a gostar mais de doces, por exemplo. Mas, o que me faz acordar cedo é um pãozinho francês com manteiga derretida. Hum...nesse estou viciada!”. </P>
<P>E por falar em alimentação, carnaval e refeições saudáveis dão ótima combinação. Disciplinada com as orientações de sua obstetra, Maldonado é um bom exemplo: “Estou me cuidando mais, como de três em três horas, tomo bastante água, capricho nas frutas e legumes. E, além disso, como faço questão do aleitamento materno, não me esqueço da proteína, cálcio e água para ter sucesso na amamentação.”</P>
<P>Entre confetes e fantasias, a prioridade das mulheres, assim como a de Patrícia é a gestação, logo, a mamãe ganha atenção redobrada. Todos que estão próximos curtem as delícias dessa fase. E nesse quesito, os avós “corujas’ tem participação especial. “O enxoval da Nina já está quase completo com os presentes das vovós e dos vovôs”, diz a foliã. </P>
<P>Com todos os mimos que tem direito Maldonado afirma que esse bebê será só o primeiro, pois pretende ter mais um, ou mais uma - brinca. “É indescritível a experiência e expectativa da maternidade! Não sei explicar a emoção e alegria que estou sentindo”. </P>
<P>Não só para Patrícia, mas para todas as maravilhadas mamães, a festa de carnaval será só mais um motivo para celebrar tanta felicidade. “As recomendações da minha médica valem para todas as gestantes: bebam muita água, comam direitinho e aproveitem os momentos livres pra descansar com os pés pra cima. E claro, nada de exageros! Gravidez não é doença, dá pra curtir, sem se esquecer dos cuidados”, finaliza a jornalista. </P>
<P><STRONG>Cuidados para as gestantes foliãs durante o carnaval:</STRONG></P>
<P>- Faça a ingestão constante de líquidos;</P>
<P>- Não deixe de usar protetor solar;</P>
<P>- Tome cuidado com a alimentação. Faça refeições leves e respeite o intervalo de três horas;</P>
<P>- Descanse ao menos oito horas. Lembre-se seus limites mudaram;</P>
<P>- Fuja dos saltos altos. Prefira rasteirinhas, além de serem mais confortáveis, evitam quedas;</P>
<P>- Não se esqueça de tomar os medicamentos rotineiros. Mesmo fora de casa respeite os horários;</P>
<P>- Fique longe das caixas de som dos trios elétricos, da bateria das escolas de samba&amp;nbsp; e dos conjuntos musicais nos clubes. O limite máximo permitido, pela legislação brasileira, de exposição a sons é de 85 decibéis. A partir daí, há risco de perda auditiva, dependendo da intensidade do som (volume), tempo de exposição e a sensibilidade individual;</P>
<P>- Antes de viajar, converse com seu obstetra e siga a risca as recomendações;</P>
<P><BR>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/na-passarela-ala-materna</guid>
</item>
<item>
<title>Quando o bebê passou da data - Os bebês costumam nascer entre a 38º e a 40º semana, mas se ele demorar mais um pouco não se assuste</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/bebe-passou-data</link>
<description><![CDATA[ <P>É comum dizer que a gravidez dura 9 meses e uma eternidade... As últimas semanas são repletas de ansiedade e angústia e a gestante não pára de se perguntar: será que chegou a hora?&amp;nbsp;Segundo a literatura médica, de 3% a 14% dessas mulheres terão a gravidez prolongada, além de 40 semanas.</P>
<P>“Por isso, uma das coisas mais importantes a serem definidas quando a paciente acabou de descobrir sua gravidez é a idade gestacional”, afirma o ginecologista e obstetra Luiz Fernando Pereira Leite. <FONT size=2>Esse período geralmente é calculado através da última menstruação, o que torna a Data Provável do Parto (DPP) mais fácil, porém,</FONT> na negativa, o obstetra deverá aguardar o resultado da ultra-sonografia para poder confirmar sua verdadeira DPP.</P>
<P>Para calcular a DPP, a partir da última menstruação, deve-se aplicar a Regra de Naegele, que consiste em adicionar 7 ao dia da Data da Última Menstruação (DUM), subtrair 3 mês e desta forma chegar à provável data do nascimento (por exemplo: DUM - 10/04/2007, DPP - 17/01/2008). Ao descobrir a DPP estaremos diante de um cálculo de 40 semanas ou 280 dias corridos a partir do primeiro dia da última menstruação. “Fala-se em pós-datismo quando uma gravidez está entre 40 e 42 semanas incompletas e em pós-termo, gestação prolongada ou ainda gravidez seródia, quando ela ultrapassa as 42 semanas ou 294 dias”, explica o obstetra.</P>
<P>Quando a gestante não sabe sua DUM, as primeiras ultra-sonografias auxiliam na tarefa de descobrir a DPP. A medida do diâmetro do saco gestacional a partir quinta semana e a medida do CCN (comprimento céfalo-nádegas) entre a sexta e a décima-segunda semana determinam a DPP com uma margem de erro de aproximadamente 3 dias.</P>
<P>Ao iniciar o último trimestre da gravidez, as consultas de pré-natal deverão se tornar mais freqüentes para que se possa avaliar com mais precisão a maturidade fetal e placentária, a bacia pélvica e o colo uterino (se está pérvio/favorável ou impérvio/desfavorável). “Tudo isso com a finalidade de proporcionar um melhor bem-estar fetal, já que o grau de ansiedade do casal vai aumentando à medida que a DPP se aproxima”, esclarece dr. Leite.</P>
<P>Segundo o obstetra, apesar de as causas serem desconhecidas de uma forma geral, as conseqüências da gestação prolongada podem acarretar um aumento da mortalidade fetal intra-uterina ou neonatal. “Tal fato pode ocorrer devido a uma baixa oxigenação fetal não diagnosticada previamente”, diz. Há também outros fatores que podem contribuir para a morbidade fetal, como por exemplo: eliminação de mecônio no líquido amniótico e sua posterior aspiração pulmonar, diminuição do líquido amniótico e macrossomia fetal (peso maior que 4 kg), que pode causar um maior tocotraumatismo e também hipoglicemia. “Todos esses fatores irão influenciar diretamente no nascimento do bebê, podendo ainda influenciar na sua evolução neurológica neonatal”, completa.</P>
<P>O bebê que nasceu de uma gravidez prolongada geralmente apresenta as seguintes características: pele seca, dobras cutâneas bem marcadas, ausência de vérnix, descamação, principalmente palmar e plantar, unhas longas, cabelos abundantes e muitas vezes perda de peso, que dá um aspecto “envelhecido”.</P>
<P>A partir de 37 semanas, a gestante deverá ficar atenta à movimentação fetal (vitalidade), pois, devido a falta de espaço físico, seu bebê deverá mexer menos. Outros sinais de amadurecimento fetais são as famosas contrações indolores ou de Braxton-Hicks, que ficarão mais freqüentes, e a mudança no formato da barriga, que tende a baixar, propiciando uma melhor respiração à gestante.</P>
<P>Após 40 semanas, através do exame de toque e de exames subsidiários, pode-se conduzir com maior segurança o pré-natal do casal que, a partir de agora, sofrerá uma pressão emocional tanto da família quanto da sociedade, já que seu bebê estará teoricamente “passando da data do parto”.</P>
<P>A vitalidade do feto será medida através de exames como: ultra-sonografia, dopplerfluxometria, cardiotocografia e perfil biofísico fetal. “Com o acompanhamento freqüente da gestante pode-se conduzir a gravidez para a indução do trabalho de parto ou, caso haja qualquer fator que indique alteração da vitalidade fetal, será indicada a interrupção da gestação por cesárea”, conclui o obstetra.</P>
<P align=center><IMG alt="" src="../imagens/gravidez/bebe-passou-data/quando-o-bebe-02.jpg"></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/bebe-passou-data</guid>
</item>
<item>
<title>Cuidados ao arrumar o ninho</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/cuidados-ao-arrumar-o-ninho</link>
<description><![CDATA[ <P>Durante a gravidez o foco das futuras mamães são os preparativos para a chegada do bebê. É tempo de mudanças, reformas, montagem do enxoval e compras de móveis. Além da necessidade física de adaptar o ambiente, há o instinto materno na formação do “ninho” para a recepção aconchegante do recém-nascido. </P>
<P>Nesse clima de arrumação, a gestante quer acompanhar passo a passo todos os detalhes, desde a compra dos materiais até os retoques finais da decoração. Porém, é importante lembrar que ela não está sozinha e precisa de limites, pois o contato com alguns produtos químicos podem ser nocivos a ela e indiretamente ao bebê. </P>
<P>“Por estar em formação, o feto é mais suscetível as substâncias químicas, pois é durante a gravidez que desenvolve 90% do seu sistema neurológico e a inalação dos produtos tóxicos pela gestante pode causar sequelas à criança”, explica o pediatra e toxicologista do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, Anthony Wong.&amp;nbsp; </P>
<P>Ainda segundo o especialista, o bom senso é fundamental. “Não compre produtos com solventes orgânicos, leia sempre os rótulos e embalagens e prefira produtos de limpeza neutros, como sabão de coco. Um exemplo comum é o ácido formaldeído, encontrado em enxaguantes bucais, que pode causar irritação nas vias aéreas respiratórias”, alerta o médico. </P>
<P>Na montagem do quarto do bebê, a atenção deve estar voltada ao solvente tolueno (toluol) - contido na cola de sapateiro e utilizado na colagem de móveis, pisos (concreto, madeira), tintas (inlcusive de impressora), detergentes e laminação de fórmicas. Quando utilizado, a mamãe não deve entrar no local de sete a dez dias até que o produto evapore por completo. “O correto é que as reformas e principalmente o quarto do bebê estejam prontos três meses antes do nascimento”, finaliza Dr. Wong. <BR>&amp;nbsp;<BR><STRONG>O toxologista alerta sobre o que as futuras mamães devem manter distância:</STRONG></P>
<P>•&amp;nbsp;Não tomar medicamentos, sem indicação do obstetra;<BR>•&amp;nbsp;Não ingerir nada que contenha álcool;<BR>•&amp;nbsp;Ficar longe de fumaça de cigarros e charutos;<BR>•&amp;nbsp;Evitar o uso de solventes químicos;<BR>•&amp;nbsp;Evitar ir a lugares onde o nível de ozônio esteja elevado, principalmente no inverno.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Dar à luz na própria residência pode representar sérios riscos - Polêmica declaração da top model Gisele Bündchen a respeito do nascimento de Benjamim coloca em discussão a banalização da cesariana versus o parto natural</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/dar-a-luz-na-propria-residencia-pode-representar-serios-riscos</link>
<description><![CDATA[ <P>O avanço na medicina e em exames complementares registrado nas últimas décadas gerou uma “medicalização” intensa em diversas especialidades e, em especial, quando relacionada à gestação. Muitos partos com potencial de serem realizados de forma natural e espontânea acabavam em cesáreas desnecessárias, dando ao país o vergonhoso título de campeão mundial em cesarianas. “A Organização Mundial da Saúde aceita como taxa normal de cesáreas cifras em torno de 20% dos partos - índices presentes na maioria dos países desenvolvidos. Isso significa que a cada 10 pacientes que estejam em trabalho de parto, duas precisam da cesárea para assegurar um recém-nascido saudável”, revela a Dra. Flávia Fairbanks, ginecologista especializada em sexualidade humana.</P>
<P>Em resposta às altas taxas de partos operatórios registrados no Brasil, teve início um forte movimento em prol do parto normal. O governo instituiu campanhas a favor do método e grande parte da mídia apoiou a iniciativa.</P>
<P>Já em relação aos obstetras, houve certa apreensão quando a campanha começou a incentivar o uso das “casas de parto”, muitas vezes localizadas longe dos hospitais e, principalmente, pelo fato de não haver, nesses locais, possibilidade de se converter um parto normal em cesárea no caso de uma emergência. “A iniciativa do parto domiciliar ganha força há alguns anos, mas nessa situação a possibilidade de socorro numa emergência é muito pequena. A mãe pode necessitar de cuidados mais amplos, como a analgesia de parto para suportar a dor das contrações, medicamentos para controlar a pressão arterial durante o trabalho de parto, entre outras necessidades. Quanto ao bebê, podem ser necessárias as manobras de reanimação neonatal para garantir a boa oxigenação do sistema nervoso ao nascer. Todas essas etapas requerem aparelhagem e pessoal treinado, tanto equipe médica quanto enfermagem, dificilmente encontrados numa situação de parto domiciliar”, declara a especialista.</P>
<P>A ginecologista afirma ser favorável ao parto normal, desde que haja garantia absoluta de conforto para a mãe e a criança, através de um ambiente adequado, com a devida assistência médica, de enfermagem e com o equipamento de suporte para os casos de emergência, como aparelho de anestesia, oxigênio e neonatologistas experientes em reanimação neonatal. “O momento do parto pode ser decisivo para as demais etapas da vida do ser humano. O tipo de assistência recebida pela gestante e pelo bebê poderá determinar se o resultado final será positivo, com mãe e filho saudáveis e em segurança”, finaliza a médica.</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Mamãe, olha quem vem aí</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/mamae-olha-quem-vem-ai</link>
<description><![CDATA[ <P>Azul, rosa ou amarelo? É preciso se programar para montar o quarto e comprar o enxoval do recém-nascido.&amp;nbsp; As expectativas são muitas, mas a mais curiosa gira em torno do sexo do bebê. Simpatias, tabelinhas, promessas, tudo vale na hora em que a família resolve ter seu novo herdeiro. </P>
<P>Estudos mostram que a formação do sexo da criança está relacionada com as diversas fases desde o momento da concepção. Uma delas é o nível do hormônio (LH) lutenizante – que quando está em alta representa o período de ovulação da mulher. </P>
<P>Mas, o papai tem papel principal nessa questão. Pois, de nada adianta descobrir o nível de ovulação sem entender a produção dos espermatozóides, exclusiva do homem, que podem ser ‘X’ (feminino) e ‘Y’ (masculino).&amp;nbsp; </P>
<P>A bioquimíca especializada em biologia molecular e diretora da Analitic Tecnologia de Precisão, Carolina Ynterian, explica: “Para engravidar de uma menina o correto é ter relações sexuais algum tempo antes da ovulação para que o espermatozóide feminino sobreviva e chegue até o óvulo. E no caso dos meninos o ideal é tentar no dia em que está ovulando”. </P>
<P>Entender é fácil: os espermatozóides ‘Y’ são mais rápidos, porém têm vida curta. Então, precisam estar o mais próximo possível do óvulo para chegar a tempo. Já os espermatozóides X são mais pesados, por isso são lentos e vivem mais tempo. </P>
<P>Mesmo após seguir essas estratégias, a ansiedade e expectativa dos casais podem acabar a partir do segundo trimestre de gestação, através do tradicional exame de ultrassom. Porém, já existe também no mercado testes, semelhantes aos de gravidez, que determinam o pico de LH, via reação antígeno anticorpo. “É uma opção acessível e fácil para a mulher saber seu período fértil e programar a chegada do filho” conclui a bioquímica.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Atividade física, Alimentação e sexualidade</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/atividade-fisica-alimentacao-sexualidade</link>
<description><![CDATA[ <P>A gravidez é um momento único na vida da mulher. Mas, logo após receber a notícia de que está gerando uma criança, surgem algumas dúvidas sobre a rotina e os hábitos que podem ser mantidos ou devem ser alterados. “Há risco de abortar se continuar a fazer exercícios físicos?”, “será que estou me alimentando corretamente?” ou “posso continuar a ter uma vida sexual ativa?”, dentre várias outras questões.</P>
<P>“É comum a mulher ficar confusa como relação ao ritmo de vida nessa época. Afinal, ela deseja fazer o melhor para que ela e o bebê tenham qualidade de vida durante a gravidez”, explica a ginecologista, Rosa Maria Neme, graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com residência médica e doutorado em Medicina na área de Ginecologia pela Universidade de São Paulo e Diretora do Centro de Endometriose São Paulo, primeira clínica de São Paulo especializada no tratamento da doença.</P>
<P>Dra. Rosa Neme esclarece dúvidas para uma gravidez tranquila, sem ter de abrir mão de seus hábitos e rotina.</P>
<H3>1- A mulher que tem um ritmo intenso nas atividades físicas precisa dar uma pausa nos três primeiros meses ou pode dar continuidade com exercícios leves?</H3>
<P>A mulher grávida pode e deve manter os exercícios, porém com intensidade menor no início da gravidez, a não ser que tenha alguma contra-indicação, como sangramentos, dores importantes. Por isso, deve seguir as orientações do médico que acompanha o pré-natal.</P>
<H3>2- É importante a gestante ter uma atividade física? Qual a mais indicada?</H3>
<P>É muito importante. A atividade física mantém o condicionamento físico da gestante, ajuda no controle de peso e diminui a chance de desenvolvimento de doenças na gestação, como o diabetes gestacional. Indica-se sempre exercícios orientados por um profissional, sempre com uso de frequencímetro. Os mais indicados são a hidroginástica, yoga, pilates, exercícios aeróbicos leves e musculação com pequenas cargas.</P>
<H3>3- Antes de engravidar, a mulher tem um corpo torneado e deseja mantê-lo durante a gravidez. Ela pode malhar até que fase?</H3>
<P>Ela poderá malhar durante toda a gestação, mas os exercícios devem ser acompanhados por um profissional. Na musculação, devem ser diminuídos os pesos e restringidos alguns exercícios. Na parte aeróbica, deve-se ter um controle bastante rigoroso da frequência cardíaca.</P>
<H3>4- No último trimestre, as pernas costumam ficar mais inchadas e pesadas. Por conta disso, há algum tipo de atividade física mais indicada para este período?</H3>
<P>Idealmente nessa fase, recomenda-se exercícios aeróbicos leves e principalmente diminuição da quantidade de sal ingerido na dieta e realização de drenagem linfática pelo menos 2 a 3 vezes por semana.</P>
<H3>5- Que tipo de alimentação a gestante deve manter para evitar o ganho excessivo de peso, inchar ou provocar algum distúrbio no bebê?</H3>
<P>A gestante deve buscar de preferência sempre o auxílio de uma nutricionista, que indicará alimentos saudáveis, com pouca quantidade de sal e hipocalóricos.</P>
<H3>6- Existe alguma dieta que ajuda a evitar o aparecimento de estrias?</H3>
<P>Dieta, não. Idealmente a gestante deve procurar engordar no máximo 10 quilos durante a gravidez, o que já ajuda a evitar o aparecimento das estrias. Outro fator que pode ajudar é manter a hidratação pelo menos 2 vezes ao dia de áreas mais frequentes de aparecimento, como mamas, barriga e bumbum. Fora isso, resta o fator genético, aonde algumas gestantes têm mais predisposição que outras.</P>
<H3>7- Qual o principal mito em relação ao sexo durante a gravidez?</H3>
<P>O principal mito é que a relação sexual é proibida na gestação, porque pode interferir na evolução do bebê, causar parto prematuro ou machucar o bebê.</P>
<H3>8- Como fica o apetite sexual da mulher durante a gravidez?</H3>
<P>O desejo sexual muda muito nas diferentes fases da gravidez. No primeiro e terceiro trimestres, há uma diminuição do desejo e atividade sexual. No segundo trimestre, nota-se um aumento do apetite sexual nas grávidas.</P>
<H3>9- É mais comum mesmo elas verem o desejo sexual diminuir? Por que isso acontece?</H3>
<P>Somente no primeiro e terceiro trimestres. No primeiro, esta diminuição está relacionada com sintomas desagradáveis, como o medo de abortamento, medo de machucar o bebê e as mudanças físicas e psíquicas às quais o casal deve se adaptar. No segundo trimestre, há um aumento do desejo sexual, às vezes sendo até maior que o desejo e resposta sexual da vida sexual anterior à gravidez.</P>
<P>Já no terceiro trimestre, a diminuição do desejo acontece pelo mal-estar físico, cansaço, o estresse, ansiedade, o incômodo no momento do coito e as mudanças no corpo que podem prejudicar o desejo sexual, já que a mulher pode se sentir menos desejada, por causa do medo de ser rejeitada.</P>
<H3>10- Existem restrições para a atividade sexual no período de gestação?</H3>
<P>Não. Inclusive, isto proporciona uma maior interação entre o casal durante esta fase.</P>
<H3>11- Há algum tipo de influência para o feto quando o casal faz sexo durante a gravidez? Existe algum período em que o sexo seja contra-indicado?</H3>
<P>Não. Há situações que ele é proscrito para estas mulheres, mas somente em situações que coloquem em risco o bem estar da gestação, como por exemplo, nas ameaças de abortamento ou de trabalho de parto prematuro.</P>
<H3>12- E o sexo após a gravidez? É preciso um período de abstinência? Como retomar a vida sexual?</H3>
<P>Em geral, solicitamos uma restrição de 40 dias para retorno às atividades sexuais, já que o útero está voltando a seu tamanho normal e o tecido de dentro do útero está cicatrizando.</P>
<H3>13- Após o nascimento do bebê, muitas mulheres notam uma redução do desejo sexual. É normal? O que deve ser feito para melhorar?</H3>
<P>Isto é normal acontecer, principalmente nas mulheres que amamentam. O hormônio que estimula a formação e ejeção do leite da mama diminui a produção de testosterona no corpo da mulher, diminuindo, consequentemente, a libido. Além disso, a mulher após o nascimento do bebê tende a ficar mais cansada pelo ritmo de vida diferente nesta fase.</P>
<H3>14- Qual é a melhor maneira de conversar com o parceiro sobre esse assunto?</H3>
<P>Idealmente isto deve ser abordado pelo médico obstetra na frente do marido, mostrando que não se trata apenas de uma “má vontade” da mulher em ter relações e que o problema é realmente fisiológico (por alteração do hormônio). Além disso, a mulher deve conversar com o parceiro sobre isto.</P>
<H3>15- Durante quanto tempo essa situação tende a continuar (a falta de libido) e como melhorar essa situação?</H3>
<P>A falta de libido pode persistir até a parada da amamentação. Eventualmente podem ser prescritos medicamentos naturais que aumentam um pouco a libido, permitindo que o casal tenha uma vida sexual relativamente frequente. Praticar exercícios físicos que diminuem a sensação de cansaço e aumentam um pouco a produção da testosterona também é indicado.</P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/atividade-fisica-alimentacao-sexualidade</guid>
</item>
<item>
<title>Infertilidade está entre os males causados pela endometriose - Cólica menstrual e dores na relação são os principais sintomas</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/infertilidade-esta-entre-males-causados-pela-endometriose</link>
<description><![CDATA[ <P>Doença de origem multifatorial e de difícil definição patológica, a endometriose manifesta-se de diversas formas. Dentre as possibilidades analisadas, acredita-se que a associação do refluxo menstrual com a deficiência imunológica seja a principal causa da doença.</P>
<P>A&amp;nbsp;localização da doença&amp;nbsp;pode ser: no peritônio, ovário ou septo retovaginal. “O peritônio é a estrutura pélvica acometida com maior frequência, assim como os ovários que, quando comprometidos, podem formar cistos com tamanhos variados e que contém um líquido achocolatado - resultado de sangramentos mensais repetidos dentro do cisto”, revela o Prof. Dr. Paulo Ayroza, chefe da Clínica de Endoscopia Ginecológica e Endometriose do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de São Paulo.</P>
<P>O principal sintoma associado&amp;nbsp;é a cólica menstrual. Outros, como dor na relação e dores abdominais contínuas, não cíclicas, também podem acontecer. A possibilidade de causar infertilidade é outro grande risco de quem sofre com o problema. “A endometriose pode dificultar a gestação devido ao ambiente inflamatório pélvico considerado hostil à fecundação e desenvolvimento embrionário”, afirma Dr. Ayroza.</P>
<P>O médico declara que o diagnóstico pode ser realizado através de diferentes métodos. “De forma geral, considera-se o ultrassom pélvico transvaginal um bom método de triagem. Trata-se de um sistema bastante sensível no diagnóstico da endometriose dos ovários, porém não é muito adequado no diagnóstico da endometriose profunda. Neste caso, o exame de toque ginecológico permanece sendo o mais indicado. Há ainda a ressonância magnética, método mais versátil, já que associa elevada capacidade diagnóstica da endometriose profunda e da endometriose ovariana. Falha somente no diagnóstico mais preciso da endometriose intestinal”, diz.</P>
<P>Apesar da excelente qualidade e sensibilidade dos métodos de diagnóstico por imagem, a videolaparoscopia, método minimamente invasivo, ainda é considerada o tratamento mais indicado. “A videolaparoscopia permite, em um só ato, confirmar o diagnóstico visual da endometriose, coletar amostras de tecido para realizar o exame microscópico que irá confirmar o diagnóstico da doença e realizar a cirurgia para tratá-la”, conta o médico.</P>
<P>Dr. Ayroza ressalta ainda que o tratamento medicamentoso só está indicado nos casos de endometriose superficial. “Nas mulheres portadoras de endometriose do ovário ou profunda, a cirurgia por videolaparoscopia é a melhor opção. Ela permite remover, com precisão e segurança, a maior parte dos focos da endometriose, independente de sua localização. O tratamento cirúrgico não é complexo e deve ser indicado sempre que houver perda da qualidade de vida da mulher”, finaliza.</P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/infertilidade-esta-entre-males-causados-pela-endometriose</guid>
</item>
<item>
<title>De olho na malhação - Orientação do seu médico é fundamental na hora da ginástica</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/de-olho-malhacao</link>
<description><![CDATA[ <P>Praticar exercícios físicos é sempre recomendação dos especialistas da área da saúde para todas as idades. Mas, será que na gestação eles também são indicados?</P>
<P>A avó recomenda repouso absoluto à neta... A mãe acha que só depois do terceiro trimestre a filha deve retomar suas caminhadas diárias... Já a manicure comenta que todas as suas clientes estão fazendo pilates durante a gravidez... De acordo com o ginecologista, obstetra e diretor da Clínica Genesis, Aléssio Calil Mathias, para esclarecer essas informações o ideal é procurar orientação do especialista. “Ele a conhece, sabe sobre sua condição clínica, com certeza, fará a recomendação médica mais apropriada”, defende.</P>
<P>O Instituto de Saúde Pública da Noruega divulgou estudo onde é possível comprovar como a prática de exercícios - natação, caminhada, bicicleta e dança – regularmente, na gestação diminui entre 23% e 28% o risco de dar à luz a um bebê com excesso de peso. </P>
<P>“A futura mamãe tem inúmeros motivos para comemorar: menos ganho de peso, melhora no sistema cardiocirculatório – o que ajuda na prevenção da diabete e hipertensão – elevação da auto-estima, resistência física para o parto, e recuperação pós-parto mais rápida”, destaca Aléssio.</P>
<P>Mas, é preciso atenção! De acordo com o ginecologista, as mulheres com placenta baixa, deslocamento placentário e sangramento devem poupar esforços. A mudança de rotina também requer cautela, as futuras mamães que não praticavam esportes antes da gravidez precisam respeitar os limites do seu corpo.</P>
<P>É importante ressaltar que toda atividade física deve ser realizada com segurança incluindo vestimenta adequada, como, roupas leves, top para sustentar os seios e tênis confortável, além da alimentação balanceada, hidratação e acompanhamento profissional constante.</P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/de-olho-malhacao</guid>
</item>
<item>
<title>Dez mandamentos para preservar a fertilidade feminina - Cigarro, álcool, estress, poluição, o que pode ser mudado para ajudar na hora da maternidade?</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/dez-mandamentos-para-preservar-a-fertilidade-feminina</link>
<description><![CDATA[ <P>Ser mamãe ou papai é o sonho de muitos, por vezes, os bebês chegam até antes da hora, mas outros insistem em não aparecer. No Brasil, um em cada seis casais não consegue engravidar. Engana-se quem acha que a infertilidade é problema feminino, pelo contrário, a porcentagem é bem equilibrada: 40% das dificuldades estão relacionadas aos homens e os outros 40% às mulheres. Os 20% restantes dividem-se entre ambos, com causas ainda desconhecidas.</P>
<P>Segundo o especialista em Ginecologia e Medicina Reprodutiva, Diretor do Centro de Reprodução Humana Santana e do Fertility, Wagner Busato, as dificuldades de engravidar aumentam acima dos 35 anos. Mesmo assim, com a ajuda da tecnologia, já é possível prolongar a fertilidade feminina com Técnicas de Reprodução Assistida como congelamento de óvulos, tratamento de miomas e endometriose.</P>
<P>Mas, há ainda quem prefira os métodos naturais. Para isso, algumas mudanças no dia a dia são essenciais e devem fazer parte da rotina das futuras mamães, os chamados dez mandamentos: </P>
<H3>Pare de fumar</H3>
<P>O cigarro prejudica o desenvolvimento dos óvulos, retarda a concepção, aumenta as taxas de aborto espontâneo e antecipa a chegada da menopausa. </P>
<H3>Reduza a ingestão de álcool </H3>
<P>Ele interfere no funcionamento dos ovários, causando irregularidades na menstruação, ausência de ovulação e aumento do risco de aborto. </P>
<H3>Não use drogas</H3>
<P>Elas causam a redução da qualidade e da quantidade dos óvulos, diminuição do tamanho dos seios e até aparecimento de pelos faciais e mudanças na voz.</P>
<H3>Combata o estresse </H3>
<P>Buscar qualidade de vida é fundamental para a saúde reprodutiva. Sob estresse, a mulher tem a libido e a imunidade diminuídas, o ciclo menstrual alterado e os hormônios desregulados. </P>
<H3>Cultive bons hábitos</H3>
<P>Alimentação correta, atividades físicas e manutenção da vida social ajudam a manter o corpo e a mente em ordem.</P>
<H3>Tenha uma vida sexual saudável </H3>
<P>Evite comportamento de risco com múltiplos parceiros. Use preservativo em todas as relações sexuais protegendo do contágio de doenças sexualmente transmissíveis. Com esses pequenos cuidados, previnem-se inflamações que provocam dores e aumentam as chances de aborto. </P>
<H3>Saiba mais sobre os remédios</H3>
<P>Alguns tipos de medicamentos de uso contínuo podem causar malformações no bebê. Converse com seu médico sobre esses riscos.</P>
<H3>Controle o peso</H3>
<P>A obesidade e a anorexia causam distúrbios hormonais que causam a infertilidade. Mantenha o Índice de Massa Corporal (IMC) entre 19 kg/m² e 25 kg/m². Com uma dieta programada, é possível perder ou ganhar alguns quilos e recuperar a saúde reprodutiva. </P>
<H3>Combata a poluição</H3>
<P>Nas mulheres, ela pode causar disfunções hormonais, abortos espontâneos, endometriose e até câncer de mama. </P>
<H3>Não espere demais para ter filhos</H3>
<P>A partir dos 35 anos, os óvulos envelhecem com mais velocidade, aumentando as chances do bebê nascer com anormalidades cromossômicas. Após os 40, crescem os riscos de aborto espontâneo.</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Tudo no lugar - Manchas na pele, oleosidade e dores na coluna podem ser resolvidas com pequenas mudanças na rotina da futura mamãe</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/tudo-lugar</link>
<description><![CDATA[ <P>Com a notícia da gravidez inúmeras mudanças ocorrem com a mulher. Dentre elas as alterações com o corpo e saúde são as mais preocupantes. Nessa fase os mínimos cuidados são valiosos, mas manter-se bem informada é fundamental. A ginecologista e mastologista, Nara Mattia, responde dúvidas sobre as novidades na pele, coluna, mamas, barriga, cabelo, pele, olfato e paladar da futura mamãe. </P>
<H3>Pele </H3>
<P><EM>Podem surgir manchas, oleosidade e acne? O que fazer?</EM></P>
<P>Durante a gestação os hormônios femininos aumentam. A oleosidade e acne dependem da sensibilidade de cada mulher. Em algumas, o aumento da vascularização causa melhora da pele, já para outras, o efeito é exatamente contrário. Nesse caso dieta, muito líquido e uso de cremes específicos podem ajudar. Toda gestante deve usar filtro solar e evitar a exposição ao sol em excesso, principalmente porque as manchas são difíceis de desaparecer mesmo após o nascimento do bebê.</P>
<H3>Cabelos</H3>
<P><EM>É verdade que eles ficam mais bonitos? Por quê? Após a gestação eles voltam ao normal?</EM></P>
<P>Observa-se aumento da produção dos pêlos, em geral, e a diminuição da queda de cabelo. Durante o período pós parto, tudo volta ao que era antes. Em alguns casos há diminuição da taxa hormonal e os cabelos que não caíram durante toda a gestação são liberados de uma vez. Mas não é motivo para preocupação, com a normalização hormonal que ocorre logo após o sexto mês, o organismo se restabelece. </P>
<H3>Olfato e paladar </H3>
<P><EM>O que muda? A mulher realmente sente mais desejo ou aversão por determinados alimentos?</EM></P>
<P>Durante a gestação, tanto a fome como o apetite estão exarcebados. É comum a aversão a alimentos gordurosos e pode surgir a malácia (vontade de comer substâncias não convencionais). O desejo de ingerir alimentos específicos, também, pode aparecer na fase inicial da gestação, graças à presença de gonadotrofina coriônica e alterações emocionais. As teorias evolucionistas explicam que a aversão por determinados alimentos, as náuseas e os vômitos, pode ter protegido as gestantes (durante a evolução), de comerem alimentos contaminados que poderiam transmitir doenças ao feto durante sua formação.</P>
<H3>Barriga</H3>
<P><EM>Por que surgem estrias? Dá para prevenir?</EM></P>
<P>Na gravidez, a supra-renal aumenta sua função e ocorre aumento do cortisol, que além de diminuir a imunidade da mulher (o que a impede de rejeitar o feto no útero), pode responder pelo aparecimento de estrias. O acúmulo de tecido adiposo no abdômen, mamas e região lateral das coxas também contribuem para o efeito. Existe uma predisposição genética para o surgimento de estrias, mas o ganho de peso adequado durante a gestação, a perfeita hidratação da pele com cremes e a ingestão de líquidos podem inibir seu aparecimento.</P>
<H3>Mamas </H3>
<P><EM>Quando começa a produção de leite? Quanto às mamas crescem?</EM></P>
<P>As mamas sofrem modificação desde os primeiros dias, mas a produção do colostro (leite primitivo) pode ocorrer a partir do sétimo mês, sendo mais comum no final da gestação. O leite propriamente dito só começa a ser produzido até 62 horas pós-parto graças à queda do estrógeno sanguíneo. Sobre o aumento das mamas, vale lembrar que toda a rede glandular mamária termina sua diferenciação para lactação o que pode aumentar muito o volume da mama, mas esse aumento é relativo e modifica-se de mulher para mulher. Além disso, é importante ressaltar que boa parte da mama é gordura e que o ganho excessivo de peso contribui. </P>
<H3>Coluna </H3>
<P><EM>O que ocorre na postura? É possível o aparecimento da lordose? Como amenizar?</EM></P>
<P>Com o aumento do volume abdominal, o centro de gravidade da gestante desvia-se para frente, para compensar e conseguir não cair à lordose natural da coluna. É importante saber que a lordose é uma modificação fisiológica da gestação. O ganho de peso adequado pode amenizar o incômodo.</P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/gravidez/tudo-lugar</guid>
</item>
</channel>
</rss>