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<title>Manual do Bebê - Portal Sempre Materna</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br</link>
<description>Notas recentes de Manual do Bebê.</description>
<language>pt-br</language>
<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 13:54:01 GMT</pubDate>
<item>
<title>Dia 27 de julho é o dia do Pediatra</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/dia-27-de-julho-e-o-dia-do-pediatra</link>
<description><![CDATA[ <P>O primeiro passeio do recém-nascido provavelmente será no consultório do pediatra. É lá que todos seus segredos são desvendados e papais e mamães aprendem a cuidar do novo membro da família. Pensando nisso, a redação Sempre Materna aproveita a comemoração do dia do Pediatra e deixa algumas dicas para escolha desse especialista.</P>
<P>Para avaliar os profissionais toda e qualquer informação é válida. As pesquisas podem começar por indicação de uma amiga ou pesquisas na internet. Mas, lembre-se: apenas as suas impressões vão poder ajudar na hora de decidir. Além disso, a opinião do papai faz diferença, considere-a.</P>
<P><EM>Faça uma pesquisa e marque entrevistas com os profissionais que mais lhe chamaram atenção. </EM></P>
<P><EM>Durante o ‘bate-papo’ tente avaliar se terá liberdade para comentar os problemas do bebê. Mas, não precisa se estender, cada entrevista dura, em média, 20 minutos.</EM></P>
<P><EM>Considere a forma que ouve e anota os detalhes das informações que você passa, mesmo aqueles aparentemente sem importância.</EM></P>
<P><EM>Avalie suas formações e certificações.</EM></P>
<P><EM>E como é a disponibilidade dele? Será que poderá lhe atender sempre que precisar?</EM></P>
<P><EM>O consultório também faz diferença na hora da decisão. Verifique se gostou do ambiente e se há higienização de todos os instrumentos.</EM></P>
<P><EM>Enquanto aguarda sua vez, fique atenta como o médico trata outras crianças. </EM></P>
<P><EM>Suspeite de consultas com menos de 15 minutos.</EM></P>
<P>Mesmo com algumas dicas, a escolha do pediatra não será tarefa simples. Mas, essa é uma fase de suma importância para garantir o bom desenvolvimento e a saúde do seu filho. Por isso, não se esqueça: confiança e bom relacionamento são ingredientes fundamentais para seu novo amigo.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/dia-27-de-julho-e-o-dia-do-pediatra</guid>
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<title>Ambulatório de pediatria presta atendimento gratuito em São Paulo</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/ambulatorio-de-pediatria-presta-atendimento-gratuito-em-sao-paulo</link>
<description><![CDATA[ <P>Nos dias de frio, é comum que as crianças permaneçam mais tempo em ambientes fechados, por isso, as proliferações de doenças virais são mais freqüentes. As mais comuns são aquelas que atingem o sistema respiratório, pois são facilmente transmitidas. </P>
<P>Tossir e espirrar perto dos pequenos está proibido, deixar que entrem em contato com alguma superfície contaminada também. Pois é, evitar a contaminação é tarefa árdua para os papais. O ideal é contar com ajuda de profissionais para curar as possíveis doenças.</P>
<P>O professor do curso de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo - UNICID e especialista em pneumologia pediátrica, Walter Perez Scaranto, explica que entre as doenças virais respiratórias, o resfriado e a gripe são as mais comuns durante o outono e o inverno. “Elas são enfermidades autolimitadas, ou seja, melhoram sozinhas. Normalmente, após cinco ou sete dias, não é observado mais nenhum sintoma. Mas, se avaliar que após o quarto dia o quadro não melhorou, com retorno ou até piora da febre, prostração excessiva (criança muito quietinha), recusa de alimentação, vômitos, cansaço para respirar ou diminuição das micções, é importante levar a criança ao Pronto Socorro Infantil ou pediatra”. </P>
<P>Para atender crianças em casos como este, a UNICID inaugurou o Ambulatório de Pediatria. O serviço é gratuito e realizado no campus da Instituição. As consultas são acompanhadas por uma equipe composta pelos professores Walter Perez Scaranto, Rita de Cássia Soares, Juang Horng Jyh e alunos do curso de Medicina.</P>
<P>Além disso, a instituição deixa à disposição o Laboratório de Análises Clínicas com a capacidade para realizar 20 mil análises por mês, assim os exames podem ser feitos no mesmo local e com valores acessíveis (variam de R$ 3,00 a R$ 8,00). O prazo de entrega é, no máximo, 72 horas.<BR>&amp;nbsp;<BR><EM>Siga algumas dicas de prevenção das doenças respiratórias</EM>:</P>
<P>•&amp;nbsp; Não frequentar ambientes fechados e/ou com muitas pessoas; <BR>•&amp;nbsp; Não levar os filhos gripados para escolas ou creches. Além do repouso necessário para recuperação, evita o contagio de outras crianças<BR>•&amp;nbsp; Evitar sair de casa com bebês com menos de quatro meses de idade. Antes dessa idade, as defesas do neném ainda não funcionam muito bem e ele está muito mais propenso a contrair doenças e suas complicações; <BR>•&amp;nbsp; Vacinar adequadamente seu filho; <BR>•&amp;nbsp; O aleitamento materno exclusivo (mais nada, nem água ou chá), além de ser o alimento ideal para os bebês até sexto mês, transmite anticorpos que os protegem de grande parte das doenças; <BR>•&amp;nbsp; Não ter no quarto das crianças nada que possa acumular pó. Lembre-se que o ácaro é um grande causador de alergias respiratórias <BR>•&amp;nbsp; A fumaça de cigarro irrita as vias aéreas. Portanto, não fume e não permita que fumem dentro da sua casa; </P>
<P><STRONG>SERVIÇO</STRONG></P>
<P>AMBULATÓRIO DE PEDIATRIA - UNICID<BR>Informações e agendamentos: (11) 2178-1240, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.<BR>LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS - UNICID<BR>Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h<BR>Endereço: Rua Melo Peixoto, 1.243, Tatuapé – São Paulo – SP.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 18:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/ambulatorio-de-pediatria-presta-atendimento-gratuito-em-sao-paulo</guid>
</item>
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<title>Cuidados caseiros podem aliviar as famosas "ites"</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/cuidados-caseiros-podem-aliviar-as-famosas-ites</link>
<description><![CDATA[ <P>Depois de curtir as regalias do verão com muito sol e viagens é hora de se adaptar às folhas secas do outono. Queda de temperatura, chuva e diferentes cores na natureza são algumas características típicas dessa fase no que diz respeito ao cenário. Já quando o assunto é saúde a estação costuma vir acompanhada de espirros e tosse que deixam os pais de cabeça “quente”.</P>
<P>Nessa época do ano é comum a criançada ter a liberdade reduzida: as brincadeiras no parque<BR>são substituídas por programas caseiros e as leves roupas do verão dão espaço aos “modelitos” mais quentinhos. Assim, as famosas ‘ites’- doenças alérgicas respiratórias – como a rinite (inflamação das mucosas do nariz) e a bronquite (inflamação dos brônquios) entram em ação.</P>
<P>Segundo Cid Pinheiro, Professor Assistente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Coordenador Responsável dos Serviços de Pediatria do Hospital São Luiz, a alergia é uma reação específica do sistema de defesa do corpo humano a substâncias desconhecidas. No outono são causadas principalmente pela variação climática, seguida dos vilões: ambientes fechados e úmidos, poeira, lã, fumaça de cigarro, pêlo de animal e fortes odores. “Esses fatores fazem com que as doenças alérgicas se manifestem com mais facilidade, principalmente nos organismos que tem genética pré-determinada para o problema”, explica.</P>
<P>A dica para os pais é desvendar se o pequeno é vitima das “ites”. Perceber os sintomas é fácil, pois são imediatos: coceira no nariz, espirros, corisa, tosse e desconforto respiratório – falta de ar. “Assim que descobertos o médico deve ser procurado para fazer os diagnósticos. Por serem doenças crônicas, os tratamentos são específicos e contínuos, sendo possível diminuir o número e a intensidade das manifestações alérgicas”, aconselha o pediatra. </P>
<P>Entretanto, os cuidados caseiros não podem ser esquecidos. O especialista recomenda a ingestão de líquidos, inalação com soro fisiológico e higiene das vias aéreas com jato de água.&amp;nbsp; “Troque os brinquedos de pelúcia por outros mais fáceis de limpar, tire cortinas, tapetes e almofadas do quarto, passe pano úmido ao menos uma vez ao dia no chão”, diz Dr. Cid que ainda completa: “Evite frequentar locais com aglomeração de pessoas para ficar longe de infecções e não deixe seu filho ir à escolinha quando estiver resfriado ou em crise”. </P>
<P>Em relação às alergias, vale destacar que a prevenção pode ser feita ainda na gestação, principalmente em função da hereditariedade. A futura mamãe deve manter o quarto e acessórios do bebê higienizados antes mesmo do nascimento. (Não deixe de ler matéria da página 30 )“Se só a mãe ou o pai tiver a doença há 30% de chances do filho herdar, porém se forem os dois, as chances dobram”, finaliza Pinheiro.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 10:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/cuidados-caseiros-podem-aliviar-as-famosas-ites</guid>
</item>
<item>
<title>Bichos de estimação - Mais que companheiros, animais ajudam a desenvolver responsabilidade nas crianças</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/bichos-de-estimacao</link>
<description><![CDATA[ <P>Cachorro, passarinho, gato ou&amp;nbsp; chinchila, qual é seu preferido? Queridos por toda a família, os animais de estimação são companheiros para todas as idades. Independente do tipo de linguagem (latir, miar ou piar), a comunicação é perfeita. Os mais íntimos, costumam até dividir a<BR>cama com o dono.</P>
<P>A pediatra e pneumologista infantil do Hospital São Luiz — unidade Anália Franco — Eliane Henriques Moreira Alfani, explica que os bichinhos são xodó principalmente dos pequenos, porém, em alguns casos podem ser contraindicados por desencadear processos alérgicos e acidentes com lesões sérias, como mordidas e arranhões. “Existem exames que definem quais os fatores alérgicos de cada criança. Mas um dos problemas comuns são os pêlos de animais que servem de alimentos<BR>para os ácaros - os principais responsáveis pelas alergias respiratórias”.</P>
<P>Quem chegou primeiro? Os bichinhos de estimação, por mais amados que sejam são<BR>seres irracionais e dividir o reinado com o bebê pode causar ciúme e irritação. Eliane explica que o melhor a fazer nesses casos é introduzir o pequeno na rotina do animal semafastá-lo totalmente de seus locais preferidos, para que não se sinta rejeitado.</P>
<P>Ainda segundo a médica, a coerência deve prevalecer e a circulação do companheiro “irracional” ser proibida ao ambiente que estiver o indefeso bebê. “O animal precisaconhecer a criança, mas sem exageros na relação, pois o ciúme pode levar a agressões inesperadas”, afirma.</P>
<P>Após&amp;nbsp;Fortalecidos os&amp;nbsp;laços é comum que a criança e o bichinho sejam excelentes amigos. “Essa relação é conquista da criança e o envolvimento nos cuidados é mais um aprendizado para o pequeno. Já para os filhos únicos, que se sentem solitários, ou para os introvertidos, adotar um ‘novo amigo’ pode ser a solução”, sugere a pediatra. </P>
<P>Durante as brincadeiras, abraços e lambidas são inevitáveis. Mas, a especialista alerta: “Os animais podem transmitir doenças às crianças através da urina, fezes ou saliva. Os donos devem levá-los com frequência ao veterinário para as vacinas e vermífugos necessários”.</P>
<P>Mesmo bem cuidados, a higiene da família é fundamental. É importante que os pais ensinem aos filhos que após brincar com o animal deve-se sempre lavar bem as mãos. “Nunca deixe que ele suba na cama ou sofá da criança, areje bem os cômodos da casa, aspire e limpe, ao menos uma vez ao dia para evitar o acumulo de pêlos e pó, e higienize com produtos adequados os locais com fezes e urina animal”, conclui Eliane.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/bichos-de-estimacao</guid>
</item>
<item>
<title>Brinquedos também tomam banho - Pediatra explica a diferença entre imunidade e sujeira e ensina como higienizar os objetos das crianças</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/brinquedos-tambem-tomam-banho</link>
<description><![CDATA[ <P>No quarto, no tapete da sala, no quintal, na cozinha, embaixo da cama, em cima do sofá, tropeçar em brinquedos é cena comum na casa onde tem criança. Não pode bebê... é caca!!! Até parece que tem imã, do chão direto para a boca. Com tanta bagunça, a equipe da faxina precisa entrar em ação. E nessa hora a ‘diversão’ fica por conta dos pais.</P>
<P>Balde, pano úmido, água, máquina de lavar e sabão. Tudo preparado. Mas a dúvida é: como limpar? Até que ponto a sujeira ajuda na criação de anticorpos para o pequeno? Para evitar confusões, o pediatra Ricardo Simões Morando do Hospital e Maternidade São Luiz explica: “Anticorpos são<BR>proteínas produzidas por células de defesa do organismo (linfócitos B), acionados quando o<BR>sistema imunológico entra em contato com algum agente agressor (fungos, vírus, bactérias, ácaros,<BR>pêlos de animais, restos de descamação celular, poeira doméstica, resto de insetos, protozoários)”.</P>
<P>Ainda segundo o Dr. Ricardo, a imunidade pode fazer parte das brincadeiras, mas é algo que se complementa com o passar do tempo e dispensa exageros. “A superproteção atrapalha, uma vez que a ausência de contato das crianças com os agentes infecciosos e microorganismos não estimula o sistema imunológico”, diz.</P>
<P>Mesmo assim, “sujinho” nem sempre é sinônimo de vantagem. O pediatra ressalta ainda que os brinquedos podem ser também fontes de transmissão de doenças. “Se não adequadamente higienizados podem acumular alérgenos ambientais (poeira domiciliar, ácaros, fungos, restos de insetos, pêlos de animais) desencadeantes de rinite alérgica e crises asmáticas em crianças predispostas.</P>
<P>Além de facilitar o contágio de doenças de etiologia viral, por secreções”, afirma. Por isso, o bom senso e higiene devem ser bons amigos. Para que os brinquedos sejam somente motivos de alegria, o pediatra dá dicas para as mamães de como mandar a sujeira embora na hora certa, de<BR>acordo com a intimidade entre o bebê e o objeto.</P>
<P><STRONG>Dicas para limpeza dos brinquedos:</STRONG></P>
<P>* Amigos especiais aqueles brinquedos que são os companheiros das crianças em horas especiais, como no banho e na papinha devem ser higienizados antes e depois da brincadeira para não acumular resíduos e restos de comida. Devem ser guardados em<BR>locais próprios.</P>
<P>* Amigo de todas as horas os brinquedos que não saem da mão e da boca do bebê, de plástico ou de borracha, como os mordedores devem ser limpos diariamente, com água e sabão. Mas, não precisam ser fervidos constantemente.</P>
<P>* Amigo à distância os brinquedos que não são manipulados com frequência e costumam ficar<BR>como enfeite no quarto do pequeno podem ser limpos uma vez por semana ou, no máximo, a cada<BR>15 dias, basicamente com água e sabão neutro, sem o uso de produtos tóxicos. bichos de pelúcia devem ser armazenados preferencialmente em sacos plásticos e retirados apenas na hora de brincar.</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/brinquedos-tambem-tomam-banho</guid>
</item>
<item>
<title>Mãos de fada - Como mágica, o toque no recém-nascido acalma e amarra os laços familiares</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/maos-de-fada</link>
<description><![CDATA[ <P>Através da massagem é possível relaxar, demonstrar segurança, aumentar os vínculos afetivos e ainda ajudar no desenvolvimento físico e psicológico do bebê. Para que todos esses resultados sejam alcançados não requer prática nem habilidade, basta unir os seguintes ingredientes: atenção, carinho e uma dose cavalar de amor.&amp;nbsp;&amp;nbsp;</P>
<P>Comece pelo rostinho, desça para os bracinhos, passe pela barriguinha, mexa nas perninhas até chegar aos pezinhos. A enfermeira obstetra, do projeto Momento do Toque da Johnson, Vânia Pugliesi, explica que a massagem nos bebês pode ser feita desde o primeiro dia de vida. O recém-nascido precisa sentir-se acolhido. “Reviver as experiências do ambiente intra-uterino, através dos toques realizados pelos pais, favorece o vínculo entre eles e o bebê tende a se sentir mais seguro e tranquilo”, diz.</P>
<P>Segundo Dra. Márcia Maria da Costa, ginecologista e obstetra e coordenadora médica do Hospital e Maternidade São Luiz - unidade Itaim, os movimentos devem ser feitos com firmeza, em ritmo lento e constante, sempre de dentro para fora e de baixo para cima. “Dificilmente a mãe irá machucar o bebê pelo toque. Mas, é importante que tenha uma intensidade confortável”, aconselha.</P>
<P>Ritmo e calor são as palavrinhas mágicas para esse momento. O objetivo é que o recém-nascido sinta-se ‘em casa’. Para as especialistas, o contato direto com o RN restabelece o vínculo entre mãe-filho interrompido com o parto. Sensação de proteção, adaptação ao novo ambiente e fortalecimento da comunicação entre os pais e o bebê são alguns dos benefícios da técnica. “No quesito emocional a criança fica menos chorosa e sente-se mais amada. Já no ponto de vista físico, a criança passa a ter mais ‘consciência’ do próprio corpo, ou seja, ganha noção de espaço e limites, auxilia no relaxamento e melhora os padrões de sono”, esclarece Dra. Marcia. </P>
<P>De acordo com a enfermeira Vânia não há regras pré-estabelecidas e a intenção é de descobertas conjuntas. “O momento ideal e as melhores manobras na massagem são desvendadas a partir da experimentação e da reação do RN”, diz.</P>
<P>Que tal uma massagem na barriguinha para aliviar a cólica? Outro adjetivo do toque é o auxílio no alívio de incômodos específicos dos RNs.&amp;nbsp; “Atualmente, existem massagens no abdômen para a cólica, no peito para melhorar a respiração (com a expansão da caixa toráxica), na face para desobstruir o nariz e relaxar a musculatura facial e até para a estimulação do funcionamento do intestino e da coluna vertebral”, afirma a médica.</P>
<P>É importante lembrar que quem vai guiar todo o processo é o bem-estar do bebê. Entretanto, a orientação de especialistas é fundamental, principalmente para alertar sobre as contraindicações. “Não é indicado praticar o toque quando o bebê estiver febril, resfriado, com diarreia ou infecções. </P>
<P>Não menos importante é destacar que após as mamadas, durante choro contínuo ou quando o bebê está dormindo a massagem deve ser adiada”, explica Dra. Márcia que finaliza: “Para os pequenos que tem refluxo é recomendável colocar um travesseiro sob sua cabeça, elevando-a para evitar a regurgitação”.</P>
<P><STRONG>Como fazer</STRONG></P>
<P>Acompanhe o passo a passo para curtir bons momentos com seu filho.</P>
<P>1º Procure um ambiente tranquilo e com temperatura agradável;</P>
<P>2º Retire relógio, pulseiras ou anéis e aqueça as mãos com água morna;</P>
<P>3º Separe um óleo de sua preferência;</P>
<P>4º Divirta-se.</P>
<P><STRONG>Rosto</STRONG><BR>Circule os olhos com a ponta dos dedos, do centro da testa para os lados. Deslize também nas bochechas, do nariz para as laterais e massageie o rosto inteiro, desde a sobrancelha até o queixo.</P>
<P><STRONG>Peito<BR></STRONG>Deslize com as duas mãos do centro para as laterais. Depois cruze do ombro direito para o quadril esquerdo.</P>
<P><STRONG>Braços e mãos</STRONG><BR>Deslize do ombro ao punho, alternando as mãos. Torneie o braço com as mãos opostas. Pegue as mãozinhas e massageie na palma e nos dedinhos.</P>
<P><STRONG>Barriga</STRONG><BR>Faça movimentos circulares, no sentido horário. Com uma das mãos, deslize do peito para o ventre. Em seguida faça movimentos de flexão e extensão das pernas do bebê sobre a região abdominal.</P>
<P><BR><STRONG>Pernas e pés</STRONG><BR>Deslize em direção aos pés com as mãos alternadas. Torneie a perna com movimento de rotação em direção aos pezinhos e faça massagem na planta dos pés e dedos.</P>
<P><STRONG>Costas</STRONG><BR>(Com o bebê deitado de bruços, com a cabeça para o lado esquerdo):<BR>Massageie com a palma das mãos alternadas, deslizando para a lateral, da nuca até a nádega. Desça com a mão esquerda até as nádegas, enquanto a direita sustenta as nádegas, até o encontro das duas mãos. Depois, deslize do bumbum até os pés e finalize com o deslizamento da nuca até os pés.</P>
<P><STRONG>Dica</STRONG></P>
<P>Para aprender a massagear, o Hospital e Maternidade São Luiz- unidade Itaim – oferece para as mamães e papais o Momento do Toque. Um serviço gratuito, patrocinado pela empresa Jhonson’s, que ensina os pais a interagir com o recém-nascido através da massagem desde o curso de gestantes até a alta hospitalar. <BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 27 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/maos-de-fada</guid>
</item>
<item>
<title>Avaliação Cardiológica precoce na Síndrome de Down</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/avaliacao-cardiologica-precoce-na-sindrome-de-down</link>
<description><![CDATA[ <P>Antes ou depois de nascer, os cuidados com o coração são fundamentais. A incidência das doenças cardíacas congênitas na população geral é menor que 1%. Em crianças com Síndrome de Down essa associação chega a 50% e representa uma das principais causas de morbimortalidade, nos primeiros anos de vida.</P>
<P>Segundo o responsável pelo Serviço Cardiologia Pediátrica da APAE de São Paulo, Eli Szwarc, nos pequenos com Síndrome de Down, peculiaridades anatômicas, metabólicas e doenças associadas podem agravar o quadro. É necessário que os profissionais de saúde da primeira infância (neonatologistas, pediatras e cardiologistas pediátricos) estejam habituados a estes detalhes.</P>
<P>Para o especialista, a importância da avaliação cardiológica precoce nessas crianças baseia-se na necessidade de diagnóstico neonatal das doenças cardíacas e do encaminhamento seguro para o Serviço de Estimulação e Habilitação, composto por fisioterapia, fonoterapia e terapia ocupacional. </P>
<P>Porém, o acompanhamento pode ser feito ainda com as “barriguidinhas”. A análise da história familiar e gestacional, os antecedentes do bebê e o teste clínico detalhado, são procedimentos básicos de investigação clínica. “Os exames realizados ainda na gravidez são ótima ferramenta para diagnósticos e podem refletir na redução de problemas clínicos no período neonatal, como cianose (arroxeamento de lábios e extremidades), insuficiência cardíaca (cansaço às mamadas, sudorese excessiva e baixo ganho de peso), sopro cardíaco e até casos assintomáticos”, explica Dr. Eli. </P>
<P>No período de janeiro a dezembro de 2009, o Ambulatório da APAE de São Paulo realizou aproximadamente 1.000 atendimentos a crianças com Síndrome de Down. Feito isso, o próximo passo é o tratamento clínico ou cirúrgico das portadoras de cardiopatia a fim de evitar a Hipertensão Pulmonar e outras graves complicações. Já para as mulheres sem comprometimento, a indicação é para o Serviço de Estimulação e Habilitação, essencial ao seu desenvolvimento neuropsicomotor. </P>
<P>Szwarc reforça a importância de que todos os portadores de Síndrome de Down sejam submetidos a uma avaliação com cardiologista pediátrico nas primeiras semanas de vida, e realizem, pelo menos, um exame de ecocardiografia.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 25 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/avaliacao-cardiologica-precoce-na-sindrome-de-down</guid>
</item>
<item>
<title>Tamanho ideal</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/tamanho-ideal</link>
<description><![CDATA[ <P>A preocupação com o crescimento das crianças começa ainda na gestação. Por isso, os cuidados com as futuras mamães são inúmeros. Para aquelas com pressão alta, fumantes, desnutridas ou que usam medicamentos sem prescrição, o risco de dar a luz a um bebê com o crescimento comprometido é ainda maior. </P>
<P>Após os nove meses, a atenção fica para a saúde e o desenvolvimento do recém-nascido. Aleitamento materno (exclusivo até os seis meses de vida) e alimentação balanceada são essenciais nessa fase, já que colaboram para a produção do hormônio do crescimento, conhecido GH (do inglês growth hormone). </P>
<P>Quando o GH é fabricado em menor escala a criança pode ter alterações no ritmo de crescimento. Esse pode ser o sinal para alguns problemas de saúde como falha na glândula hipófise - localizada no cérebro e responsável pela produção do GH, doenças pré-existentes, tumores cerebrais e problemas no hipotálamo - região do cérebro que regula a secreção do hormônio pela hipófise.</P>
<P>Para que o pediatra controle o hormônio do crescimento, o bebê, normalmente, é acompanhado por medidas padrões, de acordo com sua idade, tamanho e peso. A tabela abaixo é um dos padrões utilizado pelos especialistas.</P>
<P>Quando a preocupação é com a estatura as possibilidades não são muitas. De acordo com Aparecida Enomoto, graduada em Medicina Tradicional Chinesa, com especialização em Acupuntura e fisioterapia, se o bebê é uma menina, provavelmente a altura dela será próxima a da mamãe, caso seja um menino sua estatura será semelhante a do papai. </P>
<P>Para chegar a esse resultado existe uma fórmula. “soma-se a altura dos pais mais 13 centímetros para os meninos (ou menos 13 centímetros para as meninas), dividido por dois. Com o resultado temos a chamada ‘altura-alvo’, que é considerada normal se for seis centímetros acima ou abaixo do valor calculado”, explica a especialista. </P>
<P>Tratamentos terapêuticos podem ajudar nessas alterações de crescimento. “A acupuntura é um dos métodos indicados quando é constatado que o próprio organismo não fabrica a quantidade suficiente dessa substância, além disso, por ser natural, não tem contraindicações nem efeitos colaterais” diz Aparecida.</P>
<P>Entretanto, o diagnóstico é fundamental antes de iniciar qualquer tratamento. Aparecida indica realizar uma avaliação clínica da criança, ventilação das vias aéreas superiores, doenças e valores nutricionais.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 19 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/tamanho-ideal</guid>
</item>
<item>
<title>Agressividade infantil</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/agressividade-infantil</link>
<description><![CDATA[ <P>Segundo especialistas, a agressividade é um sentimento natural e comportamentos agressivos são relativamente comuns entre as crianças de 1 a 3 anos, que ainda não aprenderam a controlar suas reações, especialmente a frustração e a raiva. Entretanto, ninguém aprende sozinho a dominar sua agressividade. “É preciso que os pais e os profissionais da educação que lidam com essa faixa etária estejam atentos observando constantemente a maneira como os pequenos começam a se relacionar com coleguinhas e com os adultos”, explica Maria Irene Maluf, especialista em educação especial e em&amp;nbsp; psicopedagogia que ainda complementa: “E também, é claro, se prepararem para interferir quando as mordidas, os arranhões e os tapas aparecerem no grupo”.</P>
<P>Para Maluf, as demonstrações de força física entre crianças dessa faixa etária são ações esperadas uma vez ou outra. Entretanto, a especialista enfatiza que se essa conduta está presente no dia a dia como única forma infantil de demonstrar seus sentimentos de desagrado, raiva, ciúmes, ansiedade e até para chamar a atenção, de modo persistente e difícil de ser controlada. “Temos que buscar caminhos para ajudar a criança, pois algo não está bem com o seu desenvolvimento”, diz ela.</P>
<P>Quando não percebida pelos pais ou educadores, e na medida que o tempo passa, as conseqüências das agressões vão surgindo, como por exemplo uma grande dificuldade de lidar de maneira adequada com as outras pessoas em todos os ambientes. “ A socialização da criança vai se tornando cada vez mais empobrecida, permeada de múltiplos problemas de relacionamento. E, decorrente a isso, sua autoestima fica diminuída e freqüentemente até sua escolaridade é prejudicada”, comenta Maria Irene.</P>
<P>Para a pedagoga, algumas vezes o comportamento é resultado de disciplina familiar excessivamente severa ou, ao contrário, muito negligente; ou ainda, conseqüência da vivência diária da violência familiar. Então, o que fazer em casa e na escola para desde bem cedo ensinar os pequenos a demonstrar de uma forma menos violenta os seus sentimentos de desagrado?</P>
<P>“Primeiro, quando o bebê começar a bater no rosto dos pais, lembrar-se de que isso pode parecer engraçado da primeira vez, mas que por conta dessa atitude que toda criança entende como de atenção e aprovação, ela perseverará nesse hábito agressivo e desagradável. Espera-se que o adulto ao invés de rir, diga “não” de forma firme (mas calma) e segure as suas mãozinhas, para que ela perceba o seu desagrado”, comenta.</P>
<P>“O ideal para modificar esse hábito é tentar conter a conduta agressiva antes de começar. As crianças agem dessa forma quando querem chamar a atenção e quando estão frustradas: portanto já se tem um indício de quando poderá iniciar esse comportamento. Se já souber falar é importante explicar que tapas, mordidas e arranhões machucam as pessoas, que elas não gostam disso e vão se afastar dele. Dizer: “Dói quando você me bate ou dói quando você me morde”. Se a criança persistir, mostre seu desagrado colocando-a no berço ou chão (se já caminhar)”, ensina Maluf.</P>
<P>De acordo com a profissional, é importante evitar que o filho ou aluno machuque o amigo ou o irmão. Caso isso aconteça, a dica é separar as crianças e atender primeiro o que foi ofendido. Mostrando ao brigão que ele perde sua atenção quando age agressivamente. Não menos importante é nunca revidar no lugar da vítima e nem estimular que o agredido o faça. “Não podemos passar a ideia de que a agressividade é permitida como revide, criando um círculo vicioso. No lugar disso, quando a situação é repetitiva, eleja uma conseqüência negativa: não dar atenção por alguns minutos, sempre ensina muito mais do que gritos ou palmadas”, ressalta Maria Irene.</P>
<P>Mas se apesar de seus esforços, o comportamento agressivo persistir é melhor procurar um especialista ou o recomendar aos pais, se você for o(a) professor(a) da criança. “A experiência mostra que crianças pequenas não ensinadas desde cedo a conter seus ímpetos agressivos tendem a continuar com esse comportamento ao longo da infância e da adolescência, o que as leva a serem rejeitadas pelos colegas de classe e a se juntar a grupos onde a violência é aceita como regra, gerando um problema de conduta anti-social com proporções e conseqüências negativas e muito graves”, finaliza a especialista em educação.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 17 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/agressividade-infantil</guid>
</item>
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<title>Bebês X Animais de estimação - Os bichinhos podem conviver em harmonia com os pequenos, basta ter cuidados com a higiene dentro de casa</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/bebes-x-animais-de-estimacao</link>
<description><![CDATA[ <P>Conviver com animais de estimação traz inúmeros benefícios para gente grande. Mas, quando uma criança chega á família aparecem diversas dúvidas na cabeça dos papais e mamães. Afinal será que manter o bichinho e o pequeno juntos pode ser saudável?</P>
<P>Pesquisa realizada, em 2009, pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional das Indústrias de Saúde Animal (Sindan) revelou que apenas 33% dos casais com filhos de até nove anos possuíam pets, dando base à preocupação dos pais em manter em um mesmo espaço crianças e animais.</P>
<P>A médica veterinária, Isabella Vincoletto, explica que, apesar dos mitos, o convívio de pequenos com bichinhos de estimação é muito vantajoso. “Além de estimular as habilidades motoras e a comunicação, reduz a ansiedade, acalma, auxilia na brincadeira e no gasto de energia e faz com que a criança, desde cedo, compreenda e assuma algumas responsabilidades.”</P>
<P>A harmonia da casa, no entanto, exige alguns cuidados, principalmente com a higiene. “O animal deve ter o local específico das necessidades para que as crianças não tenham contato com as fezes e urina. A escovação previne queda de pêlos e ajuda na saúde de cães e gatos. Aspirar tapetes e limpar o chão com pano úmido também é fundamental, além disso, já é possível encontrar vermífugos destinados à animais adultos e filhotes”, diz a veterinária.</P>
<P>Quando o bichinho chegou antes do bebê é preciso fazer com que ele entenda as mudanças e se acostume com fraldas, mamadeiras, choros e novos cheiros. “Desde o início da gravidez é importante mostrar ao ‘companheiro’ essa nova realidade. Deixe-o cheirar o carrinho, o berço e os brinquedos. Também é aconselhável enrolar uma boneca em um cobertor (que o bebê irá usar) e carregá-la perto do pet. Isso facilita o entendimento, que pode ser recompensado com petiscos a cada resposta de “bom comportamento”, enfatiza Vincoletto.</P>
<P>Dependendo da rotina e do comportamento do animal é possível deixá-lo o tempo todo perto do bebê, mas é importante nunca deixá-lo sozinho, por mais confiança que se tenha. Caso o bichinho seja novo na família opte por raças mais dóceis. Entre os cachorros estão o Pastor Alemão, Labrador, Beagle, Boxer, Cocker Spaniel e o Staffbull. Os gatos mais “amigáveis” são o Balinês e o Siamês.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 11 May 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/bebes-x-animais-de-estimacao</guid>
</item>
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<title>O leitinho voltou!</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/o-leitinho-voltou</link>
<description><![CDATA[ <P>A mamãe dá banho, troca, amamenta e em seguida o bebê regurgita toda ou parte da refeição deixando-a desesperada, molhada e sem saber o que fazer.&amp;nbsp; Essa cena é comum para as várias marinheiras de primeira, segunda ou terceira viagem. </P>
<P>Há quem diga que a criança vomitou, mas na verdade este é um dos sintomas do chamado refluxo - regurgitação não forçada do conteúdo gástrico, ou seja, do estômago para o esôfago, muito normal entre os recém-nascidos que pode ser classificado em fisiológico ou patológico.</P>
<P>O refluxo fisiológico é o mais simples deles e ocorre em aproximadamente dois terços dos bebês, após as mamadas. “Nesse caso a criança não apresenta nenhuma sintomatologia associada e o ganho de peso é normal. A diminuição gradativa das golfadas ocorre ao longo do tempo, cessando por volta do sétimo ou oitavo meses de idade, coincidindo com a introdução dos alimentos sólidos e a condição de uma postura corporal mais ereta”, explica a Dra. Ana Karina C. De Luca, mestre em pediatria e doutora na área de Perinatologia.</P>
<P>Pouco mais raro, atinge em média uma em cada 300 crianças, o refluxo patológico é classificado como Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Segundo a especialista, tem repercussões clínicas significativas. “Provoca a esofagite, que faz o bebê ficar muito irritado, por sentir dor e queimação no esôfago, a chamada ‘azia’; repercussões respiratórias, como otites médias de repetição; pneumonias aspirativas e dificuldade em ganhar peso”.</P>
<P>Para diferenciar um refluxo do outro é preciso muita atenção dos pais e, claro, acompanhamento médico. Provocar a patologia não é difícil, o aumento de pressão no estômago, causado por grandes quantidades de leite e pressão intra-abdominal, devido o acúmulo de gases é o fator principal.</P>
<P>É importante que a mamãe fique calma e saiba acudir o bebê no momento do refluxo. “Deve-se elevá-lo, desobstruir sua boca e narinas e se for o caso, aspirar e limpar com soro fisiológico”, explica a pediatra. Passado o susto, caso o volume regurgitado seja muito grande e o bebê continue chorando de fome, ele pode mamar novamente. “Sempre se lembrando de fazê-lo arrotar e de não deixá-lo ingerir grandes volumes (é melhor uma dieta fracionada)”, aconselha.</P>
<P>Não só problema para as crianças, o DRGE afeta também adultos e não necessariamente provem desde o nascimento. Para o tratamento deve-se conversar com profissional médico que indicará o caminho correto, desde medicamentos, até para os casos mais graves, a cirurgia.</P>
<P>Veja os principais sintomas e cuidados com refluxo:</P>
<P><FONT size=3><STRONG><EM>Cuidados:</EM></STRONG></FONT> </P>
<P>Atenção à postura do bebê, mantenha-o com o tronco mais elevado do que o resto de corpo, eleve o decúbito do berço e do carrinho, com inclinação de 45 graus</P>
<P>Quando deitado, dê preferência a posição decúbito lateral</P>
<P>Evite o uso de vestimentas apertadas que possam comprimir a parede abdominal</P>
<P>Evite movimentos bruscos durante a troca de fraldas, roupas e até em brincadeiras</P>
<P>Amamente o bebê de forma fracionada, diminuindo a quantidade e aumentando o número de vezes</P>
<P>Sempre faça o bebê arrotar, adequadamente, para diminuir a pressão do abdômen</P>
<P>Evite oferecer ao bebê chocolates e achocolatados, refrigerantes, salgadinhos, ácidos (frutas cítricas, tomate), cafés, chás, vinagres e outros condimentos, mesmo após os seis meses de idade.</P>
<P><STRONG><EM><FONT size=3>Sintomas:</FONT></EM></STRONG> </P>
<P>Regurgitações e vômitos freqüentes</P>
<P>Atraso de crescimento e dificuldade em ganhar peso</P>
<P>Choro freqüente com fácies de sofrimento; irritabilidade, distúrbios do sono, aversão ao alimento; acordar de repente, relatando que o bebê sofre de cólicas</P>
<P>Crises de engasgos (aspiração) e de tosse com rápida recuperação, ou mais intensas acompanhadas de palidez, cianose (a criança fica “roxinha”) e hipotonia (a criança fica “molinha”)</P>
<P>Quadros respiratórios de repetição como tosse, respiração rápida (taquipnéia), chiado no peito (broncoespasmo), otites, pneumonias</P>
<P>Movimentos do pescoço: aquele bebê que tende a ficar com o pescoço esticado para trás, com a cabeça virada para cima, pois assim encontra maior conforto para a dor esofágica (“queimação ou azia”)<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/o-leitinho-voltou</guid>
</item>
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<title>Aprenda a fazer um Amiguinho Ecológico</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/aprenda-a-fazer-um-amiguinho-ecologico</link>
<description><![CDATA[ <P>Não é difícil perceber que ultimamente os quatro elementos da Terra - ar, terra, fogo e água - passam por modificações que atingem diretamente o meio ambiente. E um dos principais motivos é a falta de conscientização do homem em suas atitudes relacionadas à natureza.</P>
<P>Você já parou para pensar sobre a importância da água para as plantas? Que sem plantas a qualidade do ar fica cada vez pior? E que, consequentemente, economizar água pode ajudar?&amp;nbsp; Apenas com essas três perguntas já percebemos que o meio ambiente é essencial na vida dos seres vivos e que qualquer detalhe faz muita diferença. </P>
<P>Que tal fazermos um amiguinho ecológico para ajudar a contribuir com o planeta? Além disso, você terá mais um coleguinha na turma. Vamos lá....</P>
<P><STRONG><EM>Separe os materiais:</EM></STRONG></P>
<P>- Meia calça usada<BR>- Serragem<BR>- Alpiste ou painço<BR>- Papéis, lã, canetinhas, botões, cola e tesoura sem ponta para o acabamento<BR>- 1 garrafa pet</P>
<P><STRONG><EM>Como fazer:</EM></STRONG></P>
<P>1º Corte uma perna da meia calça</P>
<P>2º Coloque dentro da meia calça o alpiste</P>
<P>3º Complete com serragem, dê um nó na ponta e corte o restante da meia</P>
<P>4º Modele para que fique com forma de bola</P>
<P>5º Cole os botões, como olhos, a lã como boca, ou pinte em um pedaço de cartolina e cole na meia até formar uma carinha. Para isso você deve escolher se será menino, ou menina. Use a criatividade</P>
<P>6º Para tornar a experiência mais divertida dê um nome ao seu boneco</P>
<P>7º Com a ajuda de um adulto, corte o fundo da garrafa pet e faça como apoio para o seu novo amigo. Se preferir também pode decorá-lo</P>
<P>8º Ágüe o boneco todos os dias e verá que o alpiste irá crescer, ou melhor, os cabelos do seu amigo irão aparecer. Para que ele fique sempre bonito, não esqueça de colocar água, senão ele poderá morrer. Conforme o cabelinho for crescendo, você pode cortar e deixar seu novo coleguinha com penteados diferentes e divertidos<BR>9º Atenção, não deixe a água parada no pratinho, limpe todos os dias. Fique longe da dengue</P>
<P>Parabéns! Agora é só cuidar fazer sua parte e cuidar bem do seu mais novo amiguinho.</P>
<P>&amp;nbsp;</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/aprenda-a-fazer-um-amiguinho-ecologico</guid>
</item>
<item>
<title>Xô mosquito da dengue!</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/xo-mosquito-da-dengue</link>
<description><![CDATA[ <P>Um pernilongo, uma mosca, uma abelha? Não, é o mosquito da dengue! Com menos de um centímetro, preto com listras brancas e aparência inofensiva esse mosquitinho não é nada confiável. É o principal responsável pela transmissão da dengue e pela morte de crianças e adultos em todo o país.</P>
<P>Segundo o Mistério da Saúde, as crianças são as mais vulneráveis e que têm mais facilidade do quadro se agravar.&amp;nbsp; Por isso, devem tomar muito cuidado!<BR>Mesmo depois do verão, as pancadas de chuva continuam, e assim não é difícil encontrar água parada por aí, não é mesmo? Vamos esvaziar!&amp;nbsp; </P>
<P><FONT size=3><EM><STRONG>O ciclo de vida desse mosquito atrevido: </STRONG></EM></FONT></P>
<P>A dengue, também conhecida como “febre-quebra-ossos” é transmitida por um vírus que tem como hospedeiro o mosquito Aedes Aegypti;</P>
<P>Esse mesmo inseto transmite, também, a febre amarela</P>
<P>Só as fêmeas picam os seres humanos</P>
<P>As fêmeas, por sua vez, despejam seus ovinhos em qualquer lugar com água parada e podem ficar por lá até três meses</P>
<P>Esses ovos levam de 10 a 30 minutos para eclodirem (aparecer, arrebentar)</P>
<P>Do rompimento nasce, então, as larvas que no período de 5 a 7 dias se tornam adultas, ou seja, mosquitos</P>
<P><FONT size=3><STRONG><EM>Como combatê-lo:</EM></STRONG></FONT></P>
<P>Esvazie todos os recipientes que acumulam água parada</P>
<P>Lembre a mamãe e o papai de manter a caixa de água bem fechada</P>
<P>Não acumular latas, pneus e garrafas</P>
<P>Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos</P>
<P>Não cultivar plantas aquáticas</P>
<P>Ajude a mamãe a substituir a água dos vasos de plantas por areia</P>
<P><FONT size=3><STRONG><EM>É hora de aprender</EM></STRONG></FONT></P>
<P>Chame seus coleguinhas e separem os materiais para fazermos um lindo vaso antidengue.</P>
<P>01 garrafa PET com tampa</P>
<P>Pedaço de filtro ou tecido grosso</P>
<P>Terra</P>
<P>01 planta de pequeno porte (violeta ou ervas, como o manjericão)</P>
<P>Tesoura sem ponta </P>
<P>Estilete</P>
<P><FONT size=3><FONT face="Times New Roman">&amp;nbsp;<?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /><v:stroke joinstyle="miter"></v:stroke></FONT><v:formulas><v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"></v:f><v:f eqn="sum @0 1 0"></v:f><v:f eqn="sum 0 0 @1"></v:f><v:f eqn="prod @2 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @0 0 1"></v:f><v:f eqn="prod @6 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="sum @8 21600 0"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @10 21600 0"></v:f></v:formulas><v:path o:connecttype="rect" gradientshapeok="t" o:extrusionok="f"></v:path><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:lock aspectratio="t" v:ext="edit"></o:lock></FONT></P>
<P><FONT size=3><STRONG><EM>Como fazer:</EM></STRONG></FONT></P>
<P>1º Pegue a garrafa Pet e corte-a ao meio. Peça ajuda a um adulto</P>
<P>2º Fure a tampinha, por onde passará o tecido</P>
<P>3º Coloque o tecido, de modo que a parte maior fique na parte de dentro</P>
<P>4º Coloque 3 dedos de água na parte de baixo da garrafa</P>
<P>5º Coloque a parte de cima, como no desenho, com a tampa virada para baixo. Lembrando que o tecido deve estar em contato com a água</P>
<P>6º Despeje a terra em cima do pano</P>
<P>7º Na hora do plantio, as folhas e o caule deverão estar fora da terra</P>
<P>8º Não se esqueça de trocar a água do recipiente, assim que necessário</P>
<P>9º Você poderá também pintar e fazer colagens no vaso, ou até dar de presente.</P>
<P>Você ajudou!</P>
<P>Além de prevenir a doença, você utilizou material reciclável (garrafa Pet) e plantou uma nova semente fazendo bem ao meio ambiente. Parabéns!<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/xo-mosquito-da-dengue</guid>
</item>
<item>
<title>Educação A e D</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/educacao-a-e-d</link>
<description><![CDATA[ <P>É fato que os pais querem ver o sucesso dos seus filhos, seja na escolinha, na faculdade ou na vida profissional. Mas, atualmente o assunto educar é tratado por mamães e papais como um desafio. Como conciliar o trabalho e a educação dos pequenos com tantas outras responsabilidades?</P>
<P>A especialista em educação infantil, Júlia Manglano, explica que o acompanhamento dos pais no crescimento da criança é fundamental para que ela se sinta valorizada e motivada a dividir as descobertas e aprendizados. “Educar apenas por intuição e experiências passadas não é mais suficiente. Os pais precisam se profissionalizar na ciência da educação, para que os filhos possam se desenvolver em todos os aspectos: físico, intelectual, social e afetivo e serem felizes”. </P>
<P>Letrinhas, desenhos, músicas, vídeos. A dúvida é por onde começar? <BR>Estudos comprovam que o cérebro se desenvolve em 60% dos casos até os três anos de idade. Segundo Júlia, pode-se começar a estimular o bebê a partir do quarto mês de gestação, quando os cinco sentidos começam a funcionar. </P>
<P>Depois que nasce a estimulação fica ainda mais fácil. “Nos primeiros dias de vida as funções visuais, auditivas, táteis, olfativas e gustativas do bebê se desenvolvem de acordo com as oportunidades recebidas”, afirma a educadora.</P>
<P>Gritos do irmãozinho, latido do cachorro, iluminação, som da televisão... Nada de poupar o pequeno da bagunça. A capacidade intelectual do bebê depende 70% da educação, ou seja, dos estímulos recebidos nos primeiros anos de vida e apenas 30% da herança genética. “O cérebro cresce pelos “empurrões” que recebe. Quanto mais exercitado maior será a capacidade intelectual do bebê. Pois cada vez que vê ou ouve algo forma-se uma sinapse, ou seja, uma ligação neurológica, que ajudarão no desenvolvimento da inteligência”, esclarece Júlia.</P>
<P><STRONG><U>Sistema A e D</U></STRONG></P>
<P>Implementado no Brasil há dez anos, o sistema A e D de estimulação infantil é um método educativo que desenvolve de forma harmônica e integral todas as potencialidades da criança. “Consiste em aproveitar os momentos certos (janelas de oportunidade) para alavancar ao máximo com brincadeiras e estímulos adequados as potencialidades”, explica Júlia.</P>
<P>O indicado é que os pais aprendam as técnicas de como ensinar para aplicá-las de forma divertida em casa, respeitando cada fase do desenvolvimento neurológico e emocional da criança. “O bebê deve, na parte motora: arrastar, engatinhar, depois andar. Se uma criança, por exemplo, pular a fase do engatinhar, deve ter a oportunidade de fazer brincadeiras que explorem esse movimento. O mesmo acontece com os aspectos emocionais.”, ressalta a educadora.</P>
<P>Ainda conforme Júlia, os resultados dos ensinamentos, comprovados através de pesquisas, são nítidos e animadores. “As crianças ficam mais inteligentes e autoconfiantes. Além disso, desenvolve a criatividade, o espírito de liderança, a facilidade nos esportes, aguça a musicalidade, a curiosidade, a inteligência matemática, linguística e a sensibilidade. Sem contar a socialização e o prazer em aprender brincando”.</P>
<P>Para não ter efeitos inversos, o limite é essencial. Segundo a especialista, o correto é equilibrar os estímulos e atividades de maneira lúdica, sem jamais colocar pressão por resultados. “Evite expressar expectativas, testar, comparar e elogiar apenas os resultados que a criança não controla. Siga sempre o princípio da alegria, alegria, alegria”, finaliza.</P>
<P><STRONG>Aprenda como estimular o bebê de acordo com a fase de desenvolvimento:</STRONG></P>
<P><FONT size=3><STRONG><U>Inteligência visual </U></STRONG></FONT></P>
<P><EM><STRONG>De 0 a 5 meses<BR></STRONG></EM>Mostrar estimuladores visuais como figuras planas pretas em fundo branco <BR>Mostrar móbiles em branco, preto e vermelho <BR>Colocar o bebê na frente de um espelho <BR>Conhecer diferentes ambientes </P>
<P><STRONG><EM>De 6 meses a 3 anos<BR></EM></STRONG>Mostrar imagens de 10 fatos durante uma semana como por exemplo 10 cachorros, 10 árvores e 10 países <BR>Mostrar livros <BR>Mostrar fotos <BR>Dar quebra-cabeças <BR>Mostrar palavras grandes<BR>Mostrar quantidades</P>
<P><FONT size=3><U><STRONG>Inteligência Auditiva</STRONG></U></FONT></P>
<P><STRONG><EM>De 0 a 5 meses<BR></EM></STRONG>Ouvir música erudita três vezes ao dia durante três minutos, sendo o mesmo trecho durante duas semanas <BR>Conversar com o bebê <BR>Cantar <BR>Expor o bebê a diferentes ruídos e nomeá-los (não devem ser muito altos)</P>
<P><STRONG><EM>De 6 meses a 3 anos<BR></EM></STRONG>Expor o bebê aos diferentes sons dos instrumentos musicais (mesmo instrumento por duas semanas) <BR>Contar histórias, poesias e trava-línguas <BR>Expor a sons de outras línguas, mas sem misturá-las</P>
<P><FONT size=3><STRONG><U>Inteligência tátil</U></STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><EM>De 0 a 5 meses<BR></EM></STRONG>Acariciar o bebê <BR>Fazer massagens no bebê <BR>Acariciar as bochechas e mãos do bebê com diferentes texturas</P>
<P><STRONG><EM>De 6 meses a 3 anos<BR></EM></STRONG>Dar brinquedos de diversas texturas <BR>Deixar a criança brincar com massinha, areia, argila, água <BR>Recortar, colar </P>
<P><FONT size=3><STRONG><U>Inteligência manual</U></STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><EM>De 0 a 5 meses<BR></EM></STRONG>Segurar o dedo da mãe <BR>Brincar com suas mãos <BR>Dar diferentes objetos para que segure </P>
<P><STRONG><EM>De 6 meses a 3 anos<BR></EM></STRONG>Deixar abrir e fechar diferentes recipientes <BR>Dar uvas- passas para treinar o efeito pinça <BR>Colocar feijões em garrafas de plástico <BR>Pendurar-se em um trapézio </P>
<P><FONT size=3><U><STRONG>Inteligência motora</STRONG></U></FONT></P>
<P><STRONG><EM>De 0 a 5 meses<BR></EM></STRONG>Dar oportunidade de movimentos <BR>Evitar qualquer coisa que restrinja o movimento do bebê <BR>Fazer exercícios como rolar, girar e balançar o bebê <BR>Dançar com o bebê</P>
<P><STRONG><EM>De 6 meses a 3 anos<BR></EM></STRONG>Arrastar objetos <BR>Brincar de engatinhar<BR>Fazer exercícios em cima de bolas <BR>Andar <BR>Correr <BR>Pular<BR>Nadar</P>
<P><FONT size=3><U><STRONG>Inteligência linguística</STRONG></U></FONT></P>
<P><STRONG><EM>De 0 a 5 meses<BR></EM></STRONG>Atender ao choro, que é a forma de comunicação do bebê<BR>Acalmá-lo com palavras<BR>Repetir os sons emitidos pelo bebê com alegria</P>
<P><STRONG><EM>De 6 meses a 3 anos<BR></EM></STRONG>Responder às suas palavras<BR>Usar vocabulário correto<BR>Fazer perguntas curtas<BR>Expor a outras línguas, sem misturar<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/educacao-a-e-d</guid>
</item>
<item>
<title>Imunidade em baixa</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/imunidade-em-baixa</link>
<description><![CDATA[ <P>O frio chegou e, como sempre, veio&amp;nbsp;acompanhado&amp;nbsp;das infecções respiratórias e alergias. Não tem jeito, essas são as queixas mais comuns na troca&amp;nbsp;de estação, tanto para as crianças quanto para adultos.&amp;nbsp; Com isso, as visitas ao médico aumentam e&amp;nbsp;a primeira solicitação é:&amp;nbsp;“Doutor, eu&amp;nbsp;preciso aumentar a minha imunidade”. </P>
<P>Mas, o que é essa tal imunidade? A especialista em pediatria pela Santa Casa de São Paulo e em homeopatia pelo Centro de Estudos, Pesquisa e Aperfeiçoamento em Homeopatia (CEPAH), Yechiel Moisés Chencinski, explica que a imunidade não é doença. Segundo a especialista&amp;nbsp;existe um quadro&amp;nbsp;caracterizado como Imunodeficiência, esse sim pode ser considerado uma patologia.</P>
<P>A Sempre Materna esclareceu as principais dúvidas com a Dra Yechiel, veja:</P>
<H3>O que são quadros de deficiência imunológica?</H3>
<P>A palavra imunidade vem do latim <EM>immunitas</EM> (era a isenção de taxas que se oferecia aos senadores romanos – desde aquela época, vejam só). Com o tempo, essa idéia foi transferida para a proteção contra doenças, mais especialmente contra as infecto-contagiosas.&amp;nbsp;</P>
<P>Para começar, alguns agentes físicos como cílios, pelos, muco, líquidos corporais e complemento presentes em locais estratégicos (nariz, boca, vagina, entre outros) são obstáculos na tentativa de neutralizar esses agentes, que são destruídos por células que temos em nosso corpo, destinadas a essa função. Quando esses mecanismos falham (imunidade natural) ou existe uma agressão mais específica (antígenos que vão gerar um tipo de resposta do nosso corpo), temos em ação uma imunidade mais específica (adquirida), compostas pelos anticorpos (com nomes bem diferentes – linfócitos T, B, plasmócitos). Esse é o nosso sistema imune que garante nossa sobrevivência em relação a infecções. </P>
<P>Assim, quando algum desses mecanismos não está adequado,&amp;nbsp;podemos ter uma imunodeficiência ou um defeito do sistema imunológico. Essa é uma doença que pode nascer com a gente, não é contagiosa, mas pode ser transmitida&amp;nbsp;de pais para filhos.</P>
<H3>Como suspeitar de um quadro de Imunodeficiência Primária na Criança?</H3>
<P>Há 10 situações que são observadas pelos médicos para pesquisar essas doenças. Sem pelo menos alguma dessas características, não há razão para maiores preocupações: </P>
<P>1. Duas ou mais pneumonias no último ano.<BR>2. Quatro ou mais episódios novos de otite recentes. <BR>3. Estomatites de repetição ou monilíase por mais de dois meses. <BR>4. Abscessos de repetição ou ectima.<BR>5. Um episódio de infecção sistêmica grave (meningite, osteoartrite, septicemia). <BR>6. Infecções intestinais de repetição / diarréia crônica. <BR>7. Asma grave, Doença do colágeno ou Doença auto-imune.<BR>8. Efeito adverso à vacina do BCG e/ou infecção por Micobactéria. <BR>9. Manifestações clínicas sugestivas de síndrome associada à Imunodeficiência. <BR>10. História familiar de imunodeficiência </P>
<H3>O que não indica queda de imunidade?</H3>
<P>- Resfriados: mesmo que sejam freqüentes,&amp;nbsp;não indicam esse quadro.<BR>- Viroses:&amp;nbsp;os pequenos&amp;nbsp;apresentam&amp;nbsp;sistema imunológico imaturo que pode facilitar a aquisição de viroses. Mas, isso também não significa que tenha alguma diminuição da imunidade. <BR>- Herpes labial ou genital de repetição, corrimentos: esses quadros estão muito mais relacionados a stress e hábitos de vida do que a queda de imunidade.</P>
<H3>Como é feito o diagnóstico?</H3>
<P>A suspeita inicial tem que ser clínica. Além disso, há testes laboratoriais, alguns gerais e outros mais específicos, para avaliar a nossa imunidade. Nunca se auto-medique ou“auto-desmedique”. Essa prática interfere na avaliação médica para a pesquisa e tratamento de qualquer tipo de alteração da saúde.</P>
<H3>Esses quadros têm tratamento?</H3>
<P>Tudo depende de quando é feito o diagnóstico e do tipo de quadro. Em algumas situações não há condições e em outras nem necessidade de tratamento específico. Mas, mais uma vez, a decisão deve ser médica. Antibióticos, imunoglobulinas para repor anticorpos, vacinação são consequências do acompanhamento médico. </P>
<P><STRONG>Portanto, lembre-se:</STRONG> Em caso de doença, procure seu médico.</P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/imunidade-em-baixa</guid>
</item>
<item>
<title>Bumbum quer respirar</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/bumbum-quer-respirar</link>
<description><![CDATA[ <SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Estabelecer novos hábitos na vida dos pequenos não é tarefa fácil. Para os pais, é preciso muita paciência, principalmente quando o assunto é sair das fraldas. Encapar os colchões, levar a criança no banheiro de hora em hora e levantar no meio da noite para esvaziar a bexiga na hora do soninho são só algumas das “saídas” para controlar o xixi.</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Dar tempo ao tempo é o segredo para que seu bebê saia das fraldas. O pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Cid Pinheiro, explica que os pais não devem forçar seus filhos a usarem o banheiro, mas precisam estar ligados aos primeiros sinais de independência. “A melhor forma é deixar acontecer naturalmente.<SPAN style="COLOR: red"> </SPAN>Diferente do que se imagina, o controle do xixi e o cocô deve partir da própria criança.”&amp;nbsp;</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Porém, os novos hábitos implantados espontaneamente no dia a dia das crianças podem ser treinados. “Pela manhã os pais devem acompanhar todas as idas ao banheiro, mas a noite o ideal é deixá-los com fraldas. Esse treinamento pode durar semanas ou meses, não importa”, esclarece Dr. Cid.&amp;nbsp;<SPAN style="mso-spacerun: yes">&amp;nbsp;</SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Normalmente, os pequenos começam a ser independentes entre dois e três anos, quando conseguem dar alguns sinais de domínio do esfíncter - canal que controla e fecha o canal da urina. É quando o bumbum pode respirar.&amp;nbsp;</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Mas os pais devem conter a ansiedade. Dados comprovam que as crianças que são apressadas aprendem, mas entre os cinco e sete anos perdem o controle novamente.<SPAN style="mso-spacerun: yes">&amp;nbsp;&amp;nbsp;</SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Diferente do que se imagina, fralda não é sinal de problema ou coisa feia. “O verdadeiro erro é tentar acelerar o processo, essa é uma das causas do famoso xixi na cama”, alerta o pediatra.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Durante o aprendizado da “ida ao banheiro”, ou da “revolta das fraldas”, o tradicional penico pode ser um amigão. Mas, atenção nas escolhas. “Os pequenos em forma de xícara não propõem estabilidade, opte pelas mini-privadas que são mais confortáveis, afinal de contas a hora do xixi deve ser um momento agradável”, recomenda Dr Cid.&amp;nbsp;</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt"><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Para que a companhia do penico não seja em vão, alguns truques que estimulam a vontade de fazer xixi podem ser úteis e motivo de diversão como abrir a torneira ou molhar as mãozinhas dos pequenos. Entretanto, se mesmo assim, a criança não fizer, não precisa brigar, tente novamente depois de alguns minutos.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; COLOR: red; FONT-SIZE: 10pt"><o:p>&amp;nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial; FONT-SIZE: 10pt">Com o tempo, o processo fica automático e assim que a criança perceber uma sensação diferente cruza as perninhas e corre a procura do vaso sanitário.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal></FONT>&amp;nbsp;</P></SPAN> ]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<item>
<title>Febre dos ovos de chocolate</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/febre-dos-ovos-de-chocolate</link>
<description><![CDATA[ <P>Presentear com ovos de chocolate é tradição na Páscoa. Mas, para os pequenos, as guloseimas nem sempre são recomendadas. O alto teor de gordura e a mistura de substâncias químicas podem comprometer a saúde das crianças. </P>
<P>Para aqueles que não resistem, a regra é ter cautela. Se exagerar no chocolate não faz bem para gente grande, para os pequenos então nem se fale. De acordo com o endocrinologista do Hospital São Luiz, Alex Leite, o controle deve partir dos pais. “Quem gosta que o bebê coma chocolate é a mamãe, já que os menores de dois anos desconhecem esse sabor”, explica.</P>
<P>A partir dos 24 meses, a escolha dos alimentos é mais comum entre os pequenos, até porque o paladar já está mais aguçado. Por isso, o diálogo entre os pais é fundamental para definir regras e caminho nutricional que será seguido. “Por mais que a gente pense que não, as crianças entendem o que estamos falando. Definir regras e condições é a melhor opção”, diz Dr. Alex.</P>
<P>Mas, só falar não dá resultados. Os exemplos dentro de casa são de suma importância. “O meio incentiva a criança. Não adianta proibi-lo de comer chocolate se a mamãe e o papai comem o tempo todo”, afirma o endocrinologista. Além disso, o alto teor de gordura saturada e sódio, encontrados no chocolate, podem comprometer a saúde dos bebês.</P>
<P>Segundo os especialistas é preciso ter cuidado para não perverter o paladar da criança. O pediatra e neonatologista pela Sociedade Brasileira de Pediatria e da equipe do Hospital e Maternidade São Luiz, Ricardo Morando afirma: “Isso faz com que o interesse por alimentos naturais, como as frutas, se perca. Além do problema do excesso de calorias, que leva a obesidade infantil, problema cada vez mais comum no Brasil”.</P>
<P>A boa notícia é que, apesar de tantas contraindicações, o chocolate também tem seu lado positivo, além de saboroso, e traz benefícios para a saúde por ser fonte de cálcio, calorias, valor nutritivo e energético. Os malefícios estão na gordura e no excesso de substâncias químicas, usados normalmente para obter consistência. “O erro está no exagero, não que não seja saudável, tudo o que não é recomendado para criança, o adulto também não deveria comer”, explica Dr Alex.</P>
<P>Dr. Ricardo Morando completa: “O bom senso é o segredo. Não deixar que as guloseimas atrapalhem o padrão – café da manhã, almoço, café da tarde, jantar – principalmente por ser altamente calórico e comprometer o apetite da criança”. </P>
<P>Os ovos de Páscoa são sempre bem vindos, mas se a criança não quiser o chocolate não devemos forçar. “Muitos nem pedem e preferem os brinquedos que são tão satisfatórios quanto o chocolate. Bichinho de pelúcia é boa opção, assim a simbologia da Páscoa não é perdida”, conclui Dr. Alex.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Nada de machucados dentro de casa</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/nada-de-machucados-dentro-de-casa</link>
<description><![CDATA[ <P>Evitar brincadeiras fora de casa é sempre boa alternativa para impedir que os pequenos se machuquem. Mas, é preciso lembrar que dentro de casa também há perigo. </P>
<P>Colocar o dedo na tomada, cair da escada, bater a cabeça na quina da mesa, são alguns dos riscos. Apesar de parecer simples, os números assustam. Dados do Ministério da Saúde comprovam que em 2009, 140 mil crianças foram hospitalizadas e seis mil mortas, vítimas de acidentes domésticos.</P>
<P>Especialistas asseguram que, pelo menos, 80% desses acidentes poderiam ser evitados com cuidados básicos. Como o uso de grades protetoras, já disponíveis em lojas especializadas em artigos infantis. “As grades também podem ser colocadas no pé da escada para que as crianças não tentem subir. Esses produtos são indicados especialmente quando os filhos estão começando a andar”, explica Tatiana Hentz, representante de empresa especializada em produtos infantis.</P>
<P>Outros opções que também podem ajudar a diminuir esses números são: os protetores de tomada, protetores de quina de mesa de silicone e travas, de vaso sanitário, de porta de geladeira e de armários. “Antes só existiam produtos importados, mas as fábricas nacionais já começaram a trabalhar com esses produtos”, diz a representante.</P>
<P>As lojas também trazem novidades para os cuidados no carro. Como o segundo retrovisor que proporciona visão privilegiada do pequeno que está no banco de trás. “Se os pais se conscientizarem que existem muitas formas de evitar acidentes, com certeza o índice por ano diminuirá”, conclui Tatiana.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<item>
<title>Vamos comer fora?</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/vamos-comer-fora</link>
<description><![CDATA[ <P>Almoço, jantar, lanche, reunião, não importa. Os restaurantes são a opção para sair da rotina e curtir um bom passeio. Com toda a família reunida à mesa, os pequenos costumam ser o centro das atenções. </P>
<P>As primeiras demonstrações de independência como sentar sozinho, fazem das refeições um “evento”. Portanto, se preocupar com o bem estar dos clientes e com a qualidade dos alimentos, não é suficiente para classificar bom atendimento. </P>
<P>A fim de fidelizar clientes, os gestores desse mercado precisam conquistar também os pequenos. Hoje em dia, o comércio abusa da criatividade. Já é possível encontrar pratos especiais, decoração infantil, talheres diferentes e até espaços reservados para as crianças. Mesmo com tantas opções, há um item essencial que merece atenção, o cadeirão.</P>
<P>Para evitar acidentes e garantir a hora da refeição, a gerente de Marketing de marcas especializadas em limpeza e segurança do grupo americano Newell Rubbermaid, Priscilla Candido, mostra quais os cuidados necessários:</P>
<P><STRONG>Segurança</STRONG></P>
<P>Observe o tamanho do espaço onde ficarão as pernas da criança, veja se não é possível que ela escorregue por baixo do suporte da comida;</P>
<P>Para evitar escorregões, teste a firmeza da fita que prende o bebê à cadeira, pensando que essa é a principal forma de mantê-lo parado;</P>
<P>A textura do assento também é importante, superfícies muito lisas podem contribuir para acidentes.</P>
<P><STRONG>Conforto</STRONG></P>
<P>Assento e encosto devem ter formato que permitam boa postura e não&amp;nbsp; machuque o pequeno;</P>
<P>A altura do cadeirão deve permitir que a mãe ou o pai alimente o filho sem forçar a postura.</P>
<P><STRONG>Fabricação</STRONG></P>
<P>Ferro - enferruja e pode causar alergias às crianças; </P>
<P>Madeira - dificulta a limpeza e, caso tenha algum buraco, certamente acumulará bactérias;</P>
<P>Plástico – é o mais indicado, além de ser fácil de limpar, é mais leve;</P>
<P>Observe se o produto possui certificações nacionais ou internacionais, assim é possível saber se um órgão especializado já testou a qualidade e a segurança do cadeirão.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>47º Edição da Feira do livro de Bolonha</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/feira-do-livro-de-bolonha</link>
<description><![CDATA[ <P>O mais importante evento de literatura infantil e juvenil do mundo acontece essa semana na Itália. A Bologna Children’s Book Fair (Feira do Livro Infantil de Bolonha) está em sua 47º edição e oferece mais de 20.000 metros quadrados de cultura mundial para pequenos e adultos.</P>
<P>Em 2009, a feira reuniu cerca de 1.300 expositores de 67 países. Para 2010, as expectativas são ainda maiores e não é para menos. Só do Brasil são mais de 30 empresas do ramo com estandes.</P>
<P>Mas, a participação brasileira não para por aí. Uma das novidades da Feira desse ano é o lançamento do Prêmio Internacional de Ilustração de Bolonha – Fundação SM. Essa premiação, que até 2009 era realizada unicamente pelo Grupo SM, bonificará um sortudo, menor de 35 anos, com 30 mil dólares.&amp;nbsp;Além disso,&amp;nbsp; dará a oportunidade de ilustrar um álbum infantil, que será publicado por Edições SM e apresentado na próxima edição da feira, dentro de uma exposição integrada pelo trabalho do artista premiado.</P>
<P>A Internationale Jugendbibliothek (Biblioteca Internacional da Juventude - IYL) também participa do evento com a exposição The White Ravens, com 250 livros procedentes de 50 países e escritos em mais de 30 línguas. Dessa vez, o livro escolhido pela biblioteca alemã para ganhar o rótulo White Ravens (dado a obras literárias que, de acordo com a IYL merecem atenção mundial) foi o Tempo de voo, escrito por Bartlomeu Campos de Queirós, ilustrado por Alfonso Ruano e publicado por Edições SM no Brasil e no México.</P>
<P>A feira termina sexta-feira, dia 26 de março. Para mais informações, acesse o site oficial: <A href="http://www.bookfair.bolognafiere.it">www.bookfair.bolognafiere.it</A>.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/feira-do-livro-de-bolonha</guid>
</item>
<item>
<title>Lição de casa para os pais</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/licao-de-casa-para-os-pais</link>
<description><![CDATA[ <P>A loucura do dia a dia deixa os&amp;nbsp;encontros em família cada vez mais raros. Tem dia que o papai não chega da reunião, outros que a mamãe fica presa no trânsito, enfim, motivo é o que não falta para atrapalhar os momentos de tranquilidade com todos em casa. </P>
<P>Com tantos afazeres, acompanhar a rotina dos pequenos na escola é quase impossível, principalmente na hora da lição de casa e dos preparativos para as provas.&amp;nbsp;É ai que mora o perigo! No fim do ano começa a correria para recuperar notas vermelhas. São noites em claro, grupos de estudo, aulas de reforço e muito treino.&amp;nbsp;&amp;nbsp; </P>
<P>Para amenizar essas confusões é preciso ficar alerta e se precaver desde já. Algumas regras podem evitar o problema, como estabelecer horários para lição de casa, participar das reuniões de pais, conversar com professores e responsáveis no colégio são algumas soluções práticas.</P>
<P>Há ainda alguns serviços especializados como os oferecidos pela empresa Passatempo Recreação &amp;amp; Estudo.&amp;nbsp; Com a proposta de ensinar a aprender, as pedagogas monitoram em tempo real a rotina do pequeno e, assim, estabelecem disciplina. Além disso, ajudam os pais a driblarem a falta de tempo. </P>
<P>Segundo a diretora do Passatempo, Inês Reingeheim, o segredo para ter sucesso escolar é aprender a gostar de estudar, “Quando você se envolve, fica prazeroso. Os pais precisam ser orientados a estimular o filho, ensinando que o&amp;nbsp;aprendizado será útil e&amp;nbsp;a lição não é um tormento”, explica.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/licao-de-casa-para-os-pais</guid>
</item>
<item>
<title>Você sabe o que seu filho come?</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/voce-sabe-o-que-seu-filho-come</link>
<description><![CDATA[ <P>Passar pela seção de guloseimas do supermercado é o momento mais esperado pelos pequenos que acompanham seus pais às compras. Balas, doces, chocolates, basta um piscar de olhos para o carrinho estar todo colorido.</P>
<P>Mas, é preciso sempe lembrar que as cores das embalagens não causam o mesmo efeito das cores do prato de saladas. Por isso, papais e mamães precisam ser criteriosos na hora de compras. Já que grande quantidade dos alimentos destinados as crianças contém produtos considerados prejudiciais à saúde.</P>
<P>A nutricionista, Paula Simões Garcia, explica&amp;nbsp;a importância da conscientização dos responsáveis. “É visível uma crescente preferência em buscar alternativas naturais para substituir a variedade artificial, resultado de um significativo aumento da consciência da segurança alimentar”, diz. </P>
<P>Pesquisa da LatinPanel para a Abre (Associação brasileira de Embalagens) indica que grande parte dos&amp;nbsp;consumidores passaram a ler rótulos e embalagens com atenção redobrada na origem e conteúdo dos alimentos. “Fiquei muito mais criteriosa, especialmente depois que meu filho aprendeu a pedir os alimentos”, relata a publicitária Julia Farina, mãe de Francesco, de 3 anos. “Tomo muito cuidado com a alimentação dele. As verduras, na maioria, são orgânicas e tento abolir, por exemplo, os produtos que contenham corantes sintéticos, como no caso das gelatinas. Hoje só compro as que informam conter corante natural”, destaca a publicitária.</P>
<P>Segundo especialistas, os corantes naturais têm a finalidade de conferir, intensificar ou padronizar a coloração das comidas, já que alguns produtos, durante o processamento industrial, perdem a sua cor natural. </P>
<P>Na Europa,&amp;nbsp;a procura&amp;nbsp;por alimentos livres de cores sintéticas cresce a cada dia.&amp;nbsp;Assim, o Parlamento e o Conselho Europeu determinaram que, em 2010, as empresas européias que não migrarem para os corantes naturais deverão incluir uma informação visível no rótulo: “Pode ter efeito colateral nas atividades e atenção em crianças”. Em países como os Estados Unidos, Japão e Austrália, o movimento pela utilização de corantes naturais nos alimentos também&amp;nbsp;ganha forças.</P>
<P>No Brasil, algumas entidades e órgãos públicos defendem e apóiam campanhas para uma maior adesão de consumidores e indústria ao movimento em prol de ingredientes naturais, especialmente à alimentação infantil. Algumas categorias alimentícias já desfrutam dos benefícios desses ingredientes naturais, como&amp;nbsp;os recheios de biscoitos, salsichas, iogurtes, sorvetes e bebidas à base de soja.</P>
<P>Veja exemplos de corantes naturais consumidos pela indústria alimentícia brasileira:</P>
<P><STRONG><EM>Urucum (vermelho)<BR></EM></STRONG>Extraído da semente da Bixa Orellana e utilizado em queijos, salsicha, balas e confeitos, sorvete, manteiga, biscoito e recheio de biscoito</P>
<P><STRONG><EM>Clorofila (verde) <BR></EM></STRONG>Extraído de espinafres, alfafa e todas as plantas capazes de realizar a fotossíntese e utilizado em massas, balas e confeitos, recheio de biscoito, etc</P>
<P><STRONG><EM>Antocianinas (roxo)</EM></STRONG><BR>Extraído de uva, frutas vermelhas, cenoura roxa, repolho roxo, entre outros e as principais aplicações são bebidas, preparados de frutas, balas e confeitos, sorvetes, molhos, etc</P>
<P><STRONG><EM>Cúrcuma (amarelo)</EM></STRONG><BR>Extraído da raiz de Curcuma Longa e aplicações típicas incluem produtos lácteos, balas e confeitos, sorvetes, produtos de panificação, etc</P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/voce-sabe-o-que-seu-filho-come</guid>
</item>
<item>
<title>Comemoração mais que especial</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/comemoracao-mais-que-especial</link>
<description><![CDATA[ <P>Domingo, o dia é especial para crianças especiais. Muita festa marca as conquistas dessa turma batalhadora no Dia Internacional da Síndrome de Down comemorado todo 21 de março.&amp;nbsp; </P>
<P>A data foi escolhida oficialmente pela <EM>Down Syndrome International </EM>em 2006, e faz alusão aos três cromossomos no par de número 21, presente no código genético de quem tem a síndrome.</P>
<P>Para celebrar, a vereadora Mara Gabrilli, realiza, na segunda-feira, dia 22, a partir das 19h30, encontro entre artistas e profissionais da área, que por meio da arte encontraram uma maneira de promover a inclusão social de pessoas com deficiência intelectual.</P>
<P>O evento contará com apresentações de diversas linguagens artísticas, como dança, teatro, pintura, música e cinema. “Não há melhor maneira de quebrar paradigmas do que através de uma dança, uma canção ou um simples movimento. A arte consegue despertar algo que todo ser humano tem em sua essência, a sensibilidade. O objetivo do encontro é justamente este, provocar a alma de cada um”, diz Mara.</P>
<P>Estão confirmadas as presenças de Deto Montenegro - criador da companhia Oficina dos Menestréis, Marcelo Galvão - cineasta e diretor do filme Colegas, estrelado por três jovens com síndrome de Down, Paulo Ayub - do Instituto Olga Kos e o presidente da Associação para o Desenvolvimento Integral do Down (ADID), Eli Almeida. A apresentação ficará por conta do casal, Ariel Goldemberg e Rita Pokk.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Música para os ouvidos</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/musica-para-os-ouvidos</link>
<description><![CDATA[ <P>Antes mesmo do nascimento temos contato com alguns sons e ritmos. Afinal, toda vez que a gestante reserva uma hora do seu dia para curtir sua música favorita o feto também aproveita para relaxar. Já em vida são as canções de ninar que embalam o sono. De um ano de idade em diante, o ritmo faz parte do dia a dia e é sempre lembrado em momentos de comemorações, como o aniversário. </P>
<P>Pensando nisso, o laboratório de musicalização da Universidade Federal de São Carlos promove curso para ensinar os bebês com mais de três meses. A coordenadora do projeto, Maria Carolina Leme, Joly, explica que o intuito é usar a arte para auxiliar na integração dos pequenos através do afeto e carinho dos pais. “Queremos que a música faça parte da vida das crianças", ressalta. </P>
<P>Nos primeiros contatos, as aulas resgatam o folclore brasileiro e diversas canções infantis de outras culturas. Com o tempo são inseridos ensinamentos baseados em música clássica, popular brasileira e de outros países. A partir dos três anos, o trabalho é voltado para coordenação motora, conceitos musicais e os primeiros instrumentos. </P>
<P>Os maiores, já com seis anos, estudam a leitura e escrita de partituras. “Nessa idade, a criança aprende a tocar flauta doce, pois tem uma coordenação fina mais complexa", explica Maria Carolina. </P>
<P>De nove anos em diante, o Laboratório de Musicalização oferece aulas de outros instrumentos, como o violão. Com esses aprendizados, a garotada já pode integrar a orquestra da instituição.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/musica-para-os-ouvidos</guid>
</item>
<item>
<title>Manteiga pode ser a vilã da mesa</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/manteiga-pode-ser-a-vila-da-mesa</link>
<description><![CDATA[ <P>O relógio mal desperta e já começa o corre e corre dentro de casa com os pequenos. Banho, malas e um reforçado café da manha com o tradicional pão com manteiga é o “start” para um dia recheado de atividades. </P>
<P>Energia é o que não vai faltar para os pequenos, mas para o coração aguentar a rotina tão acelerada é preciso cuidar da saúde logo cedo. O que muitos não sabem é que a manteiga, mesmo usada em pequenas quantidades, é rica em gordura saturada e pode causar sérios problemas no futuro. </P>
<P>Discretas mudanças no dia a dia, como reduzir o consumo de manteiga ou substituí-la, é a recomendação do cirurgião cardíaco do Hospital do Coração de Londres, Shyam Kolvekar, aos britânicos.&amp;nbsp; Seus conselhos são baseados no crescimento de cirurgia cardíaca em jovens, graças à dieta inadequada. De acordo com suas contas, a medida evitaria até 3,5 mil mortes por ano em seu país.<BR>&amp;nbsp;<BR>E o cirurgião tem razão. Dados do Food Standards Agency (órgão independente do Governo Britânico, que cuida das questões ligadas à alimentação e saúde), comprovam que 90% das crianças consomem em média 20% mais gordura saturada do que a quantidade limite recomendada por dia.</P>
<P>De acordo com o cardiologista do Instituto do Coração, Raul Santos, no Brasil os efeitos são semelhantes: “Há diversos estudos que demonstram que o excesso de gordura saturada eleva o colesterol sanguíneo e outros que mostram a relação do alto colesterol aos riscos de problemas cardiovasculares. Substituir a gordura saturada pelas poliinsaturadas é um modo eficaz para melhorar esses níveis” explica o cardiologista.<BR>&amp;nbsp;<BR>A nutricionista especializada em cardiologia, Cyntia Carla, também apóia a medida para uma vida mais saudável.&amp;nbsp; “O ponto de partida pode ser o café da manhã. Por exemplo, duas fatias de torradas com manteiga e café com leite integral, contêm 10,1 g de gordura saturada. Substituir o leite integral pelo desnatado e a manteiga por margarina, já faz a diferença”, exemplifica.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/manteiga-pode-ser-a-vila-da-mesa</guid>
</item>
<item>
<title>Escureceu, é hora de dormir</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/escureceu-e-hora-de-dormir</link>
<description><![CDATA[ <P>Se seu filho nunca deu um “show” antes de ir para cama, ou implorou para dormir com você, agradeça. Mas, se vocês papais e mamães jamais cederam a esse pedido irrecusável atire a primeira pedra. </P>
<P>É comum os bebês fazerem birra quando estão com sono, e os pais, já acostumados, falam em seguida é hora de dormir! Por medo, insegurança ou manha as crianças negam ir para a cama ou demoram a adormecer, o que causa grande inquietude na família. </P>
<P>Isso sem falar daqueles que tem sono agitado ou sofrem de enurese (xixi na cama). “A insegurança do escuro, as figuras delineadas pelas sombras, o sibilo do vento, o ruído de passos dos vizinhos de outros andares, assim como o próprio medo de não acordar mais, não ver os pais, ser raptado, entre outras causas, justificam essa ‘briga’ que as crianças em sua maioria têm com o sono. Sem contar a questão do interesse sobre a programação da tevê, a brincadeira com os irmãos, o filme, o jogo, etc”, explica a especialista em Psicopedagogia e em Educação Especial, Maria Irene Maluf.</P>
<P>Mesmo com saudade dos filhos, chegar do trabalho e ter alguns momentos de sossego é tudo o que os casais desejam. Depois de banhados e bem alimentados, na imaginação dos pais, os pequenos deveriam ira para cama. Mas, na prática nem sempre funciona dessa maneira.</P>
<P>Nesses casos, jogo de cintura é a palavra mágica. “Independentemente da idade, vez por outra as crianças estão mesmo mais ansiosas e requerem bis do carinho, da atenção e ou de uma história. Mas sempre – sempre mesmo - precisam sentir que há um momento a partir do qual não há negociação, chantagem ou choro, que adie a ida para a cama”, recomenda Maria.</P>
<P>Segundo a psicopedagoga é importante que desde cedo os bebês se acostumem a dormir sozinhos, no berço, no escuro e sintam segurança. “Isso torna a tarefa mais simples. Educação, calma, serenidade e firmeza, são essenciais. Cabe ao adulto impor horário limite e alguns rituais que preparam a criança para o sono noturno: jantar antes dos pais, tomar seu banho, colocar o pijama, escovar os dentes, ouvir uma pequena história, uma música calma, ganhar alguns carinhos (sempre bem vindos) e pronto: entrar na cama, acomodar-se, desligar o abajur...e boa noite!”, aconselha e finaliza.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/escureceu-e-hora-de-dormir</guid>
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<title>Mamãe cuide bem dos seus dentes, o bebê agradece! - Higiene bucal é fundamental para o bom desenvolvimento de seu bebê</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/mamae-cuide-bem-dos-seus-dentes</link>
<description><![CDATA[ <P>Muitas mamães devem estar perguntando: Como? Se o bebê nasce sem dentes?</P>
<P>Acontece que, por volta do terceiro mês de gestação, os dentes do seu bebê já estão começando a se formar e a se tornar reconhecíveis. Algumas partes de todos os 20 dentes decíduos (dentes de leite) se formam antes do nascimento.Exceto por uma pequena parte do primeiro molar permanente, o resto dos dentes permanentes começa a se formar logo após o nascimento.</P>
<P>O ideal, segundo a odontopediatra Dra. Adriana Mazzoni, é o tratamento contínuo, ir ao dentista periodicamente, de acordo com a necessidade de cada paciente, e assim que decidir engravidar cuidar para que a gengiva e os dentes estejam em ordem. “Limpezas freqüentes e aplicações de flúor protegem os dentes para possíveis problemas de saúde bucal durante a gestação.”</P>
<P>Durante a gravidez ocorrem alterações hormonais e um dos resultados dessas mudanças é o inchaço das gengivas. “Gengivas que abrigam restos de comida e bactérias ficam inchadas e isso faz do local ambiente ideal para o desenvolvimento de cáries e doenças gengivais”, completa Dra. Adriana.</P>
<P>Um exemplo dessas doenças é a periodontite, que pode acarretar um parto prematuro. “Os bebês prematuros ainda não estão com seus dentes completamente formados e o esmalte dental possui menor resistência a ácidos bucais, além da demora do nascimento dos dentinhos de leite”, explica.</P>
<P>Na gravidez além de a gestante ingerir muito mais alimentos ácidos, ela também costuma ter náuseas e vômitos constantes. Tudo isso faz com que aumente a acidez da saliva trazendo mais problemas dentários.</P>
<P>A odontopediatra explica que o mais importante é a mamãe escovar os dentes com mais freqüência, limpá-los com fio dental regularmente e manter uma dieta balanceada. Lembre-se, mamãe, cuidar de você é um ato de amor para o seu bebê! </P> ]]></description>
<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/mamae-cuide-bem-dos-seus-dentes</guid>
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<title>Companheiros para toda vida - A importância dos bichinhos de pelúcia para os pequenos</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/companheiros-para-toda-vida</link>
<description><![CDATA[ <P>Mesmo com os avanços tecnológicos e empenho do mercado de brinquedos, os bichinhos de pelúcia ainda permanecem com o posto de queridinhos das crianças e não importa se é para dormir agarradinho ou deixar como decoração. </P>
<P>Tanta estimação não é por acaso. Estudiosos acreditam que esses companheiros são fundamentais na demonstração de afeto e fortalecimento da relação emocional entre quem dá e quem recebe. </P>
<P>Ainda na primeira infância alguns estímulos são percebidos com a ajuda do fiel amigo. “É possível criarmos pelúcias específicas para o desenvolvimento sensorial das crianças. Por exemplo, instigar o tato - através da maciez, textura e vibrações, a visão - com cores e luzes e a audição - por vozes ou sons incidentais”, explica a gerente de marketing especializada em loja de brinquedos, Evelyn Minami.</P>
<P>E não para por aí, os mimos tem função especial no desenvolvimento sócio-educacional nas diversas fases de crescimento. A psicoterapeuta e diretora do Instituto de Terapia Avançada – AMO, Maura de Albanesi, explica a importância e o sentimento que os pequenos transmitem aos ursinhos. “É como se ele estivesse ali ouvindo-a. Esse relacionamento é fundamental para aprender a conviver, pois ela o trata como se fosse um ser vivo, que precisa de carinho e atenção. Não é o tipo de comportamento que se desenvolve com uma bola ou um carrinho, por exemplo.”</P>
<P>Além do estímulo inconsciente, as pelúcias também são utilizados em tratamentos psicoterapêuticos. Como na Ludoterapia, especialidade que trata distúrbios de comportamento e outros problemas emocionais no mundo infantil, através de brincadeiras. “Os bonecos podem atuar de forma incisiva na formação e na recuperação do sensorial, como carinho, respeito, tato e autoestima, deixando a criança mais próxima da realidade humana”, diz Maura.</P>
<P><STRONG><EM><FONT color=#000000>Você sabia?</FONT></EM></STRONG></P>
<P>Os queridos bichinhos de pelúcia existem há muito tempo. Diz a lenda que tudo começou com o Presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, em 1902, durante uma caçada. Ao capturar um urso, ao invés de matá-lo e levá-lo como troféu, Roosevelt ficou com pena e soltou o animal. O ato de bondade foi inspiração para o vendedor de brinquedos russo, Morris Michtom, fabricar a primeira versão do ursinho.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>De Olho nos Recém-nascidos - Apesar de pouco conhecido, o teste do olhinho deve ser realizado em recém-nascidos ainda na maternidade</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/de-olho-nos-recem-nascidos</link>
<description><![CDATA[ <P>O teste do “Reflexo Vermelho”, conhecido como Teste do Olhinho é realizado em bebês antes mesmo de sair da maternidade. Apesar da pouca popularidade, o exame detecta qualquer anomalia que cause obstrução na visão, como catarata, glaucoma congênito, tumores, entre outras patologias.</P>
<P>Para ficar mais fácil, o reflexo é aquela vermelhidão que aparece nos olhos em algumas fotografias. Com o teste é a mesma coisa, a luz atravessa a córnea, pupila, cristalino, corpo vítreo e reflete na retina. Em aproximadamente cinco minutos, com baixo investimento, sem dor e sem efeitos colaterais, o procedimento é concluído. Não são usados colírios, apenas o aparelho chamado oftalmoscópio.</P>
<P>Parece fácil, mas mesmo assim, há cerca de 400 mil crianças cegas no mundo. Só no Brasil estima-se que existam entre 25 a 30 mil afetadas. O cálculo é de aproximadamente 150 a 180 crianças cegas para cada milhão de habitantes e 600 a 700 crianças com visão subnormal. Especialistas ressaltam que estes números podem diminuir substancialmente com a prática regular do exame.</P>
<P>O médico oftalmologista, Luis Gustavo Ribeiro, defende a regulamentação do procedimento. “O Brasil é vitrine para inúmeras práticas médicas de sucesso. Para estar entre os países referência na área de prevenção da cegueira no mundo será necessário colocar mais foco nesta questão,” explica.</P>
<P><STRONG><EM>É Lei</EM></STRONG></P>
<P>No município de São Paulo, o Teste do Olhinho é obrigatório em todas as maternidades públicas de acordo com a lei (13.463/02). Isso também ocorre em cidades como Rio de Janeiro e Fortaleza. Em outros lugares ainda não existe a obrigatoriedade, embora a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade de Pediatria de São Paulo, estejam empenhadas para que o teste atinja toda população brasileira.<BR></P> ]]></description>
<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Papo de papinha - A escolha de alimentos nutritivos é o primeiro passo para iniciar as refeições do bebê e criar hábitos saudáveis</title>
<link>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/papo-de-papinha</link>
<description><![CDATA[ <P>Papinha doce e salgada, água, chás, sucos e frutinhas. E agora, por onde começar? É importante lembrar que cada fase tem seu tempo ideal. A Organização Mundial da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam que o aleitamento materno exclusivo seja promovido até os seis meses de idade e que, se possível, persista até dois anos ou mais. </P>
<P>Entretanto, a fim de suprir as carências nutricionais da criança, indicam também a introdução das deliciosas papinhas e sucos de frutas a partir do sexto mês, como alimentação complementar. Segundo a pediatra e nutróloga Roseli Oselka Saccardo Sarni, Presidente do Departamento Científico de Nutrologia, da Sociedade Brasileira de Pediatria, ao longo do primeiro ano de vida a criança, via de regra, deve triplicar o peso de nascimento e crescer cerca de 25 centímetros. Por isso, os cuidados com a nutrição são fundamentais. “Para a promoção da saúde e prevenção de doenças a curto e longo prazo, os hábitos alimentares e estilo de vida adequado devem ser cultivados desde o nascimento”, afirma a médica.</P>
<P>Nessa fase, paciência e persistência são essenciais. Vale lembrar que tudo o que for oferecido para o bebê nesse período é novidade, ele está conhecendo o mundo e suas próprias vontades. A nutróloga aconselha não acrescentar açúcar ou leite às papas, na tentativa de melhorar a aceitação, pois a modificação do sabor e consistência das dietas acabam interferindo negativamente no processo. </P>
<P>Ainda assim, a primeira colherada pode causar caretas e rejeição, mas não deve ser sinônimo de desistência. “A tentativa frequente é a melhor maneira para a adaptação. Em média, são necessárias oito a dez exposições ao alimento para que ele seja plenamente aceito pela criança”, diz Roseli.</P>
<P>Também baseado em determinações da Sociedade Brasileira de Pediatria, diante da impossibilidade do aleitamento materno, o correto é utilizar a fórmula infantil que atende todas as necessidades da criança menor de um ano. “O leite de vaca não deve ser introduzido nos primeiros 12 meses de vida, pois eleva o risco para o desenvolvimento da anemia devido ao conteúdo reduzido de ferro. Outra limitação desse leite reside na quantidade insuficiente de gorduras especiais que auxiliam no desenvolvimento do bebê, além de vitaminas como a C, do complexo B e a E”, alerta a nutróloga.</P>
<P>A especialista explica ainda que os sucos e as frutas normalmente são os primeiros novos alimentos a integrarem o paladar do bebê. Mas, isso pode variar. O importante é seguir as orientações do pediatra que acompanha a criança.</P>
<P>Humm!!! Passada a fase das frutas é a vez das apetitosas papinhas salgadas. “Essas devem ser compostas por misturas múltiplas envolvendo quatro grupos: cereais ou tubérculos (arroz, milho, batata); leguminosas (feijão, soja, ervilhas, lentilha ou grão de bico); proteína animal (carne bovina, frango, vísceras, ovos ou peixe); hortaliças ou legumes (agrião, acelga, almeirão, cenoura, chuchu, abóbora), podem utilizar temperos naturais como salsa, cebola, cebolinha; mas, não se deve acrescentar sal e muito menos condimentos industrializados (temperos prontos). O estímulo para o desenvolvimento de hábitos saudáveis começa nessa fase, então, evite oferecer à criança alimentos enlatados, embutidos, frituras, refrigerantes, refrescos artificiais, balas, salgadinhos e outras guloseimas”, recomenda Sarni.</P>
<P>Mas, antes de colocar a mão na massa atente-se a higiene no manuseio, armazenamento e conservação dos alimentos. “Os ingredientes devem ser lavados em água corrente e deixados em solução de um litro de água com uma colher de sopa de cloro por aproximadamente 15 minutos”.</P>
<P>Na hora do preparo não há segredos. A pediatra explica que mel, sal e temperos industrializados devem ser evitados, porém algumas pitadas de dedicação e carinho podem fazer a diferença. Para servir, fique de olho na consistência, bater no liquidificador parece facilitar, mas pode não ser o melhor para a criança, consulte o pediatra e bom apetite! <BR></P>
<P><BR></P>
<TABLE border=0 cellSpacing=0 cellPadding=0 width="100%" prevstyle>
<TBODY>
<TR>
<TD bgColor=#cccccc colSpan=2 prevstyle><STRONG>Os alimentos complementares</STRONG></TD></TR>
<TR>
<TD prevstyle>idade</TD>
<TD prevstyle>alimentação</TD></TR>
<TR>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Até 6º mês</TD>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Leite materno</TD></TR>
<TR>
<TD prevstyle>6º ao 7º mês</TD>
<TD prevstyle>Leite materno, suco e papa de frutas</TD></TR>
<TR>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>7º ao 8º mês</TD>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Papa como refeição principal</TD></TR>
<TR>
<TD prevstyle>9º ao 11º mês</TD>
<TD prevstyle>Passar gradativamente para a alimentação da família</TD></TR>
<TR>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>12º mês</TD>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Comida da família(1)</TD></TR></TBODY></TABLE>
<P>&amp;nbsp;</P>
<TABLE border=0 cellSpacing=0 cellPadding=0 width="100%" prevstyle>
<TBODY>
<TR>
<TD bgColor=#cccccc colSpan=4 prevstyle><STRONG>Componentes das misturas</STRONG></TD></TR>
<TR>
<TD prevstyle>Cereal ou tubéculo<BR></TD>
<TD prevstyle>Leguminosa</TD>
<TD prevstyle>Proteína Animal<BR></TD>
<TD prevstyle>Hortaliças</TD></TR>
<TR>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Arroz</TD>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Feijão</TD>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Carne bovina</TD>
<TD bgColor=#f3f3f3 prevstyle>Verduras </TD></TR>
<TR>
<TD prevstyle>Milho</TD>
<TD prevstyle>Soja</TD>
<TD prevstyle>Vísceras</TD>
<TD prevstyle>Legumes</TD></TR>
<TR bgColor=#f3f3f3>
<TD prevstyle>Macarrão </TD>
<TD prevstyle>Ervilha</TD>
<TD prevstyle>Frango</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD></TR>
<TR>
<TD prevstyle>Batata</TD>
<TD prevstyle>Lentilha</TD>
<TD prevstyle>Ovos</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD></TR>
<TR bgColor=#f3f3f3>
<TD prevstyle>Mandioca</TD>
<TD prevstyle>Grão-de-bico</TD>
<TD prevstyle>Peixe</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD></TR>
<TR>
<TD prevstyle>Inhame</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD>
<TD prevstyle>Carne suína</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD></TR>
<TR bgColor=#f3f3f3>
<TD prevstyle>Cará</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD>
<TD prevstyle>&amp;nbsp;</TD></TR></TBODY></TABLE>
<P>Manual de orientação - Departamento de Nutrologia - Sociedade Brasileira de Pediatria<BR>(1) Importante que os pais tenham hábitos saudáveis, pois servirão de modelo para a criança.</P> ]]></description>
<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 07:00:00 GMT</pubDate>
<guid>http://www.semprematerna.com.br/manual-bebe/papo-de-papinha</guid>
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